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domingo, 15 de julho de 2018

Há 10 meses sem jogar, Leandrinho ganha moral e surge como opção para o Botafogo


Recuperado de grave lesão e preterido por Valentim, meia mostra serviço a Paquetá em jogo-treino e se candidata à chance na volta do Brasileirão: "Venho tentando evoluir a cada dia para voltar a jogar"




Vitor Silva/SSPress/Botafogo


A longa espera parece perto do fim. Dez meses depois de seu último jogo oficial, na vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo no Nilton Santos, Leandrinho deve ganhar nova chance em breve. Após se recuperar de uma ruptura de ligamento no joelho direito, o jovem meia de 21 anos acabou preterido por Alberto Valentim e só ficou duas vezes no banco até aqui no Campeonato Brasileiro. Mas com a chegada de Marcos Paquetá as coisas podem mudar.







Leandrinho já começou apresentando suas credenciais nos jogos-treino da intertemporada. Sob os olhares do novo técnico, entrou contra o America e começou no time alternativo diante do Nova Iguaçu, sendo um dos destaques e marcando um gol (o segundo do vídeo acima). Revelação alvinegra, o meia adquire confiança, ganha moral e surge como opção para o retorno do Brasileirão, após o recesso da Copa do Mundo.


– Temos trabalhado forte durante todo ano e nesse período sem jogos não foi diferente. Fico feliz por marcar, venho tentando evoluir a cada dia para voltar a jogar. É seguir trabalhando por coisas maiores no ano – disse Leandrinho ao site oficial do clube.


Gol do Botafogo! Leandrinho bate no alto, a bola bate na trave e entra aos 27' do 1º Tempo


A próxima partida do Botafogo será contra o Corinthians nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Arena Corinthians. Se for relacionado, o jovem voltará ao estádio onde brilhou em sua última visita: na derrota por 3 a 1 em junho de 2016, foi dele o belo gol de honra do Alvinegro (veja no vídeo acima). Perto de completar 22 anos, em 21 de setembro, ele tem 47 jogos e cinco gols como profissional.


Meia ou volante?

Considerado como joia na base, Leandrinho sempre foi visto como um mais promissor em General Severiano. Com Jair Ventura, chegou a ser utilizado em outra função e também se deu bem: como segundo volante, virou titular na temporada passada antes da grave lesão.



Leandrinho se destacou em jogo-treino contra Nova Iguaçu (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)


Quando João Paulo sofreu as graves fraturas na tíbia e fíbula durante o Carioca, muitos torcedores lamentaram ainda mais a ausência de Leandrinho, considerando que o jovem poderia ser o substituto ideal para a vaga do companheiro no meio de campo.


Valentim chegou a dizer que não o usaria no meio. E Paquetá, onde será que pretende aproveitar Leandrinho? Se for como meia, ele terá a concorrência de Leo Valencia, Renatinho, Marcos Vinícius e João Pedro. Já como volante, disputará posição com Lindoso, Matheus Fernandes, Marcelo, Jean, Bochecha e Dudu Cearense.


Fonte: GE/Por GloboEsporte.com, do Rio de Janeiro

sábado, 14 de julho de 2018

Paquetá pensa em usar Marcinho como ponta; Luis Ricardo ganha chance na lateral


Jovem lateral se recupera de uma virose e dá oportunidade ao experiente jogador; técnico indica que os dois poderão atuar juntos na equipe



Vitor Silva/SSPress/Botafogo


Marcinho e Luís Ricardo. Os dois jogadores, além de Arnaldo - emprestado ao Ceará -, já ocuparam a lateral-direita do Botafogo em 2018. O último ganhou sua primeira chance como titular ainda com Alberto Valentim, na última rodada do Brasileirão antes da parada para a Copa do Mundo. Com a mudança no comando do Alvinegro, Marcos Paquetá indica que Luis Ricardo terá mais chances.


- Fizemos testes. Deixo claro que comigo todos podem ter chances. Estão todos concorrendo. Isso eleva o nível de todos. (Na lateral-direita) é uma briga boa entre um jovem e um jogador experiente - afirmou o técnico em coletiva.


O jovem criado na base do Bota assumiu a titularidade absoluta quando Valentim chegou ao clube, mas foi sacado pelo treinador diante do Atlético-PR, no dia 13 de junho, por desgaste. Luis Ricardo entrou, quer e vai ficar. Pelo menos enquanto Marcinho estiver fora de combate.


- O Marcinho está fora porque está doente. É só ele melhorar que voltará - explicou Paquetá.


Marcinho teve uma virose forte durante a pausa para o Mundial, que progrediu para uma pneumonia. O lateral está se recuperando em casa e seu retorno depende da melhora. O clube acompanha a evolução diária do jogador.


Enquanto Marcinho não estiver pronto para jogar, Luis Ricardo aproveita a chance. Mas, como indica Marcos Paquetá, a volta de um não exclui o outro. O treinador planeja utilizar os dois jogadores ao mesmo tempo. Com isso, Marcinho faria a função de ponta, a qual já exerceu na base do Botafogo.


- Estamos pensando em usar o Marcinho em uma outra função mais para a frente. Conheço o Marcinho, é um excelente jogador. Se ele estivesse recuperado, já testaria nessa nova posição contra o Corinthians.


Marcinho participou de 24 jogos com a camisa do Botafogo este ano, entre Campeonato Carioca, Sul-Americana e Brasileirão. Já Luis Ricardo esteve em quatro partidas, sendo que em apenas uma começou como titular.


Fonte: GE/Por Emanuelle Ribeiro, Rio de Janeiro

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Matheus Fernandes ou Marcelo? Primeiro volante é a dúvida de Paquetá para estreia


Técnico do Botafogo testa um de cada vez na equipe titular em jogos-treino de preparação para a partida contra o Corinthians, na próxima quarta-feira. Compare os números da dupla na temporada





Concorrentes, Marcelo e Matheus Fernandes em times diferentes (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)



Jefferson ou Gatito Fernández? Se tem uma pergunta que os técnicos do Botafogo mais precisam responder desde o ano passado, é essa. Porém, com o goleiro paraguaio ainda fora de combate por conta de uma lesão no punho direito, a principal questão para o recém-chegado Marcos Paquetá é: Matheus Fernandes ou Marcelo? Ao que tudo indica, está é a única dúvida do treinador para a estreia no comando do Alvinegro.


Na próxima quarta-feira, o Botafogo visita o Corinthians em Itaquera, às 21h45 (de Brasília). E durante o recesso para a Copa do Mundo, a comissão técnica realizou alguns jogos-treino como preparação para a volta do Campeonato Brasileiro. E das três vezes em que atuou com a equipe titular (contra Audax-RJ, Bangu e America-RJ), duas foram com Matheus e a última com Marcelo. Mas, afinal, o que muda para o time?





Com Matheus Fernandes, que está desde o início de 2017 nos profissionais, o Botafogo ganha em entrosamento e ritmo de jogo, uma vez que o volante já foi titular 18 vezes na temporada, o triplo das partidas em que seu concorrente iniciou jogando. Foram 20 gols sofridos, média de 1,1 por duelo. E apesar da pouca idade, apenas 20 anos, o volante vem em evolução e pode ser elemento surpresa também no campo de ataque, onde já fez um gol e deu uma assistência em 2018.


Com Marcelo, o Alvinegro ganha em experiência, já que ele é quatro anos mais velho e jogou no exterior, e também no aproveitamento: em seis jogos com o volante como titular, o time venceu quatro vezes e perdeu apenas duas, um desempenho de 66% contra 48% de seu concorrente nesta temporada (seis triunfos, oito empates e quatro derrotas). Foram nove gols sofridos, média de 1,5 por partida. Sem ter feito pré-temporada, aproveitou o recesso para aprimorar a parte física.





Paquetá também pode adotar uma formação com três volantes para atuar fora de casa diante do atual campeão brasileiro. Sem Jean por questão contratual, nesta formação Matheus Fernandes e Marcelo até poderiam atuar juntos, o que só aconteceu em dois jogos, apenas um com ambos de titulares: foi na vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, na final do Campeonato Carioca. Ao todo, eles somam 79 minutos juntos em campo.


Em comum além da posição, o fato de terem perdido parte da temporada por causa de lesões. Matheus Fernandes teve uma inflamação no dedão do pé direito e perdeu toda a Taça Rio, segundo turno do estadual. Enquanto Marcelo sofreu uma lesão no joelho esquerdo que o tirou das primeiras sete rodadas do Brasileirão. Paquetá tem mais quatro dias para tomar a decisão. E você, quem prefere? Dê sua opinião nos comentários.


Fonte: GE/Por Felippe Costa, Fred Gomes e Thiago Lima, do Rio de Janeiro