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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Atualizado: Renegado pelo Fla, Jadson conquista espaço no Botafogo




Volante de 18 anos deixou o rival em 2010 e evitou citar o nome do clube em entrevista coletiva nesta quinta-feira


Jadson Botafogo (Foto: Thales Soares )
Jadson foi titular na partida contra o Vitória
(Foto: Thales Soares/ Globoesporte.com )
Os erros e acertos na busca por revelações acontecem a todo instante. Quem não viu um menino passar pelas categorias de base de seu clube, não ser aproveitado e brilhar em um rival? O volante Jadson, de 18 anos, fez esse mesmo caminho. Depois de passar pelo Flamengo e não ser aproveitado, assinou com o Botafogo no fim de 2010 e já está integrado aos profissionais.
Titular no empate em 1 a 1 com o Vitória, quarta-feira, pela Copa do Brasil, Jadson foi um dos destaques do jogo. Ele já havia atuado desde o início contra o Boavista (1 a 1), em São Januário e entrado no segundo tempo da final da Taça Rio, quando o Botafogo venceu por 3 a 1 o Vasco, no Engenhão.
- Vim para o Rio com 15 anos. Joguei no CFZ, passei por outro clube e fui contratado pelo Botafogo - contou Jadson, que nasceu em Brasília, sem citar o nome do Flamengo. - Cheguei a ter contrato lá, mas não mostraram interesse em renovar e acertei a minha saída.
Sem medo de encarar o Rio de Janeiro, Jadson mora com a noiva Juliana em Guadalupe. José e Francisca, pais do jogador, ainda vivem em Brasília e não tiveram a chance de assistir aos seus primeiros jogos como profissional. Ele espera o momento certo para trazê-los.
- Eles trabalham e fica difícil se deslocar assim. Estou esperando a oportunidade para isso acontecer - comentou Jadson. - Morar sozinho nessa fase da vida não é fácil. Se você tiver cabeça, é um momento importante. Mas tem que se virar do seu jeito. Os pais não estão aqui para ajudar. Por isso, os amigos que fiz foram muito importantes para mim.
Apesar de jovem, Jadson mostra maturidade. Campeão carioca de juniores no ano passado, ele espera colher os frutos em breve. Para o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, domingo, contra o Fluminense, está na expectativa, pois pode ser aproveitado novamente, caso Renato não esteja 100% recuperado da lesão no tornozelo esquerdo.
- Tenho os pés no chão e sei que preciso evoluir muito ainda. A Taça Rio vai ficar na minha memória para o resto da vida. A final do Carioca seria ainda mais emocionante para mim - disse Jadson, confiante no trabalho de base do Botafogo. - Todos que estão surgindo têm total capacidade de ajudar o Botafogo. Vestem a camisa do clube e vão brigar até o fim em qualquer circunstância.

Por Thales SoaresRio de Janeiro


Em 2012, jogador fez três jogos e mostrou bastante personalidade, ganhando cada vez mais


Jadson, volante do Botafogo (Foto: Bruna Oliveira)
Jadson falou sobre bom início no profissional
do Botafogo (Foto: Bruna Oliveira)
 
A primeira vez em que entrou em campo pelo Botafogo, em 2012, foi a primeira vez em que Jadson foi relacionado para uma partida. Contra o Boavista, o jogador começou como titular e organizou diversas jogadas de perigo.
- Todos me deixam à vontade para entrar em campo e fazer o que eu sei. isso vem desde a base, onde tive experiências para amadurecer. No profissional, segui num trabalho forte. Isso me ajudou a ir bem e ajudar o grupo - disse o jovem meia.

As atuações de Jadson vêm crescendo e o garoto já sofre até mesmo com a intimação de veteranos do futebol. Na partida contra o Vasco, chegou a discutir asperamente com Juninho.
- Isso tem em qualquer esporte, do mais velho querer se impor sobre você. Mas você tem que ficar preparado para qualquer adversário - explicou.

Sobre o Fluminense, Jadson espera mais uma chance de mostrar o seu valor e lembra que, vencer o Carioca pode significar um lugar na história do clube.
- É um adversário difícil, mas estamos trabalhando muito para enfrentá-los assim como sempre fazemos com qualquer outro. A Taça Rio ficará gravada pra sempre. O título estadual seria ainda mais significativo - finalizou.










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DM do Botafogo faz um balanço dos contundidos



Veja as possibilidades de cada um dos jogadores do Botafogo que estavam sob cuidados médicos para enfrentar o Fluminense na primeira partida da decisão, nesse domingo, á 16:00 h, no Engenhão.





Com exceção de Andrezinho, lesionados treinam no Bota 

Jogadores treinam mais uma vez com bola e devem ter condições de jogo contra o Fluminense.


Os jogadores titulares do Botafogo que estão contundidos, com exceção de Andrezinho, treinaram normalmente no campo anexo do Engenhão, nesta sexta-feira. O técnico Oswaldo de Oliveira comandou um treinamento tático por cerca de uma hora com as presenças de Fellype Gabriel, Renato, Jefferson e Loco Abreu. Pelo desempenho dos atletas eles têm boas chances de enfrentar o Fluminense, domingo, no Engenhão, às 16h (de Brasília), na primeira partida da final do Campeonato Carioca.
Os demais jogadores da equipe titular, que atuaram em Salvador, contra o Vitória pela Copa do Brasil; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Márcio Azevedo, Marcelo Mattos, Maicosuel, Elkeson e Herrera não trabalharam com bola e fizeram um trabalho na academia.


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Elkeson está à venda?

OPINIÃO DO TORCEDOR





Com a passagem da delegação do Botafogo por Salvador onde enfrentou o Vitória pela Copa do Brasil - jogo de ida 1x1, um assunto chamou a atenção da imprensa e repercutiu junto à torcida do Glorioso. Especulações dão conta de que houve uma reunião entre dirigentes do clube carioca e representantes da Juventus (ITA) ou mesmo do Atlético de Madrid (ESP) para tratar de uma possível transferência do jogador Elkeson, já para a próxima temporada europeia que se inicia no meio do ano. 
O repórter Rafael Bózeo, que cobre o clube para o Lancenet, crava em seu blog que o jogador deve deixar o clube antes mesmo do término da atual. Em sua opinião a diretoria faria um bom negócio em vendê-lo agora pelos anunciados cinco milhões de euros, que representaria 100% de lucro sobre o preço pago ao Vitória, há um ano, por cinco milhões de reais.
Para justificar sua posição, o repórter aventa a possibilidade do Elkeson, que voltou a jogar bem, oscilar como ocorreu no final do Brasileirão do ano passado e perder o valor. Tal possibilidade poderia tirar o jogador desse mercado na próxima janela trazendo prejuízos numa futura transferência internacional. Sustenta que seria bom pro clube, sobre o aspecto financeiro e bom pro jogador que enfrentaria novos desafios na carreira com grandes possibilidades, pelas suas características e disposição física, de se firmar no cenário internacional.
Se antes o time era carente nas posições de meias e atacantes, hoje dispõe de muitas opções como Fellype Gabriel – um achado do treinador Oswaldo, Maicosuel que mostrou estar recuperando a antiga forma pós-contusão e Andrezinho que os poucos vai se adaptando ao estilo do futebol carioca. Até Renato, que no esquema do Oswaldo é quase um meia de armação, poderia ser citado como opção, dado a sua qualidade e experiência comprovadas em campo desde sua chegada ao clube. Sem citar as opções oriundas da base como Jadson, Jeferson e Cidinho que podem brincar por ali.

Pelo termômetro da torcida, aferido nas redes sociais, a maioria não concorda com a venda, pelo menos neste momento. O argumento corrente é de que ele ainda é muito novo (22 anos) e pode evoluir, aumentando as possibilidades de gerar melhores condições de venda no futuro. Outra forte razão apontada é o fato de que o Botafogo precisa dele e de um elenco forte pra retomar o caminho das conquistas, principalmente as que dão projeção nacional. Acham, ainda, que o preço especulado está baixo para os padrões atuais. Um deles lembrou que Willians do Flamengo estaria sendo negociado nesse patamar sem contar com a mesma categoria que o botafoguense e jogar numa posição (Volante de contensão) supostamente menos valorizada do que a de meia atacante.  
A diretoria do Botafogo negou o fato e informou que o preço ventilado está muito abaixo da multa rescisória, que gira em torno dos 10 milhões de euros, da qual o clube não abriria mão pra iniciar uma futura negociação. 


Outra corrente, porém menor que a primeira, está convencida que as condições atuais são as ideais pra venda e que a oferta é razoável para o momento do jogador. A grana serviria pra tirar o clube do eterno sufoco financeiro – vide cobrança judicial do Vitória por quebra de acordo relativa à venda do próprio Elkeson. Outro argumento pró-venda é o fato notório de o atleta ser temperamental o que pode ter motivado sua saída do Vitória e queda de produção na temporada passada.
Outros, mais sensatos, levantam a lebre de que esse assunto é totalmente incompatível com o momento, no qual o Clube participa de duas competições  importantes do semestre e que a notícia pode ter sido plantado pela mídia “adversária” que julgam existir. As finais do Cariocão frente ao Fluminense – final que não acontece há muitos anos e a disputa das oitavas de finais da Copa do Brasil, contra o Vitória. A visão dessa corrente é que o time precisa ser encorpado para a continuidade na Copa do Brasil, Brasileirão e para a Sulamericana, caminhos para a disputa das competições continentais. Ele ainda não ganhou nada pelo clube e não pode sair antes de marcar sua passagem por lá, dizem.

De todo o dito, onde você se posiciona? Nos que torcem pela venda imediata ou nos que afirmam ser precipitada a venda nesse momento? Comente...


Por Felip@odf/BotafogoDePrimeira