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quinta-feira, 11 de abril de 2013

A diretoria do Botafogo sonha em contratar o camaronês Samuel Eto'o


Eto\'o atualmente está no Anzhi, da Rússia Foto: Reprodução/Site Oficial
A ideia é muito ousada, mas há quem acredite nela dentro do clube. Depois de surpreender o mundo esportivo ao anunciar a contratação de Seedorf ano passado, a diretoria do Botafogo estaria avaliando cuidadosamente a possibilidade de realizar mais um sonho e negociar a vinda de outra estrela: o camaronês Samuel Eto’o, atualmente no Anzhi, da Rússia.

O atacante, de acordo com o levantamento da revista francesa "France Football", é o quarto jogador mais bem pago do planeta, ficando atrás apenas de David Beckham, Messi e Cristiano Ronaldo.

Para convencer Eto’o, que tem 32 anos, a vir para o futebol brasileiro e formar dupla de peso com Seedorf, o Botafogo precisaria de um grande planejamento financeiro, fora dos padrões do País, que contaria com ajuda de alguns investidores. Afinal, o camaronês, na Rússia, recebe por semana algo em torno de R$ 1,2 milhão, o que dá um total de aproximadamente R$ 4,8 milhões por mês.

Por ano, o camaronês recebe R$ 62,6 milhões e fica atrás apenas de David Beckham, Messi e Cristiano Ronaldo, que ganham R$ 93,9 milhões, R$ 91,3 milhões e R$ 78,3 milhões, respectivamente, por temporada. No Anzhi, Eto’o ainda é "mimado" pelos dirigentes.

O aluguel da casa que ele mora em Moscou, que gira em torno de R$ 227 mil por mês, é pago pelo clube. O atacante também ganha bonificações de acordo com o seu desempenho. Os valores já variaram até R$ 54 mil.

Considerado um dos centroavantes mais completos tecnicamente da atualidade, Eto’o, este ano, já marcou 16 gols em 34 jogos. Caso o sonho da diretoria do Botafogo, que parece distante, seja realizado, será a primeira vez que Eto’o e Seedorf vão atuar juntos - de 1997 até 2000 eles jogaram pelo Real Madrid, mas o atacante atuou no time B, enquanto o camisa 10 do Botafogo defendeu a equipe principal.

Por duas temporadas (2009 até 2011) ambos foram rivais na Itália, quando o camaronês jogou pela Inter de Milão e o holandês pelo Milan. A diretoria do Botafogo foi procurada para falar sobre o assunto, mas nenhum dirigente foi encontrado.

por
iG Esporte

Após estreia como titular, Edilson avisa: 'Tenho muito a mostrar ainda'


Lateral-direito deve ter outra oportunidade na próxima quarta, pela Copa do Brasil, já que Lucas está suspenso



Edilson deve ser titular novamente contra o
Sobradinho, pela Copa do Brasil (Foto: AGIF)
A vitória do Botafogo sobre o Friburguense por 3 a 1, quarta-feira, em Moça Bonita, marcou a estreia do lateral-direito Edilson como titular da equipe. O ritmo ainda não foi o ideal, mas ele acredita que a boa fase do time facilitou sua vida. Ele avisou que ainda tem muito a mostrar com a camisa alvinegra.

Domingo, contra o Nova Iguaçu, em Moça Bonita, Lucas deve voltar ao time, mas está suspenso no primeiro jogo da Copa do Brasil, contra o Sobradinho, porque foi expulso na última partida da competição no ano passado. Será mais uma chance para Edilson mostrar serviço.

- A equipe vem se comportando bem, está em uma sequência de vitórias, aí fica mais fácil. O meu ritmo ainda não é o ideal, mas se torna mais tranquilo porque o time está encaixado. Foi um começo, fazia tempo que eu não jogava 90 minutos. Com entrosamento e sequência, vou conseguir evoluir. Tenho muito a mostrar ainda no Botafogo. Desde que fui contratado estou preparado para ser titular.

Edilson acredita que, com o decorrer dos jogos, conseguirá fazer mais jogadas de linha de fundo, finalizar e dar assistências.


- É difícil o atleta se avaliar, mas acho que tenho que chegar mais à frente, bater no gol, que é o meu natural. Pela falta de ritmo, dosei para suportar os 90 minutos. Quarta devo atuar novamente e acho que vai ser melhor. Ano passado, tive uma sequência de passes (assistências) que ajudou muito o Grêmio, tanto em jogadas de linha de fundo quanto nas bolas paradas.





O lateral-direito comentou sobre a grande concorrência do elenco do Bota e disse que todos sabem que precisam estar em alto nível para se manter no time. Dos atuais titulares, alguns não iniciaram o ano entre os 11, como Dória, Gabriel e Rafael Marques.

- Quem está jogando tem que estar em alto nível para não dar brecha. O Oswaldo tem dado as oportunidades, todos têm que dar o máximo. É uma disputa sadia, com respeito de todos.

Por Fred Huber e Thales Soares Rio de Janeiro

Concentração no Bota deve acabar definitivamente em jogos no Rio


Jogadores deixam nas mãos da diretoria decisão de não concentrar por causa dos salários atrasados e fato vai se repetir contra o Nova Iguaçu



Jogadores não concentraram antes da partida
contra o Friburguense, mas venceram (Foto: AGIF)
A decisão dos jogadores do Botafogo de não concentrar por causa do atraso de salários deve se tornar uma medida permanente no clube. A primeira vez em que isso aconteceu foi na vitória por 2 a 1 sobre o Madureira, dia 24 de março e o fato voltará a se repetir contra o Nova Iguaçu, domingo, em Moça Bonita, pela sexta rodada da Taça Rio.

Os jogadores não se manifestaram oficialmente sobre o caso, sempre deixando nas mãos da diretoria a responsabilidade pela informação. O departamento de futebol deve apresentar uma posição nesta sexta-feira, em entrevista coletiva no Engenhão.

- Essa é uma situação que já está esclarecida entre os jogadores e a direção. É algo mais deles do que nosso. Uma questão que será passada amanhã (sexta-feira). Na Europa, isso é muito normal. Estamos fazendo uma experiência. Para Volta Redonda, sempre viajamos um dia antes - afirmou o zagueiro Bolívar.

Desde a chegada do técnico Oswaldo de Oliveira, a concentração tem sido feita de forma mais tranquila e ele já havia falado sobre a possibilidade de acabar com ela no futuro. Os jogadores sempre chegavam em General Severiano apenas na noite da véspera dos jogos no Rio.

O Botafogo corre atrás para regularizar a situação salarial dos jogadores. Este ano, o clube chegou a ficar devendo dois meses. Agora, ainda falta efetuar o pagamento de parte dos direitos de imagem do grupo que recebe desta forma.

Por Thales Soares e Fred HuberRio de Janeiro