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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Atuações: laterais vão mal, Bolívar se desdobra na zaga e leva melhor nota




Com gramado irregular, meias criam pouco, ataque não recebe a bola e Botafogo não sai do 0 a 0 com o Bangu, pela Taça Guanabara




JEFFERSON - GOLEIRO
Enquanto o Bangu pressionou no primeiro tempo, foi preciso quando exigido. No segundo, teve menos trabalho, mas segurou as oportunidades de gol do adversário.
Nota: 6,0

GILBERTO - LATERAL-DIREITO
Não repetiu a boa atuação da estreia. Apesar de mostrar disposição e muita vontade ao se apresentar no ataque, deixou muito espaço e quase criou problemas mais sérios na defesa.
Nota: 4,5

BOLÍVAR - ZAGUEIRO
Teve muito trabalho para cobrir os espaços deixados por Gilberto no lado direito. Foi bem quando exigido e ajudou a proteger as bolas aéreas na direção de Alexandro.
Nota: 6,5

DÓRIA - ZAGUEIRO
Não lembrou o Dória que foi bem no Campeonato Brasileiro de 2012. Pareceu um pouco inseguro e deu muita pixotada, encontrando dificuldades na marcação.
Nota: 5,0

LIMA - LATERAL-ESQUERDO
Praticamente não apareceu em campo. E quando o fez, não deu continuidade as jogadas.
Nota: 4,0

MARCELO MATTOS - VOLANTE
Marcou bastante, fez muitas faltas duras e conseguiu bons desarmes no meio. Pecou em alguns passes quando se arriscou no campo ofensivo.
Nota: 5,5

JULIO CESAR - LATERAL-ESQUERDO
Entrou faltando 15 minutos, fez o seu papel bem e melhorou um pouco o nível na lateral esquerda.
Nota: 5,5

JADSON - VOLANTE
Teve atuação um pouco abaixo do seu companheiro de posição. Arriscou lançamentos, mas errou passes e não apareceu tanto na marcação como Marcelo Mattos.
Nota: 5,0

FELLYPE GABRIEL- MEIA
Criou uma boa jogada em cruzamento para Bruno Mendes. E só. Ficou marcado por duas finalizações muito ruins.
Nota: 4,5

HENRIQUE - ATACANTE
Entrrou para dar mais opções no ataque, mas sofreu com o mesmo problema de Bruno Mendes: poucas chances de gol criadas.
Nota: 5,5

ANDREZINHO - MEIA
Não conseguiu criar muitas jogadas com a bola no chão. A saída foram as cobranças de falta e escanteio. Mas não deram muito certo.
Nota: 5,5

LODEIRO - MEIA
Se movimentou muito pelos lados do campo. O problema foi por conta do número de passes errados e finalizações abaixo do esperado.
Nota: 5,0

BRUNO MENDES - ATACANTE
Deslocou-se pelo campo, buscou o jogo, puxou a marcação, tentou fazer o pivô, mas a bola pouco chegou.
Nota: 5,5

OSWALDO DE OLIVEIRA - TÉCNICO
Fez quatro mudanças no time em relação à estreia. Parecia o que tinha de melhor para utilizar no momento, exceto a opção por Lima. O lateral-esquerdo foi mal e Julio Cesar entrou restando apenas 15 minutos. Ainda tentou mudar o esquema com Henrique e Bruno Mendes na frente, mas o ataque não funcionou por conta da pouca criatividade dos meias e o gramado irregular.
Nota: 5,0


Hugo e Alexandro pareciam as principais armas do time. Hugo encontrou um espaço do lado esquerdo do ataque e aproveitou para jogar nas costas de Gilberto. Criou alguns lances de perigo e buscou os cruzamentos para o centroavante Alexandro, que pecou nas finalizações, apesar de ser o mais presente na área. Já o camisa 10 Gilmar não conseguiu se encontrar e Eudes entrou com mais disposição e criatividade em seu lugar.

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Hugo inferniza a zaga alvinegra e time tropeça no Bangu



Hugo inferniza a zaga alvinegra e time não passa de um empate com o bangu


O Botafogo foi à Moça Bonita na tarde dessa quinta-feira e não passou de um empate em 0 a 0 contra o Bangu, no segundo compromisso do time, válido pela Taça Guanabara.

A expectativa era de que o time fizesse um bom jogo contra o alvirrubro suburbano, após a boa atuação na estreia do Campeonato diante do Duque.


Em momento algum o Botafogo conseguiu impor o seu jogo, sendo dominado no primeiro tempo por um Bangu bem postado e que constantemente rondava a meta de Jefferson. No segundo, teve mais posse de bola mas nada que indicasse uma melhor sorte no jogo.

O atacante Hugo infernizou a zaga alvinegra, levando vantagem em quase todas as jogadas que protagonizou pelos flancos, principalmente em cima de Gilberto. Tivesse seu centro avante uma melhor pontaria e o Botafogo poderia sair com uma derrota, já na etapa inicial.

Muito vai se falar das más condições do gramado, que visivelmente prejudicou o toque de bola e os arremates em gol, principalmente do Botafogo que fizera uma boa partida no gramado reformado do Engenhão, justamente usando essas armas. Mas o time se acomodou com essa condição e não mostrou nenhuma alternativa para vencê-la.

As principais deficiências do time estavam concentradas nos fundamentos básicos de jogo (passe, arremate, deslocamentos, cobertura...) e na falta de vontade pra construir um placar favorável.

O Bota se mostrou sonolento e desinteressado na maior parte do tempo, achando que uma bola poderia entrar a qualquer momento e mudar o resultado do jogo.

Até mesmo o técnico Oswaldo se mostrava passivo com a situação voltando para o segundo tempo com o mesmo time, se limitando a cumprir, com o rigor costumeiro, seu “planejamento” de substituições. Foram feitas duas, apenas após os 30 min. do 2º. tempo e uma terceira aos 40, conforme estava no roteiro que ele mesmo traçou.

Outro fator que poderia explicar o baixo rendimento da equipe foi a necessidade de se fazer quatro mudanças em relação ao primeiro jogo. Nenhum dos substitutos foi bem.

Dória parecia um tanto disperso nas jogadas; Lima foi mal, não dando sequência a nenhuma investida ao ataque por aquele setor. Fez a galera sentir saudades de M. Azevedo que se mostrou muito eficiente na partida anterior.

Jadson fez uma péssima partida, errando passes e chegando atrasado na maioria das jogadas, com falta. Levou um amarelo ainda no primeiro tempo e sumiu do jogo até ser substituído.

Bruno Mendes não conseguiu segurar uma bola sequer no trabalho de pivô e foi muito prejudicado pelo baixíssimo rendimento dos três meias alvinegros, hoje. Entre Andrezinho, Lodeiro e F. Gabriel, fica difícil apontar o pior.

Oswaldo, mesmo tardiamente, tentou mudar a forma de jogar do time, colocando Henrique na vaga de F. Gabriel e Julio Cesar, que estreava, na de Lima. O time passou a contar com dois meias e dois atacantes como alguns apregoam ser a formação ideal. Porém essas modificações não surtiram o efeito desejado: ou por falta de tempo, de treino ou dos dois.

Henrique mal tocou na bola e Julio se limitou a toca-la de lado demonstrando falta de confiança para arriscar alguma coisa além do trivial.

Com o resultado, o Glorioso soma quatro pontos, fica em terceiro no Grupo A, e encara o primeiro clássico do ano, também no domingo, diante do Fluminense, às 19h30, no Engenhão.

Foi só o segundo jogo – o primeiro, muito bom e o segundo, muito ruim. Na média, acho que podemos encarar o tricolor no “tapete” do Engenhão de igual pra igual e engatar uma sequência capaz de dar confiança ao grupo e também à torcida que, diante do resultado inesperado de hoje, provocou o técnico Oswaldo entoando o grito coreografado de Uh, El Loco... Uh, El Loco!

Por Felipaodf/BotafogoDePrimeira

Em jogo sonolento, Botafogo apenas empata com o Bangu



Glorioso não conseguiu envolver o Alvirrubro da Zona Oeste e perdeu a chance de embalar no Campeonato Carioca. No domingo, o Glorioso terá pela frente o Fluminense



Bangu x Botafogo - Campeonato Carioca - Lodeiro (Foto: Paulo Sergio)
Bangu e Botafogo fizeram jogo
 muito ruim (Foto: Paulo Sergio)
Sonolento. Esse é o melhor adjetivo para o empate por 0 a 0 entre Bangu e Botafogo, no estádio Moça Bonita. Além de um primeiro tempo sem grandes chances, e com ligeira dominação do Bangu, o time comandado por Oswaldo de Oliveira não conseguiu jogar e não envolveu um desfalcado Alvirrubro.

Nem o torcedor mais fanático do Glorioso, que cruzou a Praça Guilherme da Silveira em direção ao estádio Moça Bonita, ficou empolgado com a partida. Com uma péssima atuação dos meias e do centroavante Bruno Mendes, o 0 a 0 poderia ser diferente, mas só se a vitória fosse para o time da Zona Oeste.
Com o resultado, o Glorioso chega aos quatros pontos enquanto o Bangu marca seu primeiro ponto no campeonato. Na próxima rodada, o Glorioso enfrenta o Fluminense, no domingo, no primeiro clássico do ano. Por sua vez, o Bangu pega o Olaria, no sábado, na Rua Bariri.

DEU PENA DO BOTAFOGO

Um time modificado e um futebol muito diferente da estreia contra o Duque de Caxias. Apesar da sonolência demonstrada no resto do primeiro tempo, o Botafogo começou com tudo. Logo no primeiro minuto, Andrezinho recebeu bola no meio e achou Fellype Gabriel dentro da área, sozinho. Porém, o camisa 11 chutou muito forte e a bola passou por cima. O lance, porém, não animou nem os torcedores mais fanáticos.

Pelo menos nos primeiros 15 minutos só o Bangu mereceu destaque. Aguerrido, o time da Zona Oeste carioca não se intimidou e foi para cima. Mas o camisa 9 Alexandro perdeu duas chances claras que irritaram os presentes no estádio. No Bangu, vale destacar o camisa 11 Hugo, que infernizou o lado direito do Glorioso, dando muito trabalho para Gilberto.

Apesar das garantias do Alvirrubro, o campo de Moça Bonita não foi dos melhores para o duelo. A situação, obviamente, irritou tanto os jogadores como o técnico do Glorioso, Oswaldo de Oliveira. Em arrancada de Lodeiro, a situação grave ficou evidente. A bola prendeu na grama e não correu, impossibilitando a jogada.

No geral, o Bangu, no que se propôs a fazer, foi melhor no primeiro tempo. O Botafogo não impôs o jogo que queria e o Alvirrubro segurou-se do jeito que deu. Além disso, foi mais perigoso e teria marcado se não vacilasse na hora decisiva.  

SEGUNDO TEMPO SEM ALTERAÇÕES

O Botafogo voltou com o mesmo time do intervalo, e o espírito também. Assim como a primeira etapa, o futebol jogado pelo Glorioso foi muito ruim, sofrível. Mais uma vez, o Bangu foi mais eficiente no começo e quase marcou aos oito minutos, em linda jogada de Hugo. Se não fosse o goleiro Jefferson, o problema alvinegro seria bem maior.

Mas o jogo guardava uma cena, no mínimo, ridícula. Aos 14 minutos, após bate-rebate na grande área, a bola sobrou para Fellype Gabriel. Ele armou um balaço, mas pegou mal na bola e ela nem ao menos chegou à linha de fundo, parando nos pés de Bruno Mendes. Coisa triste. Para não falar mal de todos os jogadores do Alvinegro, Marcelo Mattos foi bem nos desarmes e não complicou.

Vale lembrar que o Bangu jogou desfalcado, sem cinco titulares. O motivo? Todos são emprestados do Botafogo e por uma cláusula contratual não podem enfrentar o ex-time. Assim, o mérito dos jogadores que estiveram em campo e do técnico Cleimar Rocha aumenta consideravelmente. Se não fosse pelo preciosismo de Alexandro (duas vezes) e Hugo, o time da Zona Oeste teria conseguido um resultado positivo.

Faltando 15 minutos para o fim do jogo, o técnico Oswaldo de Oliveira sacou Fellype Gabriele e lançou Henrique, mudando o esquema tático e jogando com dois atacantes. A expectativa era que o time ganhasse força ofensiva e engolisse o Bangu. Porém, a expectativa não se tornou realidade e o duelo caminhou para um final chato e triste. Péssima partida para o Botafogo. Por outro lado, o Bangu comemora.

FICHA TÉCNICA

BANGU 0 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 24/1/2013 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Jackson Lourenço Massara dos Santos (RJ)

Renda e público:  R$ 58.800 / 2.769 pagantes
Cartões Amarelos: Gilmar (BAG), Jadson (BOT)
Cartão vermelho: Não houve

GOL: Não houve

BANGU: Getúlio Vargas, Celsinho (Thiago Eleutério, 30'/2ºT), Raphael Azevedo, Carlos Renan e Bruno Santos; Mayaro, André Barreto, Gilmar (Eudes, 5'/2ºT) e Izes (Gabriel Galhardo, 30'/2ºT); Hugo e Alexandro. Técnico: Cleimar Rocha.

BOTAFOGO: Jefferson; Gilberto, Bolívar, Dória e Lima (Júlio César, 30'/2ºT); Marcelo Mattos, Jadson (Jeferson Paulista, 30'/2ºT), Fellype Gabriel (Henrique, 32'/2ºT), Lodeiro e Andrezinho; Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira.


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