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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Com três modificações e sem Bolivar, Mancini comanda coletivo no Botafogo


Treinador repetiu as alterações feitas na partida contra o Internacional. Com dores nas costas, Bolivar não treinou e foi substituído por Dankler, que formou dupla com Dória





Ayrton e Bolatti - Botafogo (Foto: Alexandre Loureiro/LANCE!Press)
Treinador optou por Bolatti na vaga de Ayrton
(Foto: Alexandre Loureiro/LANCE!Press)
O técnico Vagner Mancini promoveu três modificações no time titular do Botafogo no treino coletivo realizado na manhã desta quinta-feira, no campo anexo do Engenhão. Julio Cesar e Jorge Wagner perderam suas vagas na equipe. Junior Cesar e Daniel entraram em seus respectivos lugares. Sem Marcelo Mattos com dores no quadril, Bolatti ganhou o lugar de Airton, que havia jogado contra o Internacional.

Estas mudanças foram realizadas pelo treinador no intervalo da partida contra o Internacional, no último domingo, no Maracanã. Como agradaram, estes jogadores devem iniciar a partida contra o Bahia, no próximo domingo, na Fonte Nova, em Salvador, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

Com dores nas costas, Bolívar não treinou. Ele foi substituído por Dankler, que treinou ao lado de Dória. O zagueiro titular se machucou no treino da quarta e passa a ser dúvida para o jogo em Salvador. Outra modificação em relação à partida contra o Inter é a entrada de Edilson no lugar de Lucas, expulso na última rodada.

O time treinou esta manhã com: Jefferson, Edilson, Dankler, Dória e Junior Cesar; Gabriel, Bolatti, Lodeiro e Daniel; Zeballos e Emerson.


Alexandre Braz - LANCENET! 

Por opção ou necessidade, Mancini vai escalar time diferente pela terceira vez


Comandante alvinegro vai escalar nova formação pela terceira partida consecutiva





Edilson e Lodeiro - Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress)
Edilson chegou a amargar a reserva contra o
Internacional (Foto: Vitor Silva/SSPress)
Com uma derrota e um empate nos dois jogos desde que assumiu o comando do Botafogo, o técnico Vagner Mancini segue em busca da formação ideal para encontrar o caminho das vitórias. Para isso, o treinador vai escalar o time de forma diferente pela terceira vez consecutiva, diante do Bahia, domingo, na Fonte Nova.

Sem poder contar com Lucas – expulso na última rodada, contra o Internacional –, o técnico será obrigado a promover uma mudança na lateral direita. Edilson voltará a ser titular. Já na esquerda, a troca deve ser opcional. Julio Cesar, que falhou e foi vaiado contra o Inter, pode perder a vaga para Junior Cesar. O suplente entrou bem no segundo tempo diante do Colorado.

No meio-campo, Jorge Wagner (substituído nas duas rodadas) tem a condição de titular ameaçada. Outra peça que pode surgir é Bolatti, que não enfrentou o Inter por ser vinculado ao clube gaúcho. O argentino estará à disposição de Mancini diante do Tricolor.

Apesar das constantes mudanças, Mancini parece ter conquistado o respeito do elenco. Nesta quarta-feira, o volante Gabriel elogiou o técnico.

– Mancini é um ótimo treinador, mostrou seu valor. Apesar da primeira partida (derrota para o São Paulo) ter sido uma derrota, ele mudou e a equipe melhorou. Tenho certeza que o Mancini vai adotar a melhor forma de trabalho.


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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Após subir "primeiro degrau", Bota busca identidade depois de fracassos


Emerson Sheik vê a equipe em construção e pede paciência aos torcedores alvinegros. Para ele, clima já está melhor após empate


Emerson Sheik no treino do Bota (Foto: Vitor Silva / Botafogo)
Quando Emerson Sheik negociava com o Botafogo, a equipe ainda estava forte na Libertadores. O que ele não imaginava é que o Alvinegro seria eliminado ainda na primeira fase e que o cenário em sua chegada seria uma terra arrasada. O atacante estreou na segunda rodada do Brasileiro, o 2 a 2 com o Inter, no Maracanã, depois de o time perder por 3 a 0 do São Paulo. O camisa 7 acredita que, apesar de o resultado contra o Colorado não ter sido a vitória, o jogo foi um "primeiro degrau" para a ascensão do Glorioso.

Para Sheik, a postura do Bota no segundo tempo contra o Inter, quando marcou dois gols e empatou a partida, é ponto de partida para o time construir uma identidade. Ele, no entanto, pediu um pouco de paciência da torcida alvinegra até isto acontecer.

- O momento era de desconfiança, mas, da maneira que buscamos o empate, serviu para termos a certeza de que é possível que seja diferente. O jogo nos deu moral. Precisamos criar uma identidade, uma maneira de jogar. Tivemos uma postura boa no segundo tempo, isso que buscamos. Para manter, precisamos de tempo, e a torcida precisa ter um pouco de paciência também. Não dá para alcançar o quinto degrau sem passar pelo primeiro, e certamente o empate foi bem visto porque o clima está melhor agora - disse o camisa 7.

Além de Emerson, outra cara nova no Bota é o técnico Vagner Mancini, e o atacante acredita que os jogadores vão em breve assimilar bem o que comandante quer.




- A chegada do Mancini também trouxe uma energia. Contra o São Paulo não havia tempo, mas ele trabalhou durante a semana e a equipe entendeu melhor o que ele quis. Nosso primeiro tempo foi horroroso, mas no intervalo ele chamou atenção para alguns detalhes e os jogadores concordaram. Voltamos diferentes e fizemos o que tínhamos treinado durante a semana.

Apesar da atual 18ª colocação na tabela, a conversa entre atletas e comissão técnica é de que o objetivo é chegar na parada para a Copa do Mundo bem perto do G-4 para não perder os primeiros de vista. Otimismo exagerado? Emerson acredita que não.

- O Botafogo é grande, e se os que vestirem essa camisa não pensarem assim nem precisam estar aqui. Temos que brigar pelas primeiras posições. Essa é o pensamento de todos.

O próximo obstáculo do Botafogo para tentar subir mais um degrau é o Bahia, domingo, na Fonte Nova.

Por Fred Huber*Rio de Janeiro
*Sofia Miranda, sob supervisão de Fred Huber