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domingo, 22 de abril de 2012

Renato sofre torção, sai de muletas e preocupa Botafogo




Volante se lesiona na partida contra o Bangu e passa a ser dúvida para as partidas decisivas na Taça Rio e na Copa do Brasil


Renato deixa o Engenhão de muletas - Bangu x Botafogo (Foto: Paulo Sérgio)

O volante Renato passou a ser dúvida no Botafogo para os próximos jogos. O jogador sofreu uma torção no tornozelo esquerdo, na vitória por 4 a 2 sobre o Bangu, neste sábado, pela semifinal da Taça Rio e deixou o Engenhão com uma bota ortopédica e de muletas.

A contusão aconteceu num lance na área adversária, quando um jogador do Bangu pisou no pé do alvinegro, o que gerou o problema. Ele ainda permaneceu em campo por alguns minutos, mas foi substituído por Maicosuel, ainda no primeiro tempo.



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'Tivemos falhas? Tivemos. Mas até o Barcelona tem', afirma Andrezinho



Meia, um dos destaques da vitória alvinegra, vê time em evolução





Andrezinho do Botafogo (Foto: Celso Pupo / AE)Um pique em alta velocidade já na reta final da partida resumiu bem o que foi Andrezinho na partida. Com boa movimentação e velocidade, o meia foi um dos destaques da vitória alvinegra na noite deste sábado, no Engenhão, sobre o Bangu, por 4 a 2, no Engenhão. Após o apito final do árbitro, o camisa 10, ainda no gramado, disse que vê o time em evolução na reta final da Taça Rio.
E, para defender sua equipe das falhas apresentadas na partida, citou como exemplo o temido e quase perfeito Barcelona, derrotado este sábado pelo Real Madrid por 2 a 1 - no meio da semana, o time catalão á havia sido batido pelo Chelsea por 1 a 0 nas semifinais da Champions League.
- Tivemos falhas? Tivemos. Mas até o Barcelona, que é espelho para o mundo inteiro hoje, também tem falhas. Importante é esse espírito de grupo, com vaidade zero. Vai ter jogo que um vai errar mais que o outro, isso é normal. Hoje foi a prova disso.

andrezinho botafogo bangu semifinal taça rio (Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo)

Além do espírito coletivo do grupo, o jogador fez questão de elogiar também a postura tática.  O camisa 10 considera que  time mostrou evolução na Taça Rio após muito diálogo e treino.
- A conversa que a gente teve foi a mesma que a gente vem tendo desde o começo. A equipe vem numa evolução, não é à toa que está dois jogos sem perder. O que podemos mostrar e mostramos contra o Bangu foi marcar quando estiver sem a bola.
Agora, Andrezinho e o resto do time aguardam o adversário do Botafogo na final da Taça Rio. Neste domingo, Flamengo e Vasco duelam pela outra vaga na decisão, que será no dia 29, no outro domingo.

Globo Esporte

Oswaldo simplifica a superioridade: 'Fizemos poucos gols. Bangu, muitos'



Técnico enaltece poder ofensivo contra o rival e diz que 'não faltou nada' ao time na vitória por 4 a 2, que classificou o Alvinegro à final da Taça Rio




 Plenamente satisfeito com o desempenho do Botafogo na vitória por 4 a 2 sobre o Bangu, na noite deste sábado, no Engenhão, Oswaldo de Oliveira fez questão de rechaçar qualquer detalhe negativo que fosse levantado sobre a equipe, que quase complicou a classificação, mas, com méritos, está na final da Taça Rio. Para o técnico, que demonstrou certa amargura com avaliações anteriores em seu discurso inicial, a superioridade foi tamanha que o placar foi injusto.
- Uma vitória incontestável. Tivemos supremacia o tempo inteiro, fizemos até poucos gols pelo que rendemos, e o Bangu, muitos pelo que rende. Não faltou nada, há muito tempo não vejo uma semifinal tão convicente. Vão falar que é o Bangu, mas não é bem assim. Gostei porque potencializamos o que temos feito, ofensiva e defensivamente. Procuramos o gol, inibimos o adversário Se pegarem as estatísticas, vocês vão ver - afirmou Oswaldo, que minimizou os vacilos defensivos isolados que deram sobrevida ao rival durante a partida.
- Algumas vezes conseguimos o que queremos, outras, não com frequência. O que fizemos em campo foi indubitável, um exemplo. Temos uma semana de preparação para o próximo domingo e quero que isso continue sendo potencializado para a decisão - ressaltou.
O comandante aproveitoou para pedir que o trabalho não seja deixado de lado no Bangu, clube que defendeu na infância, como amador, e cujo bairro frequentou por ter nascido em Realengo.
- Espero que parta para a ressureição definitiva. Acompanho o Bangu porque gosto de lá, fui sócio e atleta. As pessoas que se envolvem deveriam se movimentar para que ele volte a ser o que era. É um celeiro de craques. Vamos acreditar - frisou.

André Casado