Páginas

sexta-feira, 18 de março de 2022

A vida depois da SAF: Durcesio Mello explica papel do clube no futuro do futebol do Botafogo


Em entrevista ao ge, presidente revela bastidores e desafios da negociação com John Textor, esclarece pontos da parceria e projeta o futuro de General Severiano separado do Nilton Santos




Durcesio Mello está pronto para entregar o bastão no Botafogo, ao menos nos assuntos do futebol. Sai o presidente, entra o novo dono, John Textor, em um novo modelo em que a associação virou coadjuvante da Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O período foi curto, um ano e três meses, mas ficará como um dos momentos mais decisivos da história alvinegra.


+ Os valores da proposta por Patrick de Paula


Para fazer o balanço dos dias animados pré-SAF, Durcesio recebeu a reportagem do ge em um dos últimos dias de despacho no Nilton Santos. Em breve, o dirigente fará a mudança para General Severiano, onde vai comandar o clube Botafogo sem o carro chefe de sempre.


Na entrevista, o presidente relembrou momentos marcantes deste ano e do ano que passou, revelou bastidores e explicou pontos importantes da parceria entre Botafogo e Textor. Além disso, projetou o futuro do clube sem o futebol e explicou qual será o papel da associação na nova SAF alvinegra.





Durcesio Mello, presidente Botafogo, está pronto para passar o bastão — Foto: Thayuan Leiras/ge



+ Kanu nega que eliminação do Flu beneficia Botafogo na semi do Carioca: "Vão tentar reverter"


Confira como foi a conversa com o presidente do Botafogo:


ge: por que o Botafogo foi escolhido por Textor?

Durcesio Mello: O motivo é simples: porque o Botafogo era o melhor produto que tinha no mercado. Tinha um investidor que queria comprar um time no Brasil, e o Botafogo, disparadamente, era o melhor ativo para fazer isso. Por quê? Porque estamos nos preparando há mais de dois anos.


Isso começou com os irmãos Moreira Salles, quando contrataram o estudo que deu o pontapé inicial para esse projeto todo. Passou, não deu certo. Viemos para o Plano B, e as coisas foram se ajeitando. Então, quando o John Textor chegou, o clube estava pronto. Todo dever de casa tinha sido feito. A dívida estava estruturada, negociada. Tudo estava muito bem definido. Tanto é que o Jorge Braga fala que foi num tempo relâmpago.


Por que o Botafogo escolheu Textor?

A gente tinha outras propostas que ainda estavam embrionárias. O John Textor entrou como um trator, e o negócio andou muito rápido. E por que o projeto do John teve preferência em relação a outros? Porque ele já tem ativos no futebol e ele quer ficar no futebol. Isso é muito importante. Ele tem o Crystal Palace, o Molenbeek, está tentando um clube em Portugal e outro na Espanha, e o Botafogo é o principal desses ativos dele.


Quando pergunta para ele se vai vender o Botafogo um dia, ele diz: "Não, o Botafogo só com a minha morte. Quando eu morrer, vai passar para os meus filhos. Isso daqui é o meu legado". O que é muito legal para o torcedor e para a gente que está passando que ele não está aqui para fazer uma alavancagem, ter lucro e sair. Não é isso.



André Hernán fala sobre negociação entre Palmeiras e Botafogo por Patrick de Paula (https://ge.globo.com/video/entenda-como-esta-a-negociacao-entre-palmeiras-e-botafogo-por-patrick-de-paula-10399123.ghtml)


Do lado de fora, a torcida comprou rapidamente a solução da SAF. Internamente, como foi o trabalho político para aprovar o projeto?

Teve um trabalho político forte que comandei porque faz parte. O Botafogo é uma associação. Tem que convencer todo mundo, do Conselho Deliberativo ao sócio-proprietário, de que é um bom negócio. Quando votamos no Conselho Deliberativo, deu 97% de aprovação e quando votou na Assembleia Geral, que teve a torcida invadindo, teve 98% de aprovação. As pessoas sentiram. A política do Botafogo sentiu que o projeto era muito forte, muito sólido, protegia o clube de todas as maneiras.


Aconteceu tanta coisa nesse um ano e três meses, que nem parece que o seu mandato tem apenas esse tempo. Esperava que fosse tão animado?


O primeiro ano valeu pelos quatro (risos). Mas teve muita coisa boa. Trabalhamos muito, mas tivemos sorte também. Subimos quando ninguém acreditava que iria subir. Conseguimos, nesse prazo, o Jorge (Braga, CEO) e a equipe dele toda, reestruturar toda nossa dívida. Hoje o Botafogo é um clube que o John Textor sabe exatamente o que está comprando.


Tem uma dívida de R$ 900 milhões? Tem, mas está toda equacionada, com algumas reduções e vai haver mais reduções ainda. Agora é questão de negociar. Entramos no RCE, fizemos essa estrutura aqui, lançamos o museu. Mas, principalmente, estruturamos - e esse foi o mérito desse ano - e conseguimos em tão pouco tempo fazer o que a gente fez de estruturar a dívida e dar a preparada final para o clube se tornar SAF.


Como será a rotina daqui para frente?

Ofereci ao John Textor para continuar ajudando na parte institucional e política. Porque ele está lá, e não tem ninguém aqui. Até para deixar o Jorge tocar o clube no dia a dia. Estamos discutindo isso ainda. Mas, em princípio, devo ficar muito mais em General Severiano. Não vou abandonar isso daqui porque virou a minha casa. Não quero largar isso aqui, mas agora é a SAF. Tenho que ver onde é meu lugar.



Temos muita coisa para fazer em General Severiano. Estamos trabalhando para conseguir as CNDs (Certidões Negativas de Débito) para os esportes olímpicos, para conseguir projetos incentivados. E fazer a coisa que é o meu sonho e sempre foi: projetos sociais. Quero entrar pesado nisso. Fazer ações sociais pelo Botafogo. Acho que seria importantíssimo retornar um pouco para a sociedade do que o Botafogo tem e ganha. Esse ano já vai começar.




Durcesio Mello vai ter um pouco mais de descanso, mas seguirá trabalhando no Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Como seria essa ajuda política na prática?

O futebol tem muita coisa política e institucional. Ele mesmo fala que é importante ter o Botafogo social, que vai ficar comigo, forte. Porque ele quer ver os esportes olímpicos e a marca Botafogo forte. Quando a marca Botafogo está bem, isso respinga nele e vice-versa.


Tem muito mais coisa, tem participação na CBF, Ferj, em Brasília tem muita coisa a ser feita, como ajudamos na lei da SAF. Tem muita coisa que eu acho que posso fazer. Eu vou estar no Conselho de Administração. Vamos ter uma pessoa no Conselho de Administração, no caso serei eu, e outra que indiquei para o Conselho Fiscal. Então vamos estar lá de qualquer maneira.


Nota da redação: após a publicação, o clube afirmou à reportagem que o CEO Jorge Braga será o interlocutor oficial da SAF em assuntos institucionais.


Quem é o representante no Conselho Fiscal?


Fernando Pereira. Não tinha cargo no Botafogo. Não pode ter relações políticas. Ele é botafoguense, mas não tem relações políticas com o Botafogo. Isso é uma exigência da SAF. Não poderia escolher um sócio-proprietário, por exemplo, ninguém da minha chapa. Tinha que ser uma pessoa de fora.


Como ficará essa participação nos próximos anos, depois da sua gestão?

Agora é outro CNPJ, não tem o que fazer. Isso era uma preocupação, de chegar o novo presidente, não concordar com isso e melar tudo daqui a três anos. Essa hipótese não existe mais. Está tudo sacramentado, feito e aprovado pelo Conselho Deliberativo. O Conselho Fiscal sempre esteve presente nas negociações, participou e esteve ciente de tudo. Então, não tem mais o que fazer. O novo presidente vai passar a ter a posição que tenho hoje no Conselho de Administração, que vai passar para o novo presidente ou quem ele escolher, mesma coisa no Conselho Fiscal.



Então, as cadeiras da associação nos conselhos da SAF serão escolhidas sempre pelo presidente?


Isso, será direito do presidente eleito.



Saravia espera repetir sucesso de Carli e Gatito no Botafogo (https://ge.globo.com/video/saravia-espera-repetir-sucesso-de-carli-e-gatito-no-botafogo-10398281.ghtml)


Futebol feminino e futsal ficarão com a SAF?

Futebol feminino tem que ficar com a SAF porque está diretamente ligado ao futebol masculino profissional. Porque se você estiver na Série A tem que ter o futebol profissional feminino, e também o Sub-18, então é obrigação da SAF. O futebol feminino vai passar para a SAF. O futsal ainda não está definido.


Por enquanto, estou tocando como se nada tivesse mudado e o futsal fica comigo, ainda. É tanta coisa que isso vai ficando para depois. No momento certo, se ele chegar e dizer que quer ficar com o futsal, eu passo para ele. Não vou ter esse problema. Tem muita coisa pequena que não foi discutida e quero discutir. Por exemplo, vantagens para sócios-proprietários que hoje entram no Nilton Santos em jogos sem pagar. Quero ver se consigo pelo menos uma cota. São coisas pequenas que não eram prioridades numa negociação deste tamanho.



Além do pagamento das dívidas, vai ter uma parte de royalties que o clube recebe?

Não vai ser agora, porque esses royalties vão ser pagos na dívida, mas depois que quitar a dívida, tem o prazo de 10 anos, aí passa a ter um retorno para o Botafogo (associação).


Como equilibrar para tornar o social do clube saudável?

Isso, agora estou me debruçando. Isso tudo (mostra um caderno) são papéis sobre isso, de receitas e despesas que eu tenho. Até então era um caixa único. Agora é um caixa do Botafogo social, que é uma receita muito pequena e a despesa é um pouco maior do jeito que está hoje. Mas vamos trabalhar para equacionar e zerar esse desequilíbrio para gerar novas receitas. Têm várias coisas que estou negociando, como aluguéis, para aumentar a receita.


A organização vai mudar? Vice-presidências, novos profissionais...


Eu vou contratar novos profissionais. Alguns vão ser usados da estrutura atual porque tenho na minha cabeça de ter um gerente geral e quatro ou cinco coordenadores, de administração, financeiro, comercial, jurídico… Mas vai ser uma estrutura muito enxuta para comportar essa receita que temos. Estamos trabalhando nisso.





Durcesio aponta para a parede de sua sala no Estádio Nilton Santos — Foto: Thayuan Leiras/ge



Como está a saúde, presidente?


Estou muito bem. A idade vai chegando e dá problema. Que nem carro velho, você manda para a oficina e aparecem vários defeitos (risos). Meu tratamento do câncer está indo muito bem, graças a Deus só melhora. Cada vez que eu faço exames só apontam para uma cura. Mas tem um caminho a percorrer ainda.


Isso aqui (muleta) foi um acidente de trabalho. Fiz uma pequena cirurgia, estava de muletas e escorreguei no banheiro. Não foi a cirurgia em si. Ela foi muito simples. Entrei num dia e saí no outro do hospital. O problema que tive, que fiquei 15 dias de cadeira de rodas, depois com duas muletas e em seguida uma muleta, foi a queda no banheiro. Fraturei uma vértebra e fissurei o fêmur. Mas não foi de saúde, foi um acidente, como se fosse de carro ou de bicicleta.


+ Contratações do Botafogo para 2022: veja quem chega, quem fica e quem vai embora do clube


Por que quis abrir o Acesso Total logo no primeiro ano de gestão, e um ano que prometia ser tão difícil?


Primeiro, por causa da transparência. Isso mostra uma transparência do clube. Nenhum torcedor vê. Quem não viu, tem que ver o Acesso Total, porque mostra as entranhas do futebol. E não é só o Botafogo, qualquer clube é parecido: briga de jogador no vestiário, discussão de técnico… Muitas coisas que acontecem no dia a dia, negociação de contrato… Eu quis fazer por dois motivos: primeiro porque sou otimista por natureza; segundo porque sou um pouco maluco. Meu filho fica me brecando toda hora porque sou meio maluco. Já com a minha idade (66 anos) continuo maluco. Eu adorei o projeto e paguei pra ver. Deu certo, graças a Deus, podia não dar (risos).


+ Leia mais notícias do Botafogo


O podcast ge Botafogo está disponível nas seguintes plataformas:

🎧 Globoplay - clique aqui para ouvir!
🎧 Spotify - clique aqui para ouvir!
🎧 Google Podcasts - clique aqui para ouvir!
🎧 Apple Podcasts - clique aqui para ouvir!
🎧 Pocket Casts - clique aqui para ouvir!
▶️ Dá o play!


Fonte: Por Davi Barros e Thayuan Leiras — Rio de Janeiro

quinta-feira, 17 de março de 2022

Após situações encaminhadas, Botafogo ainda quer lateral-esquerdo e meia para o Brasileirão


Diretoria do Botafogo entende que posições precisam de contratações visando o começo da competição nacional e já tem nomes em pauta




John Textor é o dono do Botafogo (Foto: Vítor Silva/Botafogo)



O Botafogo agita o mercado da bola. Já são três reforços confirmados e a possibilidade de chegar mais: o clube negocia com Luís Oyama, Patrick de Paula e Victor Sá. O Alvinegro não deve parar por aí e tem mais duas prioridades para o Campeonato Brasileiro: lateral-esquerdo e meio-campo.


> Ranking que aponta as maiores torcidas do Brasil viraliza na internet; veja o top 20


+ Pé na porta: Botafogo vai gastar R$ 50 milhões com primeiras contratações para o Brasileirão


Os dois setores são considerados como prioridades para esse período de curto prazo e o clube busca nomes visando a competição nacional. Nomes que encaixam no modelo de jogo já foram mapeados e consultas iniciais com atletas das posições já foram realizadas.


Ainda não é assinante do Cariocão-2022? Acesse www.cariocaoplay.com.br, preencha o cadastro e ganhe 5% de desconto com o cupom especial do LANCE!: GE-JK-FF-ZSW


Fernando Marçal, como o LANCE! publicou, é um nome que o Botafogo negocia para a lateral-esquerda. O defensor do Wolverhampton-ING, contudo, viria apenas em junho, ao final da temporada europeia. O Alvinegro quer outro atleta para o setor agora - a tendência é que seja um jogador mais novo.

O meio-campo é uma posição considerada com poucas opções e que precisa de mais alternativas para aguentar a temporada. Há um 'senso de urgência', mas menor do que em outros setores - como a própria lateral-esquerda e na volância, onde o Botafogo negocia com Patrick de Paula e Luís Oyama.

Se a ideia de John Textor era trazer de seis a oito jogadores para o Campeonato Brasileiro este número deve ser batido. Philipe Sampaio, Lucas Piazon e Renzo Saravia já foram oficializados e treinam com o elenco.

Vale lembrar que essas posições são pensadas a curto prazo, para o Brasileirão. O Botafogo pensa em mais nomes para julho, quando a temporada europeia acaba - esses jogadores, obviamente, não reforçariam o time neste momento. Esses são os casos de Edinson Cavani, grande sonho de Textor, e Eran Zahavi, que tem conversas.





Fonte: LANCE/Sergio Santana/Rio de Janeiro (RJ)

"Farol" de Luís Castro e amadurecimento pós-Mundial: o que esperar de Patrick de Paula no Botafogo


Volante do Palmeiras deve ser anunciado como novo reforço alvinegro nos próximos dias





Thayuan Leiras explica a negociação entre Botafogo e Patrick de Paula (https://ge.globo.com/video/thayuan-leiras-explica-a-negociacao-entre-botafogo-e-patrick-de-paula-10395404.ghtml)



Perto de ser anunciado pelo Botafogo, o volante Patrick de Paula, de 22 anos, vê o Rio de Janeiro como provável destino para retomar o auge, vivido no Palmeiras, principalmente em 2020. Após perder espaço com Abel Ferreira - ficando fora da lista do Mundial de Clubes -, o garoto tem o aval de Luís Castro para desembarcar em General Severiano.


+ Contratações do Botafogo para 2022: veja quem chega, quem fica e quem vai embora do clube



O contrato de Patrick com o Palmeiras vai até 2025, após renovação no mês passado, que estendeu o vínculo por mais um ano. Reunião na tarde da última quarta-feira encaminhou detalhes para a concretização da transferência para o Botafogo.




Patrick de Paula, durante treino do Palmeiras, na Academia de Futebol — Foto: Cesar Greco



Números:

2020

48 jogos
5 gols
1 assistência

2021

49 jogos
3 gols
1 assistência


2022

4 jogos
1 assistência


+ Leia mais notícias do Botafogo


Icioní com moral elevada com Luxa

Aos 20 anos, em 2020, Patrick foi decisivo no título do Campeonato Paulista. Era a primeira temporada como profissional, mas ele se encheu de confiança e pediu a Vanderlei Luxemburgo para bater o pênalti decisivo. A cobrança rendeu ao Palmeiras a quebra de um jejum estadual que já durava 12 anos.


- O Patrick de Paula nos surpreendeu. Ele chegou para mim e falou: "Quero bater o quinto pênalti". Eu perguntei: "Por quê?". E ele: "Quero bater, quero bater". Falei: "Tá bom...". E ele foi e bateu com propriedade - falou Luxemburgo após o título.




Os melhores mom o.com/v/8762573/ entos de Palmeiras 1 (4 x 3) 1 Corinthians pela final Campeonato Paulista (https:/globoplay/.globo.com/v/8762573/)



Familiarizado com o estilo de Luís Castro

Tudo indica que Patrick de Paula trocará de time, mas continuará sendo comandado por um técnico português. Luís Castro "herdará" de Abel Ferreira um garoto habituado com o nível de concentração exigido pelo novo treinador do Botafogo.


No ano passado, após marcar um gol e dar assistência na goleada do Palmeiras sobre o Independiente Del Valle, pela Libertadores, ele participou do Seleção SporTV e revelou o que mais irrita Abel dentro e fora de campo:


– Ele pede para sempre estarmos focado no treino, no jogo, para termos bastante concentração, e quando perdemos a concentração, ele fica bem bravo. Pede para ficarmos bem concentrados para não poder dar mole e não ter vacilo - disse o volante.



A declaração de Patrick vai ao encontro do que Castro pontuou em entrevista ao podcast "The Pitch Invaders", do Footure. E mais: o volante tem tudo para ser um dos preferidos do novo técnico alvinegro:


- Capacidade mental é treinável. Se durante o treino percebemos que o jogador não está ligado a nós, não podemos deixá-los desligar em nenhum momento com conversas entre eles. Se fizermos um exercício sempre em alta intensidade, através da comunicação que nós temos com os jogadores, eles conseguem estar ligados ao longo do exercício. O treino tem que andar muito próximo ao jogo.


- O volante é determinante. É o farol dentro do time, porque, quando o time está perdido ou em apuros, tem que poder procurá-lo para resolver.



Semana do consumidor: Botafogo se movimenta no mercado (https://ge.globo.com/video/semana-do-consumidor-botafogo-se-movimenta-no-mercado-10394507.ghtml)


Ausência no Mundial pode virar aprendizado?


Patrick de Paula viveu dois momentos controversos na temporada de 2021. O primeiro deles ocorreu em junho, quando foi hostilizado por torcedores do Palmeiras após sair de uma casa de festas. O grupo o acusou de ter ido a uma balada clandestina.


O volante negou a versão dos torcedores, mas foi punido pela diretoria do Verdão com multa de 40% do salário e afastamento das atividades com o grupo principal.


No início deste ano, Patrick ficou fora da lista de Abel Ferreira para a disputa do Mundial de Clubes e não viajou a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. O treinador justificou a ausência do garoto com o fato de outros quatro meio-campistas do Palmeiras estarem em melhor forma física.


- Ele é um menino extremamente talentoso. Era titular absoluto até o Abel chegar e inquestionável naquele momento. Parecia que sairia do Palmeiras só para a Europa, de tão valorizado que era. Acho uma ótima contratação para o Botafogo, vai fazer uma diferença enorme no meio de campo do time. Ele é negociado por questões disciplinares. Talvez seja uma lição pra ele, pra carreira, para chegar com outra cabeça no Botafogo... Disposto a encarar a carreira de forma mais séria. Dessa forma, vai ser incrível porque talento ele tem de sobra - avaliou a comentarista do Grupo Globo Fabíola Andrade.



O podcast ge Botafogo está disponível nas seguintes plataformas:


🎧 Globoplay - clique aqui para ouvir!
🎧 Spotify - clique aqui para ouvir!
🎧 Google Podcasts - clique aqui para ouvir!
🎧 Apple Podcasts - clique aqui para ouvir!
🎧 Pocket Casts - clique aqui para ouvir!
▶️ Dá o play!


Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro