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quinta-feira, 8 de julho de 2021

Exame não aponta lesão, e Chay faz tratamento intensivo para ficar à disposição do Botafogo


Atacante sentiu dores na coxa direita na derrota para o CRB, na última terça-feira, e tenta se recuperar a tempo do jogo contra o Cruzeiro, no próximo sábado, no Nilton Santos



O Botafogo informou, na tarde desta quinta-feira, que Chay passou por ressonância magnética, e o exame não apontou lesão na coxa direita do atacante. Após sentir dores no local e ser substituído no segundo tempo da derrota para o CRB, ele faz tratamento intensivo para tentar ficar à disposição do clube para o jogo contra o Cruzeiro, às 16h30 do próximo sábado, no Nilton Santos.


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- O atleta Chay fez ressonância magnética de região posterior de coxa direita que não apontou lesão. Chay apresentou uma sobrecarga no local e esta em tratamento intensivo para possivelmente ficar à disposição - informou o clube.


Chay vem sendo um dos destaques do Botafogo na Série B e foi substituído aos 26 minutos do segundo tempo contra o CRB, na última terça-feira, por causa de um desconforto na parte posterior da coxa direita.


+ Botafogo tem início de extremos na Série B





Exame não aponta lesão na coxa de Chay — Foto: MAGA JR/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO



Quem também passará por uma ressonância magnética é Ronald. O caso do atacante é mais grave. Ele ficou apenas quatro minutos em campo contra o CRB e saiu sem conseguir sequer colocar o pé no gramado. O Botafogo descartou fratura, e o jogador fará exame no tornozelo direito na próxima sexta-feira para saber a gravidade da lesão. Ronald não tem presença confirmada diante do Cruzeiro.





Botafogo perde para o CRB e fica longe do G4 da Série B (https://globoplay.globo.com/v/9667377/)



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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Imbatível em casa, inconstante fora dela: Botafogo tem início de extremos na Série B



Com aproveitamento de 100% no Rio, time ainda não venceu como visitante. Ao mesmo tempo em que explicam resultados ruins, números também mostram padrão de jogo




Aproveitamento de 100% em casa, mas fora dela um jejum de vitórias ainda a ser quebrado. A "bipolaridade" do Botafogo no início da Série B do Brasileirão explica a nona colocação na tabela e a diferença de cinco pontos para o G-4 nesse início de campeonato.


Como mandante, o Bota foi impecável até aqui. Jogou três jogos e venceu os três, contra Coritiba, Remo e Vitória. Marcou seis gols e não levou nenhum. São esses nove pontos que mantêm o time no meio da tabela, cinco acima da zona de rebaixamento.



Como mandante


3 jogos
3 vitórias
6 gols marcados
0 gol sofrido



Os tropeços foram todos fora de casa. Em seis partidas, o time de Marcelo Chamusca acumulou três derrotas e três empates. Marcou os mesmos seis gols, só que sofreu outros 11. A defesa foi vazada em todas as partidas longe do Rio de Janeiro. É o que faz a equipe somar apenas 12 dos 27 pontos em disputa.



Como visitante


6 jogos
3 empates
3 derrotas
6 gols marcados
11 gols sofridos




Chamusca defende padrão de jogo e acredita em resultados melhores — Foto: Vitor Silva/Botafogo



Padrão e diferença em números


Os números que importam - gols, vitórias, derrotas - explicam os resultados insatisfatórios do Botafogo nesta Série B. Acontece que outras estatísticas, de desempenho, apontam alguns padrões no jogo alvinegro, independentemente de mando de campo.


Por exemplo, o time tem índices praticamente idênticos de posse de bola e finalizações como mandante e como visitante. Em casa, a média é de 47% de posse e 13 arremates. Fora, são 49% de posse e a mesma média de 13 conclusões. Outro número que se mantém é o maior quantidade de oportunidades criadas em relação ao adversário, seja como mandante ou visitante.


- A gente precisa transformar esse controle no campo do adversário, que tem sido uma tônica em todos os jogos, em resultado efetivo. É isso o que a gente precisa melhorar para ter melhores resultados - definiu o técnico Chamusca.




Outros dados seguem a mesma linha, como a quantidade e a precisão dos passes e o número de roubadas de bola. Estatísticas que estão ligadas à estratégia de jogo, que tem seguido um padrão, mas mostrou até agora muito menos eficiência longe do Rio.


Eficiência que está menos ligada ao ataque e mais à defesa. Tudo bem que média de gols marcados pelo Botafogo cai nos jogos fora de casa. Só que a grande mudança é o número de gols sofridos: 11. Os números mostram que, quando joga como visitante, o Botafogo deixa o adversário chegar mais ao ataque e Douglas Borges é obrigado a fazer mais defesas.



Depois de dois jogos longe do Rio, sem vitórias, o Botafogo volta para casa na próxima rodada da Série B. O adversário será o Cruzeiro, no sábado, às 16h30 (de Brasília), no Nilton Santos.



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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Análise: erros na defesa custam mais uma derrota ao Botafogo na Série B


Time sofreu 11 gols em nove jogos e só saiu com marcador zerado em três rodadas do campeonato. Irregularidade volta a aparecer em Alagoas e faz crescer distância para os líderes





Melhores momentos: CRB 2 x 1 Botafogo pela 10ª rodada da Série B do Brasileirão



Mais um tropeço, mais falhas defensivas, e o Botafogo repete erros que afastam o time do pelotão de frente da Série B do Brasileirão. Na derrota de virada para o CRB, o time de Marcelo Chamusca esbarrou outra vez nas próprias limitações neste início turbulento de campeonato.


Com os dois gols sofridos em Alagoas, os alvinegros chegaram a 11 na segunda divisão. Isso em nove jogos, já que ainda falta disputar a sexta rodada. Número que deixa a equipe entre as piores defesas da competição, longe do aproveitamento dos líderes, que não sofreram mais do que quatro gols.


A estatística é importante porque o Botafogo tem, também, um dos melhores ataques da Série B, com 12 bolas na rede. Não fosse o desequilíbrio defensivo, a equipe teria produzido o suficiente para acumular mais do que 12 pontos e estar em lugar mais nobre do que a nona posição. O quarto colocado CRB soma 17. O líder, Náutico, que ainda joga na rodada, já tem 21.




Time não manteve padrão — Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas



Contra o CRB, Gilvan e Rafael Carioca falharam, mas o problema não é só individual. Nessa rodada, assim como na última, o time foi consistente por apenas parte do jogo. Produziu para vencer, mas também errou o suficiente para merecer o tropeço. São necessários mais treinamento e regularidade, o que se torna desafio ainda maior por conta do calendário.





A Voz da Torcida - Pedro Dep: "Do jeito que está, o Botafogo não vai subir!" (https://ge.globo.com/futebol/voz-da-torcida/video/a-voz-da-torcida-pedro-dep-do-jeito-que-esta-o-botafogo-nao-vai-subir-9666065.ghtml)




Início deu esperança


O bom início que fez o Botafogo sair na frente no placar aconteceu muito pela dobradinha entre Chay e Felipe Ferreira. Os dois se revezaram entre o meio e a ponta direita, criaram espaços e começaram a marcação do time ainda no campo de ataque. As grandes jogadas de perigo do primeiro tempo saíram dos pés dos dois. Inclusive o gol, que Navarro marcou no rebote de um chute de fora da área de Felipe.


A combinação de marcação avançada e intensidade fez o Bota finalizar oito vezes nos primeiros 30 minutos, enquanto o mandante conseguiu apenas dois chutes. Foram três chances claras do lado alvinegro, incluindo o gol, contra uma do CRB no primeiro tempo. O time carioca abria caminho com passes verticais, principalmente pelos lados do campo, e viradas de jogo para surpreender a defesa adversária. Contou, também, com a marcação espaçada do rival, que deu bastante campo principalmente para Chay.



O problema é que o momento durou só 45 minutos. Na volta do intervalo e com o gol sofrido com menos de um minuto, o jogo ficou mais amarrado. O CRB soube controlar, criou mais chances em comparação com o primeiro tempo e chegou à virada. O Bota até produziu o suficiente para empatar, pelo menos, mas o castigo foi completo.


Depois de cruzar o país, o time volta ao Rio de Janeiro para um duelo de gigantes na Série B. O próximo adversário será o Cruzeiro, no sábado, às 16h30 (de Brasília), no Nilton Santos, pela 11ª rodada.



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Fonte: GE/Por Thayuan Leiras — Rio de Janeiro