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terça-feira, 15 de março de 2022

Botafogo oferece contrato de quatro anos a Oyama e encaminha negociação com Mirassol


Clube carioca envia proposta para ficar em definitivo com o volante, que se destacou na Série B de 2021 com a camisa alvinegra









Luís Oyama está muito perto de voltar ao Botafogo. O clube negocia a chegada em definitivo do volante, que tem na mesa proposta de quatro anos de contrato. Os alvinegros debatem os últimos detalhes para levar 60% dos direitos econômicos que pertencem ao Mirassol.


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O jogador será reforço para o Campeonato Brasileiro. O acordo entre os clubes é para a transferência após a participação do Mirassol no Paulistão. A equipe já foi eliminada da Copa do Brasil e terá apenas a Série C para disputar em 2022.




Volante (esquerda) defendeu o clube na última temporada — Foto: Vitor Silva/Botafogo


O ge revelou a negociação na última semana. Depois de não conseguir manter o jogador antes da chegada de Textor, o Bota voltou à carga sob nova direção e fez outra investida. Com mais poder financeiro, as conversas com o clube paulista avançam em maior velocidade. Em janeiro, o Mirassol pediu pouco mais de R$ 3 milhões por 60% dos direitos do jogador, mas o pagamento deve ser menor.


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A conclusão interna é de que Oyama tem condição de aumentar a competividade do elenco na posição. A saída dos paulistas da Copa do Brasil pode facilitar as conversas. Mas, ao mesmo tempo, a presença de Textor aumenta a cobiça de outros clubes pelos novos milhões alvinegros.


Em 2021, o meio-campista agradou na campanha vitoriosa do Botafogo na Série B. Foram 31 jogos e dois gols marcados. Nessa temporada, manteve sequência no Campeonato Paulista e foi titular em todas as rodadas. Destaque para a vitória sobre o Santos, que teve duas assistências do volante.


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Fonte: GE/Por André Hernan e Davi Barros — Rio de Janeiro

Botafogo faz proposta de R$ 13 milhões e avança para contratar Victor Sá, do Al Jazira


Alvinegros ofereceram três anos de contrato para o atacante, que já defendeu o Wolfsburg





Joel Carli vai se tornar estrangeiro com mais jogos pelo Botafogo (https://ge.globo.com/video/joel-carli-vai-se-tornar-estrangeiro-com-mais-jogos-pelo-botafogo-10390915.ghtml)



O Botafogo avança para ter mais um reforço da era John Textor: Victor Sá, atacante do Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos. O clube ofereceu 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 13 milhões) aos árabes e contrato de três anos ao jogador. A informação foi publicada primeiro pelo site "UOL".


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A negociação está em estágio avançado. O jogador tem pouco tempo de contrato com os árabes, até junho de 2023, o que facilita as conversas entre as diretorias. O clube atual tem poucas janelas para recuperar ao menos parte do investimento feito no atleta, que girou em torno de R$ 21 milhões.


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Victor Sá foi contratado pelo Al Jazira no ano passado — Foto: Divulgação/Al Jazira


Victor Sá é titular do Al Jazira e jogou o último Mundial de Clubes. A equipe caiu nas quartas de final para o Al Hilal. Nessa temporada, ele fez 28 partidas, marcou quatro gols e deu cinco assistências.


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Davi Barros fala sobre busca por reforço do Botafogo (https://ge.globo.com/video/davi-barros-fala-sobre-busca-por-reforco-do-botafogo-10391653.ghtml)



O brasileiro é um atacante de velocidade, que joga pelos lados do campo. O ponto alto da carreira foi com a camisa do Wolfsburg, da Alemanha, entre 2019 e 2021. Antes, atuou no futebol austríaco. No Brasil, tem passagem pelas divisões de base do Palmeiras.


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Se confirmada, a contratação do atacante será a quarta do Botafogo sob o comando de John Textor. O clube já anunciou três nomes: o zagueiro Philipe Sampaio, o lateral-direito Renzo Saravia e o meia Lucas Piazon. Além disso, o clube encaminhou negociação com o Mirassol para o retorno de Oyama.


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Fonte: GE/Por Thayuan Leiras — Rio de Janeiro

Justiça nega pedido de penhora de R$ 10 milhões sobre aporte de Textor no Botafogo


Tribunal aceita argumento do clube de que empréstimo-ponte não pode ser considerado receita corrente. Cabe recurso ao sindicato, que avalia continuar discussão em outras instâncias



A Justiça do Trabalho negou na última segunda-feira pedido do Sindeclubes para penhorar R$ 10 milhões da primeira parcela do investimento de John Textor no Botafogo. A decisão é da presidente do Tribunal Região do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), Edith Maria Correa Tourinho.


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O pedido foi feito pelo Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (Sindeclubes). Segundo a entidade, o Regime Centralizado de Execuções (RCE) exigiria o repasse de 20% dos R$ 50 milhões pagos pelo americano. O mecanismo é presente na lei da Sociedade Anônima do Futebol.


O juízo, no entanto, apontou que apenas receitas correntes entram no repasse, e não receitas de capital, como é o caso do empréstimo-ponte firmado entre clube e empresário.


"Na medida em que a obrigação de depósito decorre exclusivamente de receitas correntes e a natureza jurídica contratual se constitui em contrato de mútuo, indefiro a classificação do investimento como receita corrente, não havendo que se falar em obrigatoriedade de depósito de 20%".




Decisão libera valor para ser investido no clube — Foto: Davi Barros


No fim de janeiro, o ge informou que o sindicato da categoria solicitou a penhora do aporte inicial de Textor. O Botafogo discordou, e não considerou o montante passível de desconto. Nos autos, a defesa alvinegra defendeu que o repasse do americano não se trata de receita corrente, o que foi aceito pelo tribunal.


Entre os argumentos, o clube afirmou que a penhora geraria aumento da dívida, já que o valor deveria ser devolvido a Textor. O empréstimo expira no fim de agosto desse ano, quando Botafogo, enquanto associação, precisa devolver os R$ 50 milhões ou ceder 10% das ações da SAF. O clube já conta com a operação, tanto que anunciou a venda de 90% da empresa ao americano, e não 80%.


O Sindeclubes não descarta levar a discussão às instâncias superiores. O caso do Botafogo é acompanhado de perto por outros clubes que fazem transição para SAF, já que pode influenciar outras disputas judiciais. O Vasco, por exemplo, está na mira do mesmo sindicato devido a operação parecida com a 777 Partners.


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Fonte: GE/Por Thayuan Leiras — Rio de Janeiro