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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Escalação do Botafogo: Savarino volta ao time, e Júnior Santos desponta por vaga no ataque



Alvinegro não poderá contar com Barboza e Luiz Henrique, suspensos, contra o Vitória neste sábado





Botafogo x Vitória: saiba tudo sobre o jogo da 35ª rodada do Brasileirão Série A 2024 (https://ge.globo.com/video/botafogo-x-vitoria-saiba-tudo-sobre-o-jogo-da-35a-rodada-do-brasileirao-serie-a-2024-13121719.ghtml)


O Botafogo tem dois desfalques importantes para enfrentar o Vitória, às 19h30 deste sábado, em jogo da 35ª rodada do Brasileiro, no Estádio Nilton Santos. Expulsos contra o Atlético-MG, Alexander Barboza e Luiz Henrique não podem entrar em campo.


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Na defesa, Adryelson é o substituto natural do argentino e fará a dupla de zagueiros com Bastos. A vaga no ataque é mais complicada, já que Artur Jorge tem mais opções. A tendência é que Júnior Santos inicie a partida na ponta direita.


Savarino, que foi poupado contra o Galo na rodada passada por causa do desgaste da Data Fifa, voltará ao time titular. O mesmo serve para Igor Jesus, que entrou no segundo tempo da partida na Arena Independência.


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Savarino tem 5 gols e 6 assistências no Brasileirão — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF


Provável Botafogo para enfrentar o Vitória: John; Vitinho (Ponte), Adryelson, Bastos, Alex Telles (Cuiabano); Gregore, Marlon Freitas; Júnior Santos (Jeffinho), Savarino, Almada; Igor Jesus.


O Alvinegro lidera o Brasileiro com 69 pontos, dois a mais que o Palmeiras, 2º colocado.


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Após marcar gols em todos os jogos do 1º turno, Botafogo para em defesas fechadas



Após primeiro turno marcando gol em todos os jogos, Alvinegro já tem cinco jogos em branco no returno





“Galo sabe que precisa desestabilizar o Botafogo para vencer” - afirma Lino (https://globoplay.globo.com/v/13119618/)


O Botafogo de Artur Jorge foi o primeiro clube da história do Brasileirão de pontos corridos a marcar gols em todos os jogos do primeiro turno. A produção ofensiva, um dos pontos altos da equipe, tem deixado a desejar nos últimos jogos. O time passou em branco contra Cuiabá e Atlético-MG e viu a distância para o Palmeiras na liderança diminuir de seis para dois pontos.


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Além dos dois jogos citados, o Alvinegro também passou dificuldade para marcar contra Criciúma (empate por 1 a 1) e Grêmio (outro 0 a 0). O que há em comum em todas essas partidas? Os adversários defenderam com vários jogadores dentro da área, colocando um bloco muito baixo em campo.


A dificuldade para furar times retrancados não é novidade. O time se notabilizou, principalmente, por criar chances a partir de acelerar o jogo e agredir os rivais nas transições. O primeiro a perceber isto foi Rogério Ceni - e em diferentes oportunidades.


- Se você quiser entrar nesse jogo de transição, essa loucura é o jogo deles você não consegue acompanha-los. Essa bola lançada para o Arias foi um lance que ele estava sozinho contra cinco jogadores e eu disse calma, nós não temos as mesmas características do Botafogo. Temos que trabalhar bem em cima das nossas características. (...) Você vai em uma transição, volta, perde a bola e os caras já estavam em cima - afirmou após o enfrentamento das equipes nas oitavas da Copa do Brasil.


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- Acelerar contra o Botafogo? Loucura - completou o técnico na semana seguinte.





Luiz Henrique Botafogo Cuiabá — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF



Pode não ter sido diretamente por causa das declarações de Rogério Ceni, mas desde então foi mais comum rivais virem com uma estratégia voltada para o lado defensivo ao enfrentar o Alvinegro.


O time marcou 31 gols em 19 jogos no primeiro turno; no returno, são 21 bolas na rede em 15 partidas. A média de gols, que era de 1,6 por duelo, foi para 1,4. Além disso, o Alvinegro teve cinco partidas em branco: Cruzeiro, Bahia, Grêmio, Cuiabá e Atlético-MG.


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- É o meu papel também tentar fazer algumas alterações para criar situações diversas e diferentes para encontrar o melhor caminho. Me faltou mais bolas na área. Não fizemos tantas vezes como queria. Tínhamos muita gente na área. Tivemos Tiquinho e Júnior, depois o Igor. Tivemos o Matheus na esquerda, Jeffinho na direita. Muita gente na frente, mas não conseguimos ultrapassar uma barreira compacta que queria defender o ponto que tinham naquele momento - analisou Artur Jorge sobre o duelo contra o Atlético-MG.


A eficiência do time segue igual a da primeira parte do campeonato quando o rival vem de "peito aberto". Com espaço, geralmente o Botafogo não tem dificuldade de encontrar o caminho do gol. A criptonita é em explorar os blocos baixos.


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Por Redação do ge — Rio de Janeiro