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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Após período curto de folgas, Botafogo inicia preparação para excursão na Inglaterra

 

Glorioso enfrenta Crystal Palace no dia 3 de dezembro pelo último compromisso da temporada






Elenco folgou entre os dias 16 e 20 de novembro (Foto: Vítor Silva/Botafogo)



Os jogadores do Botafogo receberam quatro dias de folga após uma temporada desgastante, mas já estão de volta ao trabalho. Nesta segunda-feira, o elenco alvinegro inicia a preparação para a esperada excursão na Inglaterra.


A delegação viaja no dia 28 de novembro. Luís Castro pretende realizar alguns treinamentos no Rio de Janeiro para preparar os atletas antes do amistoso. O Glorioso enfrenta o Crystal Palace no dia 3 de dezembro.


Matheus Nascimento, que renovou recentemente seu contrato até 2025, não viaja para Inglaterra. O atacante sofreu uma lesão ocular durante um treino da Seleção Brasileira sub-20 e está sendo observado pelos médicos do clube.

Outro desfalque da excursão é Gatito Fernández, que sofreu uma luxação no ombro esquerdo na antepenúltima rodada do Brasileirão. Por conta da lesão, o goleiro precisará ficar meses afastado dos gramados e segue com situação indefinida no Botafogo.


O amistoso será realizado no Selhurst Park. Logo em seguida, os jogadores retornam ao Brasil e entram de férias. A volta das atividades será um pouco antes do Campeonato Carioca, previsto para estrear dia 14 de janeiro.





LANCE!Rio de Janeiro (RJ)

Após tentativas em 2022, Botafogo iniciará nova temporada com homem-gol



Tiquinho Soares toma conta da camisa 9 e põe fim a incertezas da posição na reta final do ano




O 2023 do Botafogo ainda nem começou, mas já mostra uma grande mudança em relação à temporada que passou: a presença um artilheiro de confiança. Depois de outros pretendentes, Tiquinho Soares correspondeu e promete ser um dos destaques do time na próxima temporada.


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Tiquinho Soares comemora gol pelo Botafogo — Foto: André Durão


Durante 2022, outros três nomes passaram pelo comando de ataque, mas sem o mesmo apelo do atual camisa 9. Erison iniciou a temporada de forma artilheira, mas ficou sem espaço após a segunda janela de contratações. Matheus Nascimento teve chances, porém ainda é um atleta em formação, com apenas 18 anos. Por fim, Júnior Santos, que se deslocou para a ponta direita para não sair do time.


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Números de G-4

Tiquinho desbancou essa concorrência, primeiro, com gols. Fez poucos jogos, apenas 14, mas terminou com média de quase um gol a cada duas partidas. Ele marcou seis vezes com a camisa do Botafogo, além de ter dado duas assistências.





Veja os 10 gols mais bonitos do Botafogo em 2022 (https://ge.globo.com/video/veja-os-10-gols-mais-bonitos-do-botafogo-em-2022-11135058.ghtml)


O impacto ficou evidente também nos resultados. O time mais encaixado de Luís Castro teve Tiquinho como principal símbolo. Tanto que, com ele, o Bota teve aproveitamento para estar entre os melhores do Campeonato Brasileiro e bateu na trave na briga por uma vaga na Libertadores.



Foram oito vitórias, dois empates e quatro derrotas com o centroavante em campo. O que rendeu a conquista de 61% dos pontos em disputa. Número que é melhor do que o quarto colocado Corinthians e igual ao Fluminense, que terminou no terceiro lugar.



Tutor para Matheus

Aos 31 anos, Tiquinho contribuiu com experiência e com um estilo de jogo físico, além de técnico, que deu outras alternativas ao ataque alvinegro. Além do poder de finalização, a capacidade de segurar a bola na frente e disputar com os zagueiros contaram a favor do atual 9.





Matheus disputa a bola em jogo do Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Atributos que, em escalas diferentes, faltaram aos concorrentes. Apesar dos bons números, Erison foi avaliado como sem espaço no elenco e partiu para Portugal, emprestado. Com Matheus, por outro lado, o clube ainda se empolga e vê em Tiquinho um potencial professor.



O prata da casa teve a maior participação da carreira, com 37 jogos e sete gols no profissional. Só que o segundo semestre foi de poucas chances. A promessa se recupera de lesão para tentar um 2023 com mais protagonismo, o que passaria por ganhar de vez a posição de reserva imediato do atual camisa 9.


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

domingo, 20 de novembro de 2022

Chegada de Luís Castro freia dança das cadeiras no Botafogo



Rotatividade no comando técnico do clube é a menor dos últimos cinco anos



A chegada da SAF e de Luís Castro deu uma estabilidade que o comando técnico do Botafogo não tinha há cinco anos. A contratação do treinador português freou a dança das cadeiras que movimentou o clube desde 2018, quando o trabalho longo de Jair Ventura que foi interrompido.


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Luís Castro em treino do Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Desde então, nada menos que 12 treinadores diferentes comandaram o elenco alvinegro. Dois deles foram demitidos e recontratados algum tempo depois, casos de Alberto Valentim e Eduardo Barroca. O rotatividade dos técnicos, levantamento do ge, traz os detalhes (clique e confira).



Técnicos do Botafogo desde 2018


2022: Enderson Moreira e Luís Castro

2021: Eduardo Barroca, Marcelo Chamusca e Enderson Moreira

2020: Alberto Valentim, Paulo Autuori, Bruno Lazaroni, Ramon Díaz e Eduardo Barroca

2019: Zé Ricardo, Eduardo Barroca e Alberto Valentim

2018: Felipe Tigrão, Alberto Valentim, Marcos Paquetá e Zé Ricardo


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Com o fim desta temporada, Castro completou oito meses de Botafogo. Nesse período, só Paulo Autuori, em 2020, teve tempo parecido. Só que, naquele ano, os jogadores foram comandados por nada menos que cinco treinadores diferentes. O resultado foi o rebaixamento para a Série B.




Rizek revela conversa da diretoria do Botafogo sobre futuro de Jeffinho (https://ge.globo.com/sportv/programas/selecao-sportv/video/rizek-revela-conversa-da-diretoria-do-botafogo-sobre-futuro-de-jeffinho-11117958.ghtml)




Clube resistiu a pressão


Neste ano, a caminhada teve turbulências. Nas redes sociais, alvinegros pediram a cabeça de Luís Castro algumas vezes, principalmente no momento do Brasileirão em que a equipe se aproximou da zona de rebaixamento. Apesar do barulho, o empresário John Textor não cedeu à pressão que costuma convencer a cartolagem brasileira.


Sócio majoritário da SAF, o americano sempre tratou o treinador como parceiro de um projeto de médio e longo prazo. O que fez o clube voltar a uma estabilidade no comando que começou com o acesso de 2015 e se perdeu temporadas depois.


Da chegada de Ricardo Gomes, ainda durante a Série B, até a saída de Jair Ventura, foram quase dois anos com apenas dois treinadores e quase uma continuidade de trabalho, já que Jair foi promovido após ser auxiliar técnico do clube. Foi o período de melhores resultados dos últimos tempos, com direito a G-5 do Brasileirão e chegada às quartas de final da Copa Libertadores.


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Fonte: GE/Por Thayuan Leiras — Rio de Janeiro