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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Duelo com Santos marca o reencontro de Oswaldo de Oliveira com o Bota


Gabriel, que foi lançado no profissional pelo técnico, diz que será uma experiência diferente e espera uma vitória no Maracanã



Oswaldo de Oliveira em 2013, quando treinava o Botafogo
(Foto: Vitor Silva / SSPress)
Oswaldo de Oliveira comandou o Botafogo entre 2012 e 2013, uma intensa passagem com 133 jogos, um título carioca e uma classificação para a Libertadores. Nesta temporada, ele não chegou a um acordo para renovação e acertou com o Santos, adversário do Glorioso neste domingo, no Maracanã, pelo Brasileirão. Será o primeiro reencontro de Oswaldo com a torcida e os ex-comandados.

Para o volante Gabriel, será um dia especial. Foi Oswaldo quem o lançou no time profissional e efetivou como titular na reta final do Brasileiro de 2012.

- Será diferente para mim por ser a primeira vez que enfrento um ex-técnico meu. Acho que vai ser legal. Ele me ajudou muito, me deu oportunidade. O Oswaldo trabalhou dois anos com a gente, conhece bem o clube e os jogadores, apesar de o elenco ter mudado muito desde a saída dele. Hoje estamos de lados diferentes e ele sabe que vou fazer de tudo para defender bem o Botafogo - afirmou.

O Botafogo chegará no duelo com o Peixe depois de um desempenho ruim na derrota por 2 a 1 para o Ceará, quarta-feira, pela Copa do Brasil. Gabriel acredita que diante de um time que sai mais para o ataque, o Glorioso pode ter mais chances de vitória. O rendimento no empate em 1 a 1 com o Cruzeiro, na 13ª rodada, é a inspiração.

- O Santos é um time que vem para jogar, é grande e tem qualidade. Vai nos atacar. Esperamos repetir a atuação que tivemos contra o Cruzeiro e até mesmo contra Chapecoense. Precisamos de atenção máxima para não sermos surpreendidos.

O Botafogo é o 14º colocado do Brasileiro com 19 pontos.

Por Fred HuberRio de Janeiro

Jefferson mantém rotina de salvar o Botafogo e pede mais concentração ao time


Goleiro foi um dos poucos a saírem ilesos do vexame diante do Ceará, quarta-feira, no Maracanã





Jefferson - Botafogo x Ceará, Copa do Brasil (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)
Jefferson pegou até pênalti contra o Ceará
(Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)
Nem tudo foi um desastre na noite de quarta-feira para o Botafogo, no Maracanã, na derrota de 2 a 1 para o time misto do Ceará, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. A grande atuação de Jefferson foi o que manteve a chama do Glorioso acesa para a partida de volta, na próxima quarta, no Castelão. Antes mesmo de o Vozão abrir o placar, o camisa 1 alvinegro já tinha feito duas belas defesas, além de ter defendido a penalidade cobrada por Souza, no fim da partida, mantendo a diferença de um gol a favor dos cearenses.

Talvez o único que tenha saído ileso de mais um vexame da equipe em 2014, Jefferson recebeu os elogios em forma de agradecimento do técnico Vagner Mancini. Afinal, a sensação após a partida era de que se não fosse o camisa 1, o time já estaria praticamente eliminado.

– O Jefferson fez grandes defesas e está sempre pronto. Com certeza vai ser lembrado na história do clube. Até brinco que ele é o nosso anjo da guarda – disse o treinador.

No clube desde 2009, já deu para perder a conta de quantas vezes Jefferson salvou o Botafogo. Mas em 2014 a frequência vem chamando atenção. De acordo com o goleiro, a razão da queda do time é a falta de concentração, especialmente contra adversários menos badalados.
– Estamos entrando conforme o adversário. Não que não respeitamos o Ceará, mas estamos entrando um pouco devagar. Contra os grandes, entramos ligados e não acontece isso – pediu o capitão da equipe.

Dizem que todo grande time começa por um grande goleiro. No Botafogo atual, o famoso ditado é apenas uma meia-verdade.


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Bota quer emplacar segunda vitória seguida para findar apatia e oscilação


Na penúltima rodada do primeiro turno, alvinegros buscam explicações para as oscilações da equipe. Capitão Jefferson pede menos apatia dos jogadores



Vagner Mancini, técnico do Botafogo (Foto: Vitor Silva / SSPress)
Neste domingo, contra o Santos, no Maracanã, o Botafogo faz seu último jogo em casa pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Até o momento, uma das marcas da equipe alvinegra tem sido a irregularidade, já que ainda não conseguiu duas vitórias seguidas na competição. Contra o Peixe, terá mais uma oportunidade, já que fez 1 a 0 na Chapecoense na última rodada.

Na última quarta-feira, no entanto, pela Copa do Brasil, a roda-gigante alvinegra aconteceu novamente, na derrota para o Ceará por 2 a 1, no Maracanã. O técnico Vagner Mancini tenta combater este problema e tem algumas teorias sobre as causas.

- O Botafogo faz bons jogos e às vezes em outros deixa o adversário tomar conta. Fazia muito tempo que nenhuma equipe era superior ao Botafogo. O Ceará foi. Às vezes é por falta de concentração, em outras é porque seu jogo não encaixa com o do adversário, às vezes o adversário sai em vantagem e consegue se arrumar... Também não há muito tempo para trabalhar a equipe - analisou o treinador.

O capitão Jefferson detectou outro problema no time. A apatia demonstrada em alguns jogos, como contra o Ceará, em que o time fez um primeiro tempo para ser esquecido.

Não podemos jogar um jogo bem e outro mal. Estamos entrando apáticos demais
Jefferson

- Não podemos jogar um jogo bem e outro mal. Estamos entrando apáticos demais. Dentro de casa temos que ter outra postura, não podemos oscilar tanto.

Já o volante Gabriel vê a equipe em evolução, já que conseguiu duas vitórias nas últimas três rodadas. Ele espera que o aproveitamento melhore para que o Bota consiga se afastar das últimas posições.

- Em qualquer que seja o campeonato, temos que entrar com o pensamento de vencer. A equipe já vem tendo um desempenho melhor, conseguiu seis pontos em três rodadas. Agora, em casa, temos pela frente o Santos, uma equipe de qualidade. Vamos fazer de tudo para conseguir a vitória e ficar mais longe da parte de baixo da tabela.

O jogo contra o Santos será neste domingo, às 16h, no Maracanã. O Glorioso é o 14º colocado com 19 pontos. A diretoria manteve a promoção no preço dos ingressos praticada no jogo contra Chapecoense.

Por Fred HuberRio de Janeiro/GE