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sábado, 28 de maio de 2022

Top 14: Chay completa um ano da estreia no Botafogo e lista momentos mais marcantes


Aos 31 anos, jogador faz balanço do primeiro ano vestindo a camisa alvinegra elegendo 14 fatos que marcaram sua trajetória até aqui



arte/ge

Por Renata de Medeiros – Rio de Janeiro28/05/2022 08h09 • Atualizado há 1 hora



"Cara, eu estou no Botafogo".

Foi com essa frase ecoando na sua cabeça que Chay se deu conta, dentro do Nilton Santos, que vestiria a camisa 14 alvinegra. O número é da sorte, mas quem disser que a chegada do jogador ao Botafogo é só obra do acaso conhece pouco a história dele. A trajetória é extensa e envolve até um tiro que quase o tirou de combate. Anos de incerteza, de dificuldades e futebol 7 até chegar ao auge da sua carreira aos 30 anos, quando assinou contrato com o clube de General Severiano.

A intensa relação começou, de fato, em 28 de maio de 2021, no campo do Vila Nova, em Goiânia (Goiás). Foi a primeira vez que Chay defendeu o Botafogo e entregou, logo de cara, aquilo que considera uma de suas especialidades: uma assistência para Rafael Navarro impedir a derrota pela primeira rodada daquela Série B.

Neste sábado (28), às vésperas de enfrentar o Coritiba, pela Série A, Chay comemora um ano de Botafogo. Para fazer um balanço do que aconteceu até aqui, em conversa com a reportagem de ge, ele elencou 14 momentos marcantes deste período. São altos e baixos próprios de quem diz estar empenhado em arriscar para ser diferente.

Tudo o que você lerá abaixo vem das palavras de Chay.



MAIOR FELICIDADE: "CARA, EU ESTOU NO BOTAFOGO"

O momento mais feliz da minha história com o Botafogo foi quando eu me dei conta: "Cara, eu estou no Botafogo". Depois de muita luta, muita batalha, eu cheguei no Glorioso.

No primeiro dia, eu fiz os testes físicos para ver se estava tudo bem. Quando acabou, eu fui para o gramado. Não podia aparecer ainda, porque minha apresentação ainda não tinha acontecido. Então eu fiquei num cantinho vendo o treino. Quando não tinha mais câmera, pude falar com meus futuros colegas. Ali caiu a ficha.

Eu tava quase assinado com o Londrina, que foi o clube que me ofereceu a melhor proposta financeira. Quando a gente conversou com o Eduardo Freeland (diretor de futebol do Botafogo em 2021), ele pediu uns dias. Eu falei para o meu representante:
"Vou esperar. Vou esperar porque é o Botafogo. Se fechar a porta lá... É um risco que vamos correr". Eu queria o Botafogo.



Chay assina com o Botafogo - Vítor Silva/BFR



MAIOR TRISTEZA: A DOR


Chay chora ao romper ligamento - premiere fc


A ruptura do ligamento no tornozelo no jogo contra o Goiás. Foi a primeira lesão que me parou. Antes, no início do Brasileiro, machuquei o joelho e fui administrando com injeção. Fazia infiltração e drenagem, porque criava muito líquido. Ajudava, fazia eu aguentar a dor durante as partidas, mas depois era muito complicado. A dor vinha, não tinha jeito.




(https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/video/acesso-total-no-departamento-medico-chay-toma-infiltracao-no-joelho-esquerdo-10132476.ghtml)



3. O MELHOR AMIGO

Tive uma grande baixa, o Navarro (goleador do Botafogo na Série B, que foi negociado com o Palmeiras no fim de 2021). Hoje, tenho mais proximidade com o Patrick de Paula, que acabou de chegar. A gente conversa bastante, está sempre junto, no mesmo quarto. Concentração, viagem, vai jantar, vai almoçar.


Patrick de Paula e Chay - Vítor Silva/BFR


E o Kanu é com quem eu posso contar e está sempre presente. É um cara com quem eu troco muita ideia, que me escuta bastante. Quando dá "B.O.", compartilho com ele.


4. DIA COMO PROTAGONISTA: O HAT-TRICK

"Aquele dia foi f*..."



Chay fez três gols contra o Cruzeiro, pela Série B, em 2021 (https://ge.globo.com/futebol/video/chay-with-a-hat-trick-x-cruzeiro-9677164.ghtml)



5. O GOL MAIS BONITO: UMA ASSISTÊNCIA

Uma assistência me marcou mais do que qualquer gol: diante do Coritiba, gol do Navarro. Eu conversei com ele no lance anterior. Tinha tido uma parada. Eu estava conduzindo a bola e esperava uma movimentação diferente dele. Ele acabou atacando espaço para o lado em que eu estava conduzindo. Não tive como encontrar ele, nem conduzir para o outro lado e acabei entrando num caixote. Daí eu falei com ele:

"Corre pelas costas do zagueiro quando vier a bola, porque vai ficar ruim de ele te procurar e fica mais fácil de eu achar esse espaço".

Ele me escutou: saiu pelas costas do Henrique, eu dei uma cavada por trás e ele fez o gol de cabeça. Foi um gol de importância máxima do campeonato porque era um confronto direto na parte de cima da tabela e ia definir muito o que a gente queria no campeonato. Ali, foi uma reviravolta incrível. Ganhamos o jogo por 1 a 0, tava um frio danado em Curitiba. Foi muito marcante para mim.




Aos 37 minutos do 1º tempo, Rafael Navarro marca para o Botafogo contra o Coritiba. Assistência de Chay (https://ge.globo.com/futebol/video/aos-37-min-do-1o-tempo-gol-de-cabeca-de-rafael-navarro-do-botafogo-contra-o-coritiba-9808409.ghtml)



6. MOMENTO MAIS TENSO

Teve um jogo contra o Avaí em casa que, no intervalo, a gente sai vaiado. Ali foi tenso, complicado. A gente não estava entendendo nada. O Avaí era o vice-líder e nós não estávamos fazendo uma partida ruim. Acho que a torcida tinha se empolgado com as últimas vitórias...
Ali foi um momento bem tenso. A gente voltou para o jogo, conseguiu fazer 1 a 0 e tomou a virada. Ali, todo mundo se perdeu.

(Nota da reportagem: na mesma partida, o técnico Enderson Moreira protagonizou cena que marcou o momento de instabilidade do Botafogo. Ele se virou para a torcida, cobrando apoio).




Técnico Enderson Moreira gesticula e cobra torcida do Botafogo contra o Avaí (https://ge.globo.com/futebol/video/aos-23-do-2o-tempo-tecnico-enderson-moreira-gesticula-e-cobra-torcida-do-botafogo-contra-o-avai-9913924.ghtml)


7. MAIOR APRENDIZADO


A vida já tinha me ensinado um pouquinho sobre isso, mas o ano de 2021 no Botafogo... A gente começa perdendo bastante, empatando, perdendo pontos preciosos, aquela pressão... Pras coisas acontecerem, depende unicamente de você, da sua dedicação, do seu comportamento e da sua personalidade.

Se você disser que é capaz para si mesmo, você tem grandes possibilidades de conseguir. Eu aprendi junto do grupo ali. Quando a gente bateu no peito dizendo que era capaz e que merecia vestir aquela camisa, a gente foi lá, fez e aconteceu.


Chay comemora gol pelo Botafogo - Vítor Silva/BFR



8. A FRASE QUE MAIS ESCUTA

"Eu vi o Chay"



Chay supera dificuldades e é homenageado pela torcida com música: "Eu vi o Chay" - Esporte Espetacular (https://globoplay.globo.com/v/9872511/)



9. O QUE MAIS DEIXA PARA BAIXO

Ultimamente, tenho me abalado bastante com o que leio nas redes sociais. Tenho tido momentos complicados, de duvidar que eu sou capaz.

Minha história mostra que sempre fui me reinventando. Escuto críticas, concordo com algumas, discordo de outras. "O Chay não serve mais, é jogador de Série B", mas meus números mostram um pouco diferente.

Tenho 11 partidas, quatro participações em gols, que seriam seis, se dois não fossem anulados. Eu participo ativamente dos jogos do Botafogo. Eu nunca vou me omitir, vou jogar para frente, tentar fazer o diferente. Este momento de crítica que eu tenho recebido, tenho absorvido ao meu modo.



Chay no Botafogo - Vítor Silva/BFR


10. MÚSICA MAIS ESCUTADA

Tem duas partes da música Moleque de Vila, do Projota, que me marcam muito dentro deste contexto. E que descrevem fielmente a minha trajetória.

Prosperei com o suor do meu trabalho
Me guardei, lutei sem buscar atalho
Ou sem pisar em ninguém
Sem roubar também, então sei
Que hoje o meu nome é Foda e meu sobrenome é Pra Caralho


Já fui vaiado, já fui humilhado, já fui atacado
Fui xingado, ameaçado, nunca amedrontado
Aplaudido, reverenciado, homenageado
Premiado pelos homens, por Deus abençoado



Música fez sucesso com participação de Projota no BBB (https://globoplay.globo.com/v/9488771/)



11. FRUSTRAÇÃO

Eu lembro bem dos jogos, é impressionante. A gente estava em transição... Tinham acabado de demitir o Chamusca, estava bem confuso tudo que acontecia. A gente iniciou bem na partida, mas depois ficou meio perdido. Eu criei bastante chance de gol, mas não tava conseguindo fazer gol.

Foi um momento que eu cheguei no vestiário, tem até uma parte na série (assista abaixo) que eu chego e estou totalmente desolado. O time todo discutindo, um brigando com o outro, com dirigente. E parece que eu estou em outro mundo, completamente desolado, sem acreditar no que estava acontecendo. Ali eu fiquei frustrado.




(https://ge.globo.com/video/acesso-total-episodio-6-tem-diego-loureiro-e-kanu-em-discussao-quente-no-vestiario-10122693.ghtml)



12. MAIOR ORGULHO



Chay comemora acesso do Botafogo à Série A - Vítor Silva/BFR



Eu fui f*.., mas o grupo foi junto. Quando a gente consegue antecipadamente o acesso com o Guarani, em um jogo que os caras passam ganhando e no final a gente empata. Eu tinha acabado de voltar da lesão e eu falei: "Eu quero jogar, eu vou jogar". Senti câimbra, o tornozelo todo enfaixado.

E eu ainda participo ativamente, dou assistência para o gol do Navarro. Quando acabou o jogo, minha família toda entrou em campo.
Ali, eu desabei. Foi difícil chegar aqui. Não cheguei como mais um, consegui participar.

Ser lembrado quando eu sair do Botafogo.

Não só pela música, mas por ter marcado a história do Botafogo, por ter sido o Chay. Deixar um legado marcante, esse é meu maior sonho.



Chay com a torcida do Botafogo - Vítor Silva/BFR


14. MAIOR MARCA DEIXADA PELO BOTAFOGO

O Botafogo mudou a minha vida, não tem marca maior do que isso.

O Botafogo me abriu as portas, me mostrou para o cenário brasileiro, ou sei lá até onde chegou o meu nome. Cheguei em lugares, locais que eu nunca imaginei. Esses dias eu estava falando com o Galvão Bueno... Sabe? Trocando uma ideia, falando sobre futebol com pessoas renomadas.




(https://ge.globo.com/video/galvao-e-chay-comentam-estreia-do-acesso-total-2a-temporada-botafogo-10064564.ghtml)



Me abriu as portas para conhecer jogadores que marcaram minha adolescência, o Rafael Moura é um deles. Eu lembro da época dele no Corinthians, que marcou muito, jogava com ele no video game. Falei isso para ele. O Rafa é fera.

Tive a oportunidade de conhecer vários atletas. Ser conhecido por pessoas que você assiste. Eu já falei com o David Luiz. Pô, o cara... Copa do Mundo, Chelsea, Paris Saint-German. E ele falando comigo!
Daí eu penso: Quem é Chay? E ouço ele dizendo: "Meu pai se amarra na sua, Chay".

Sou reconhecido por pessoas que são grandes no futebol. Eu vou ser eternamente grato ao Botafogo por isso.



Chay comemora título da Série B - Vítor Silva/BFR



Fonte: GE/Por Renata de Medeiros – Rio de Janeiro

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Escalação do Botafogo: Luís Castro prepara time para enfrentar o Coritiba; quatro não treinam


Gustavo Sauer, que havia retornado aos treinos nesta semana, voltou a sentir dores no tornozelo; Vinícius Lopes, Joel Carli e Diego Loureiro também não realizaram a atividade desta sexta




Enquanto prepara o Botafogo para enfrentar o Coritiba no domingo, às 16h, no Couto Pereira, Luís Castro tem um dilema: dar, pela primeira vez, sequência a uma escalação ou tentar resolver um dos pontos frágeis do time até agora, a criação? O técnico ainda comandará o treino de sábado para encaminhar a equipe, mas a resposta mesmo tem sido repassada aos jogadores apenas no dia da partida, na preleção - a última conversa antes de a delegação deixar o hotel onde está concentrada em direção ao estádio.


+ Botafogo negocia acordo para repassar à SAF exploração do Nilton Santos



Uma das possibilidades que o treinador português tem é repetir a formação que entrou em campo na rodada passada, no empate em 1 a 1 com o América-MG, em Belo Horizonte. Todos os jogadores que iniciaram aquela partida estão à disposição de Luís Castro.





Luis Castro em Botafogo x Fortaleza — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF



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Por outro lado, quatro atletas não participaram do treino desta sexta (27) e devem ser baixas na viagem: Joel Carli, Vinícius Lopes, Diego Loureiro e Gustavo Sauer, que havia retornado às atividades após duas semanas fora, mas voltou a sentir dores no tornozelo - a última partida dele foi em 8 de maio, na vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, em Brasília.


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Sem Vinícius Lopes, Luís Castro perde a possibilidade de começar o jogo com o jogador que mudou a cara do time nas duas últimas rodadas, quando entrou no segundo tempo - contra Fortaleza e América-MG. A tendência, portanto, é o ingresso de Chay no meio de campo para tentar resolver o problema recorrente na criação. Ele foi o escolhido pelo treinador e pelo departamento de comunicação para atender a imprensa após o treino desta sexta.





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A provável escalação do Botafogo tem:



Gatito; Saravia, Kanu, Cuesta e Daniel Borges; Oyama, Tchê Tchê (Lucas Fernandes), Chay; Diego Gonçalves (Patrick de Paula) Victor Sá e Erison.


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Por Davi Barros e Renata de Medeiros — Rio de Janeiro

Botafogo negocia acordo para repassar à SAF exploração do Nilton Santos


Clube, empresa e poder público precisam colocar no papel novo contrato para uso das instalações. John Textor cogita construção de novo estádio no futuro



Quase três meses depois da assinatura da SAF, o Botafogo ainda busca acordo interno e com a Prefeitura do Rio para repassar oficialmente a exploração do Nilton Santos à nova empresa que controla o futebol do clube. Exigência da lei da SAF, a transferência depende de detalhes a serem acertados entre empresa, associação e poder público.

+ Textor projeta janela de julho com nome de impacto


A negociação ainda não está finalizada entre clube e John Textor. E tem no poder público uma etapa a mais para chegar ao consenso. Alguns pontos estão na mesa de negociação: compensação financeira, partes do estádio que serão explorados, custos e investimentos. A concessão do governo municipal deixa o clube vinculado ao estádio até 2051 por meio da Companhia Botafogo.





Estádio Nilton Santos, do Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Para completar, outra parte importante é entender o nível de liberdade que o Botafogo terá para fazer mudanças que considera necessárias com menos burocracia. Hoje, qualquer ação no estádio precisa do crivo da Prefeitura.


A lei da Sociedade Anônima do Futebol exige que instalações como estádios e centro de treinamento sejam repassados pelas associações às novas empresas, mas não especifica condições, que precisam ser resolvidas entre os lados.


O que diz a lei

"Se as instalações desportivas, como estádio, arena e centro de treinamento, não forem transferidas para a Sociedade Anônima do Futebol, o clube ou pessoa jurídica original e a Sociedade Anônima do Futebol deverão celebrar, na data de constituição desta, contrato no qual se estabelecerão as condições para utilização das instalações"




Durcésio Mello, presidente, e Textor celebraram acordo da SAF em março — Foto: Divulgação/BFR


SAF adianta investimentos

A burocracia não impede o clube de fazer o planejamento andar. Atualmente, a SAF já está presente no dia a dia do Nilton Santos, participa da gestão e também de melhorias, como reforma de gramado e vestiário. Nesse momento, o campo principal passa por obras previstas para terminar na próxima semana.


Recentemente, o clube contratou um novo gerente de operações para o estádio, Alexandre Barros, profissional que já trabalhou na Copa América de 2019 e na Amsterdam Arena, na Holanda.


O maior esforço até agora foi feito pela grama. O clube faz reparos que, antes, não eram frequentes por falta de recursos. No fim do ano, com a temporada encerrada, está prevista reforma geral e, possivelmente, a troca para um gramado híbrido, processo feito no Maracanã para 2022 (veja no vídeo).



Após costura das fibras sintéticas, gramado do Maracanã entra na última fase (https://ge.globo.com/video/apos-costura-das-fibras-sinteticas-gramado-do-maracana-entra-na-ultima-fase-10353843.ghtml)


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Textor pensa em novo estádio

Paralelo à negociação para regularizar a permanência no Nilton Santos, John Textor fala abertamente sobre a construção de um novo estádio para o


. O que também está ligado às conversas com a Prefeitura. Mesmo se optar por deixar o estádio, isso não deve acontecer por pelo menos três anos.


Em entrevistas recentes, o empresário externou o desejo de construir uma nova casa para 25 mil ou até 40 mil pessoas. Nesse início da era SAF, a média de público do clube beira as 30 mil pessoas por jogo. Em conversa com influenciadores no canal "Fala, Fogão", o acionista contou que procura terrenos pela cidade do Rio.


O plano é para o futuro, ainda não está perto de sair do papel. Até porque a empresa precisa estudar custos de construção e maneiras de fazer o estádio sustentável financeiramente. Isso também está ligado às condições que clube e empresário firmarão para repassar a gestão do Nilton Santos pelos próximos anos.


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Fonte: GE/Por Thayuan Leiras — Rio de Janeiro