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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Saiba fatores que levam o Botafogo a fazer nova investida por 'retorno' de atacante



'Xodó' do técnico Luís Castro, Júnior Santos faz com que Alvinegro faça nova oferta de empréstimo para clube japonês





Júnior Santos chamou atenção por sua força física e explosão em 2022 (Foto: Armando Paiva)



O fato do Botafogo fazer uma nova investida para contar com o atacante Júnior Santos até o fim de 2023 traz algumas peculiaridades. Por ter respaldo do gestor John Textor para traçar um planejamento a médio ou longo prazo, Luís Castro naturalmente conseguiria uma solução "interna" para encontrar o ponta que tanto precisa.


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Embora seja centroavante de ofício, Júnior Santos ganhou moral com Castro ao atuar pelos lados. O comandante alvinegro viu no atacante uma alternativa de força física e de explosão. Além dito, sua dedicação como marcador fez com que o atacante se consolidasse entre os titulares.


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O jogador de 28 anos atuou em 15 rodadas do Brasileirão, balançou a rede uma vez e deu passes para dois gols do Glorioso. Seu desempenho contribuiu para a equipe obter uma das vagas na Copa Sul-Americana (e lutar até a última rodada por uma das vagas na Copa Libertadores). Isto contribuiu para o técnico Luís Castro confiar em um progresso ainda maior caso ele siga em 2023.

Outro aspecto pode deixar o Botafogo em vantagem em uma disputa pelo jogador. Por mais que clubes brasileiros também coloquem Júnior Santos na pauta, a maneira como conhece o trabalho de Luís Castro e guarda lembranças com a camisa alvinegra pode fazer com que "retorne" ao clube.

O Botafogo propôs ao Sanfrecce Hiroshima um novo empréstimo de Júnior Santos. Porém, caso o negócio se concretize, desta vez arcará integralmente com os salários.

 
E MAIS:





Fonte: LANCE! Rio de Janeiro (RJ)

Botafogo detalha obras do Nilton Santos e tem data prevista para 'estreia' do novo gramado



Busca por 'jogabilidade' é um dos pontos cruciais para escolha do piso novo





Obras iniciaram nesta segunda-feira (Divulgação/ Botafogo)


A mudança de "cara" do Estádio Nilton Santos gera otimismo no Botafogo. Nesta segunda-feira (16), dia no qual iniciaram as obras para a instalação do gramado sintético no estádio (feita em parceria com a Total Grass), o clube traçou rumos do que esperar do novo campo.

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O Glorioso estabeleceu um prazo para a conclusão do gramado. A estreia da equipe na Copa Sul-Americana será no renovado Niltão.


O Botafogo destacou que a SAF optou pela grama sintética da FieldTurf, líder global no segmento. A empresa desenvolve e fornece materiais com um alto padrão qualidade, durabilidade e segurança. Os demais componentes que complementarão o sistema serão importados de Portugal e Holanda.

O diretor de operações da SAF, Alexandre Costa, trouxe alguns aspectos que foram levados em conta para a escolha do gramado.


- Quando olhamos para o Estádio Nilton Santos pensamos em quatro pontos fundamentais para a instalação do gramado sintético. A primeira seria a jogabilidade, ou seja, precisa ser um trabalho perfeito para a prática de futebol. A segunda seria o conforto, nós olhamos para um sistema que fosse confortável para os jogadores, o mais parecido possível com o gramado natural. A terceira seria a possibilidade de suportar as cargas referentes aos grandes eventos que acontecerão aqui. A quarta seria a possibilidade de arrefecimento, um gramado sintético tem tendência para subir a temperatura, não só o sistema que compõe o gramado, mas também o sistema de irrigação precisa estar preparado para diminuir essa temperatura. Então foi isso que planejamos - disse.


O sistema é definido como inovador e o Botafogo teve apoio da Total Grass para buscar o potencial do desenvolvimento de jogo. Além disso, há busca por maior resistência para que sejam realizados eventos de grande porte, de partidas a grandes shows e, aliado a isso, evitar a retenção de calor.

 

O clube destacou alguns aspectos do gramado:


- Piso drenante: Sistema de drenagem de água, onde o fluxo de água passa por toda a extensão do campo. Isso contribui para que o sistema possa ser irrigado sem o risco de encharcamento.

- Shock Pad: Manta especial anti-impacto, que tem como principal objetivo trazer conforto e jogabilidade para o sistema. Esse material é importado, homologado e permite o mesmo desempenho de um gramado natural de alta qualidade.

- Grama sintética: Grama com o mais alto nível tecnológico, tem a composição de dois tipos de fio (mista). Esse modelo tem como diferencial a durabilidade e memória do gramado, que irá atender às dinâmicas do estádio tanto para os grandes eventos como para os jogos semanais. A mistura dos diferentes fios contribui para que os compostos se acomodem de forma mais homogênea no gramado, dando uma estética mais próxima a de uma gramado natural e requer uma menor manutenção.

- Cortiça: Esse material é um composto natural, que agrega o que há de melhor em termos de compostos para gramados sintéticos. Agrega uma maior absorção de impacto e tem o menor coeficiente de calor entre as opções existentes no mercado.


E MAIS:





Fonte: LANCE! Rio de Janeiro (RJ)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Análise: Time B do Botafogo decepciona em primeiro grande teste pós-Textor



Comandados de Lúcio Flávio são derrotados na estreia do Campeonato Carioca para o Audax




A estreia do Botafogo na temporada 2023 foi decepcionante. Apesar do time sub-23 ter atuado no Estádio Nilton Santos, a derrota por 1 a 0 para o Audax com uma atuação sem inspiração não salvou o treinador Lúcio Flávio de ouvir vaias e xingamentos ao final do duelo.


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Foi a primeira grande oportunidade do comandante no clube após a chegada de John Textor como acionista majoritário da SAF. O ex-meia foi apontado como treinador do time B, mas ficou apenas no comando de jogos amistosos e no Brasileirão de Aspirantes no ano passado. Agora, foi a chance em um cenário profissional.


Mas o resultado final foi bem fraco. O Botafogo pouco fez diante de um time do Audax que também pouco mostrou - apesar do golaço marcado por Higor Leite em um chute de rara felicidade do círculo central do gramado. Foi uma equipe desconectada, com o meio-campo e ataque tendo pouca relação.





Iago jogador do Botafogo lamenta chance perdida durante partida contra o Audax — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF



O Botafogo buscou os corredores praticamente todas as vezes que vinha ao ataque. Por vezes, até fazia interessantes triangulações para fazer com que os laterais chegassem livres, mas os cruzamentos eram executados quase sempre de forma errada. Resumo: um time com dificuldade para ameaçar, de fato, o goleiro adversário.


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Por mais que o gol levado pela equipe seja destacado muito mais pela individualidade de Higor Leite, meia do Audax, do que justamente por um erro coletivo da defesa do Botafogo, o time não fez por onde no sentido da qualidade de criação das chances para fazer valer o discurso que merecia ter vencido.




Melhores Momentos de Botafogo 0 x 1 Audax pela 1ª rodada do Campeonato Carioca



Se a expectativa da torcida para a estreia podia ser baixa por todo o contexto envolvido - afinal de contas, o público foi de pouco mais de 4000 torcedores -, Lúcio Flávio não passou no primeiro teste no principal cenário do Botafogo.


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Fonte: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro