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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Diego Hernández chega ao Rio para jogar no Botafogo: "Me sinto preparado"



Meio-campista ressaltou importância de um mês de treinamentos até data de estreia



O mais novo reforço do Botafogo já está em solo brasileiro. O uruguaio Diego Hernández desembarcou no Aeroporto Santos Dumont no começo da noite desta sexta-feira ao lado da família e empresário para assinar com o Glorioso por três temporadas. A negociação foi fechada por cerca de 2,5 milhões de dólares (R$ 12,4 milhões, na cotação atual) por 70% dos direitos econômicos do atleta.




Confira a chegada de Diego Hernandez, novo reforço do Botafogo, ao Brasil (https://ge.globo.com/video/confira-a-chegada-de-diego-hernandez-novo-reforco-do-botafogo-ao-brasil-11632331.ghtml)


+ Finalizador e veloz, mas fraco fisicamente: quem é Diego Hernandez, reforço do Botafogo



- É um sentimento muito bonito, estou muito contente em poder vir. Sobre a preparação, me sinto bem, me sinto preparado para jogar. Tinha desejo de chegar ao país e mostrar meu futebol - afirmou ao ge.


Contratado há dois meses, o jogador, que foi destaque do último Campeonato Uruguaio, não pôde se apresentar ao Botafogo logo após ser contratado. Isso porque time estrangeiro fez questão de segurá-lo até este mês, quando o Apertura se encerrou. Pelo Montevideo, Diego Hernández atuou por quatro temporadas (2020 a 2023), marcou 13 gols e deu uma assistência em 93 partidas.


Diego Hernández só poderá atuar oficialmente a partir do dia 3 de julho, quando a segunda janela do futebol brasileiro abrirá novamente. Até lá, ele ficará treinando e aprimorando a parte física com o time principal.


- Vai ser muito importante para a adaptação. Terei vários treinamentos em cima. Estou muito contente de estar aqui e me sinto pronto - completou.





Diego Hernández — Foto: Giba Perez/ge



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+ Escalação do Botafogo: Marçal deve ser novidade no time contra o Fluminense


O atacante iniciou a carreira no Peñarol, mas, sem espaço no time de cima, foi para o Wanderers ainda com 18 anos, quando estreou profissionalmente. Recentemente, conquistou a primeira convocação e chamou a atenção do mercado externo - entrou no lugar de Giorgian De Arrascaeta, do Flamengo, cortado por lesão.


Canhoto e atuando preferencialmente como ponta esquerda, se destaca pela objetividade e finalização. O ge reuniu informações do jogador e o retrospecto no futebol uruguaio (clique aqui e saiba mais).


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Fonte: GE/Por Giba Perez e Jéssica Maldonado — Rio de Janeiro

Parte física pesa, e Botafogo não repete escalação há um mês



Luís Castro utiliza 23 jogadores diferentes no 11 inicial em nove partidas neste período




O Botafogo convive com problemas físicos, e Luís Castro está praticamente sendo obrigado a rodar o elenco nas últimas partidas pelo cansaço. A última vez que o técnico repetiu uma escalação entre dois jogos foi há praticamente um mês, na sequência entre Universidad César Vallejo, do Peru, e Bahia, nos dias 20 e 24 de maio, respectivamente.




Ge Botafogo discute ausência de Marçal e escolha do time titular contra o Athletico-PR (https://ge.globo.com/podcasts/video/ge-botafogo-discute-ausencia-de-marcal-e-escolha-do-time-titular-contra-o-athletico-pr-11628898.ghtml)


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+ Análise: eficiência salva Botafogo em noite de acomodação em Curitiba



Contra o Athletico Paranaense, em jogo das oitavas da Copa do Brasil na última quarta-feira, Luís Castro fez três mudanças em relação ao considerado "time titular". Marçal, Eduardo e Victor Sá começaram no banco para as entradas de Hugo, Gabriel Pires e Luís Henrique.


- Tivemos dois dias para este jogo e teremos mais dois para o Fluminense. Temos que fazer a gestão dos jogadores. Vai ser mais um jogo em que nós não temos tempo. É quase impossível termos aquilo que nós idealizamos em determinado momento da temporada. Veremos os jogadores que saem daqui (Arena da Baixada) com problemas - afirmou o treinador.


Desde o jogo contra o César Vallejo, há praticamente um mês, Luís Castro utilizou 23 jogadores nos diferentes 11 iniciais. Nesse intervalo de nove jogos, Adryelson, com oito aparições, e Leonel Di Plácido e Tiquinho Soares, com sete (cada), foram os que mais iniciaram jogos.


Muito desse cenário para repetir escalações e conseguir uma sequência de equipe vem das lesões. O Botafogo perdeu Danilo Barbosa, Rafael e Matías Segovia recentemente - o terceiro, inclusive, teria sido titular contra o Goiás, no último fim de semana, mas fraturou a mão no treino na véspera da partida.





Luís Castro, Botafogo — Foto: Vítor Silva/Botafogo


- Acabamos com muitos jogadores em dificuldades, pois com um números maior de jogos eles vêm vindo a ter (lesões). Mas é para todos, não só para nós, não há o que lamentar. Quanto mais extensos e mais qualidade tiverem os elencos, mais prontos estarão para fazer mais fácil essa intensidade competitiva. Vamos ao jogo sempre com o mesmo sentimento, da oportunidade de ganhar e é dessa forma que vamos olhar o próximo jogo, assim como olhamos as eliminatórias, para virar no Nilton Santos e certamente, com a nossa torcida, vamos virar a eliminatória para o nosso lado - analisou o comandante.



O Botafogo volta aos gramados às 18h30 do próximo sábado para enfrentar o Fluminense, no Estádio Nilton Santos, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro.


Últimas escalações do Botafogo



x César Vallejo:
Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Rafael; Danilo Barbosa, Lucas Fernandes, Eduardo; Júnior Santos, Tiquinho Soares, Victor Sá.

x Bahia: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Rafael; Danilo Barbosa, Lucas Fernandes, Eduardo; Júnior Santos, Tiquinho Soares, Victor Sá.

x Ypiranga: Lucas Perri;
Daniel Borges, Philipe Sampaio, Luis Segovia, Hugo; Marlon Freitas, Tchê Tchê, Raí; Gustavo Sauer, Matheus Nascimento, Luís Henrique.

x Flamengo: Lucas Perri; Rafael, Adryelson, Cuesta, Marçal, Danilo Barbosa, Tchê Tchê, Eduardo; Júnior Santos, Tiquinho Soares, Victor Sá.

x LDU: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Marçal; Danilo Barbosa, Tchê Tchê, Eduardo; Gustavo Sauer, Tiquinho Soares, Luís Henrique.

x Atlético-MG: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Hugo; Marlon Freitas, Lucas Fernandes, Gabriel Pires; Júnior Santos, Matheus Nascimento, Victor Sá.

x Corinthians: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Marçal; Marlon Freitas, Eduardo, Gabriel Pires; Júnior Santos, Tiquinho Soares, Victor Sá.

x Goiás: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Luis Segovia, Marçal; Marlon Freitas, Tchê Tchê, Eduardo; Gustavo Sauer, Tiquinho Soares, Victor Sá.

x Athletico: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta, Hugo; Tchê Tchê, Lucas Fernandes, Gabriel Pires; Júnior Santos, Tiquinho Soares, Luís Henrique.



*Os jogadores em itálico são os que não se repetem entre as partidas


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Análise: eficiência salva Botafogo em noite de acomodação em Curitiba



Na primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil, cariocas chegaram a ter vantagem de 2 a 0 nas poucas chances que criaram, mas permitiram a virada no segundo tempo




O Botafogo tinha um tabu pela frente ao entrar na Arena da Baixada: 15 anos sem vencer o Athletico-PR em Curitiba. A derrota por 3 a 2, gols de Tiquinho e Luís Henrique para o Glorioso, e Vitor Roque, Vitor Bueno e Fernandinho para o Furacão, mostrou porque é tão difícil bater a equipe paranaense.





Athletico-PR 3 x 2 Botafogo - Melhores momentos - Jogo 1 das oitavas de final da Copa do Brasil 2023


É preciso dar os méritos aos comandados de Paulo Turra, um time que nesta temporada já virou oito partidas, lidera a chave da Libertadores, à frente de Atlético-MG e Libertad, e que só perdeu três jogos em todo o ano de 2023.


Mas o Botafogo que se viu em campo foi um time que em poucos momentos ameaçou os donos da casa. O Furacão começou a partida com controle da bola dentro do campo de ataque, se movimentando, pressionando e recuperando rápido a bola depois da perda.





Athletico-PR x Botafogo Copa do Brasil — Foto: Robson Mafra/AGIF


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+ Luís Castro lamenta falhas em derrota para o Athletico-PR: "Segunda parte sofrível"

+ Atuações do Botafogo: Tiquinho leva a maior nota, e Hugo é o pior em derrota


Ficar sem a bola não é uma novidade para o time treinado por Luís Castro, pelo contrário. Às vezes a equipe parece até se sentir mais confortável dessa forma, controlando a partida e estocando em velocidade usando os pontas. Mas não foi o que aconteceu na Arena da Baixada.


O Athletico ganhava a batalha no meio-campo todo o tempo, impossibilitando que Gabriel Pires ou Lucas Fernandes tivessem a chance de acionar a velocidade de Júnior Santos de um lado ou Luís Henrique no outro.




Veja 10 reações ao golaço de Luis Henrique, do Botafogo, contra o Athletico-PR (https://ge.globo.com/video/veja-10-reacoes-ao-golaco-de-luis-henrique-do-botafogo-contra-o-athletico-pr-11626670.ghtml)


Apesar do domínio e de algumas boas oportunidades dentro da área, os paranaenses não conseguiam finalizar na direção do gol de Lucas Perri de forma realmente ameaçadora. E foi aí que a eficiência do Botafogo fez a diferença. Em duas chegadas, abriu a vantagem de 2 a 0.


Primeiro, Tiquinho aproveitou desvio da defesa na primeira trave no escanteio para dominar a bola dentro da área e chapar no cantinho de Bento. Dois minutos depois, o centroavante acionou Luís Henrique que bateu de primeira, a bola desviou Zé Ivaldo e morreu na rede.


Vantagem não deu conforto

Levando em consideração as últimas partidas, a expectativa era de que a vantagem no intervalo desse conforto para o Botafogo se defender e contra-atacar, mas o que foi visto no campo foi um time atordoado, que além de não criar, passou a se defender mal.


O que vem sendo uma força do Alvinegro na temporada, virou justamente o calcanhar de Aquiles na partida: a bola parada. Vitor Roque aproveitou desvio de escanteio na primeira trave para reduzir a diferença. Pouco depois a pressão para recuperar a bola rapidamente deu resultado.


Depois de Hugo perder a bola no meio-campo, Roque recebeu, acionou Vitor Bueno que soltou uma pedrada de canhota para empatar. Fernandinho ainda virou antecipando Hugo em uma cobrança de falta para desviar de cabeça na primeira trave.


Durante todo segundo tempo, a única chance do Botafogo foi um chute de longe de Tiquinho. Pro que produziu ofensivamente durante todo jogo e defensivamente no segundo tempo, o resultado poderia ter sido pior para o Alvinegro. A desvantagem mínima é perfeitamente reversível no estádio Nilton Santos.


Mas a partida de volta, no dia 31 de maio, às 21h30, será um teste de fogo. Muito além da diferença no placar, os comandados de Luís Castro vão encontrar um adversário que dificilmente vai se abrir e vão precisar propôr jogo e gerar espaços, algo que já mostraram ter dificuldades.




"Botafogo não pode tomar essa virada depois de 2 a 0", diz Pedro Dep | A Voz da Torcida (https://ge.globo.com/futebol/voz-da-torcida/video/botafogo-nao-pode-tomar-essa-virada-depois-de-2-a-0-diz-pedro-dep-a-voz-da-torcida-11626632.ghtml)



Mas esse Botafogo também se mostrou um time versátil em 2023, que vence de diferentes formas e que sabe aproveitar as poucas oportunidades que tem para construir o placar. A eliminatória está aberta e é promessa de jogaço no Rio de Janeiro.


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Fonte: Por Giba Perez — Curitiba (PR)