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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Sem Carli e Matheus Fernandes, Zé poderá ter o retorno de Jean para jogo contra o Bahia


Recuperado de lesão, volante tem boas chances de voltar e ficar com a vaga do suspenso Matheus Fernandes. Em fase de transição, Leo Valencia tem possibilidade remota


Após o empate sem gols diante do Ceará, em Fortaleza, o Botafogo voltou suas atenções para outro confronto direto e importantíssimo contra a luta do rebaixamento. No próximo sábado, às 16h (de Brasília), o Alvinegro recebe o Bahia, no Estádio Nilton Santos, e pode, enfim, ter a volta do volante Jean, que se recuperou de lesão e vem treinando normalmente.



Jean em treino do Botafogo — Foto: Twitter oficial do Botafogo


Fora da equipe desde o empate em 2 a 2 contra o São Paulo, no último dia 30 de setembro, Jean, que estava com uma lesão na coxa esquerda, tinha expectativa de enfrentar o Ceará na última rodada, mas acabou preservado. Caso realmente ele seja relacionado por Zé Ricardo, entrará na vaga de Matheus Fernandes, que está suspenso pelo terceiro cartão amarelo.


Outro que tem chances, mas remotas, de ficar à disposição é Leo Valencia. O chileno também se recuperou de lesão, mas ainda está em fase de transição com a preparação física e ainda não treinou com bola.


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Leo Valencia segue seu trabalho de recuperação com a preparação física! #VamosFOGO


Líder de assistências no time, Marcinho volta
A única certeza de Zé Ricardo é que ele poderá contar com o lateral-direito Marcinho, que é o líder de assistências do time no Brasileiro, com quatro (sete na temporada), e estava suspenso. Por outro lado, Joel Carli e Matheus Fernandes (como dissemos anteriormente), estão fora pelo terceiro cartão amarelo.


Com isso, Marcinho volta ao time do Botafogo no lugar de Luis Ricardo. Para a vaga de Carli, o treinador deve escalar Marcelo Benevenuto, que chegou a entrar no empate com o Ceará, mas atuando como volante. Yago é outra opção. No ataque, Rodrigo Pimpão briga pela vaga com Erik.


- Já não sou mais uma promessa ou um jovem que está surgindo da base. Tenho certa bagagem, profissionalismo, e dedicação nunca vai faltar. Procurei respeitar cada momento, procurei torcer pelo meu companheiro da posição.Procurei apoiar e dar o meu melhor fora de campo. Encarei com muito profissionalismo e respeito, até porque Zé é muito competente e sabe o que está fazendo - disse o atacante Erik em coletiva após o treino desta quinta-feira.


O provável Botafogo para enfrentar o Bahia é: Saulo, Marcinho, Marcelo Benevenuto (Yago), Rabello e Gilson; Jean, Gustavo Bochecha e Lindoso; Luiz Fernando, Pimpão (Erik) e Kieza.


Fonte: GE/Por Felippe Costa e Fred Gomes — Rio de Janeiro

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Dever de casa: se repetir média no Niltão, Botafogo fará pontuação que já salvou 10 times desde 2008


Com cinco jogos no estádio até o fim do ano, Alvinegro chega a 44 pontos caso mantenha aproveitamento de 59,5% como mandante, podendo escapar do Z-4 sem pontuar fora



Satiro Sodré/SSPress/Botafogo


De volta à briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro depois de quatro anos, o Botafogo conta com um trunfo importante para evitar nova degola: o Estádio Nilton Santos. Com apenas uma derrota em seus domínios (para o Atlético-MG), o Alvinegro soma seis vitórias e sete empates como mandante na competição, um aproveitamento de 59,5%.


Restando cinco jogos no Niltão (contra Bahia, Corinthians, Flamengo, Internacional e Paraná), o time de Zé Ricardo pode até mesmo se livrar do risco de queda sem sequer precisar pontuar mais fora de casa. E talvez nem precise vencer todas como mandante. Se mantiver a média em seu estádio, o Botafogo, atualmente com 35 pontos, fará de oito a nove pontos, chegando a 43 ou 44.


A pontuação ainda ficaria abaixo dos protocolares 46 pontos, previstos pelos matemáticos para garantir 100% de permanência na Série A. Mas outros 10 times já se salvaram do rebaixamento com esse número ou menos na tabela nos últimos 10 anos: Vitória (43) em 2017; Figueirense (43) e Coritiba (44) em 2015; Palmeiras (40) e Chapecoense (43) em 2014; Cruzeiro (43) em 2011; Atlético-GO (42), Avaí (43) e Flamengo (44) em 2010; e Náutico (44) em 2008.


Fonte: GloboEsporte.com


Repetir a média nas últimas rodadas em casa significa:


Vencer três dos cinco jogos = 9 pontos
Vencer dois jogos + empatar três = 9 pontos
Vencer dois jogos + empatar dois = 8 pontos

Não é comum, mas já teve time sendo rebaixado com pontuação igual ou maior que essa: aconteceu com o Figueirense em 2008 (44 pontos) e Coritiba em 2009 (45 pontos), por exemplo. Por isso, o ideal é ganhar quatro dos cinco jogos, fazer 47 pontos e garantir a permanência matemática na Série A.

– Temos que fazer o dever de casa, onde temos só uma derrota para o Atlético-MG. Isso mostra que somos fortes jogando em casa, com o apoio do nosso torcedor. Queremos fazer bons jogos e sair vitoriosos, contando com o apoio da torcida, que é fundamental – afirmou Gilson.


Segundo cálculos do matemático Tristão Garcia, do site "Infobola", o risco de queda do Botafogo está em 9%. Comparado aos rivais, o do Fluminense está em 3%, e do Vasco, em 23%.


O primeiro dos últimos cinco jogos em casa será neste sábado, às 16h (de Brasília), contra o Bahia. Para a partida, o técnico Zé Ricardo não poderá contar com seu capitão, Carli, e Matheus Fernandes, ambos suspensos, além de Leo Valencia, que segue machucado. Por outro lado, terá o retorno de Marcinho, de suspensão, e Jean, recuperado de lesão.


Fonte: GE/Por Felippe Costa, Fred Gomes e Thiago Lima — do Rio de Janeiro

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Pai vê Gatito "envergonhado" por não jogar, ansioso e arrisca que filho estará disponível em 15 dias


Gato Fernández, goleiro de sucesso nos anos 70 e 90, revela que jogador já se propôs a jogar com lesão quando defendia o Estudiantes, da Argentina




Vinte e três de abril, data que muito alvinegro já guardou. Desde então, Gatito Fernández não joga mais. A previsão do retorno era de pouco tempo, mas o goleiro completará seis meses sem atuar na próxima terça-feira. O pai dele, Roberto "Gato" Fernández, em entrevista à Rádio Brasil, disse acreditar que a recuperação da contusão no punho direito está em fase final.


- Acho que joga nesse ano sim. Acho que daqui a 15 dias, ele está voltando ao normal - afirmou.



Gatito vive momento difícil — Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo


Goleiro de sucesso entre os anos 70 e 90, Gato Fernández" está preocupado com a questão psicológica do filho, principalmente após vê-lo chorar em entrevista coletiva concedida no início do mês.


- Acho que ele está muito ansioso, só o que falo para ele é que tem de se tranquilizar e ficar bem da cabeça para voltar a jogar. A fratura já está bem consolidada, só há o problema dos tendões. Ele achava que ia jogar contra o Bahia, aí nos falamos na segunda, e ele me disse que voltou a sentir. Não é fácil.


- Eu vi a entrevista em que ele chorou, ele estava muito nervoso. Quer jogar, quer ajudar o Botafogo, mas acho que ele tem de pensar que a lesão foi muito delicada. Ele tem que pensar em estar bem e curado para jogar com todos.


Apesar de a emoção às vezes levar familiares a apontarem dedos aos empregadores dos filhos, Gato eximiu o departamento do Botafogo de qualquer culpa pelo fato de a recuperação demorar tanto. Tratou a contusão como "difícil" e revelou que o filho se sente envergonhado de não poder defender um clube onde está feliz.


Info, lesão, Gatito, Botafogo — Foto: GloboEsporte.com


- Ele sempre foi assim. Ele quer jogar. Ele disse: "Pai, estou num clube onde quero jogar, me pagam para jogar". Ele sente, como posso dizer... Vergonha de não estar cumprindo com o clube. No Estudiantes, teve uma fratura no dedo, e ele quis jogar assim. Ele tem que se cuidar. Sempre falo que ele deve se tranquilizar. São cinco meses, e ele está ansioso. Outro dia chorou porque queria jogar.


Fonte: GE/Por GloboEsporte.com — Rio de Janeiro