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domingo, 24 de março de 2013

Atuações: mesmo expulso, Seedorf leva a maior nota. Bolívar é o pior


Autor de um gol e da assistência para o outro na vitória do Bota sobre o Madureira, holandês tem a melhor avaliação ao lado de Jefferson






JEFFERSON - GOLEIRO
Não teve como evitar o gol de Jean. No mais, foi bem e seguro quando exigido, especialmente ao fazer grande defesa em chute de Gilson aos 40 minutos do segundo tempo
Nota: 7,0

LUCAS - LATERAL-DIREITO
Atuação discreta, mas cumprindo sua função tática. Melhorou na parte ofensiva no segundo tempo e participou do gol de Seedorf, mas deu condição de jogo a Jean no gol do Madureira.
Nota: 6,0

BOLÍVAR - ZAGUEIRO
Em alguns lances, foi envolvido pelo ataque adversário, dando espaços no setor. Falhou no gol do Madureira, ao não conseguir interceptar o passe para Jean.
Nota: 5,0

DÓRIA - ZAGUEIRO
Esteve melhor do que o companheiro de zaga e ainda apareceu bem na frente para marcar o gol de cabeça que abriu o placar.
Nota: 6,5

JULIO CESAR - LATERAL-ESQUERDO
Tentou dar velocidade pela esquerda, levou o time à frente em algumas oportunidades, mas poderia ter aproveitado melhor as jogadas de linha de fundo.
Nota: 6,0

MARCELO MATTOS - VOLANTE
Atuação segura à frente da zaga, ainda arriscou uma finalização com algum perigo.
Nota: 6,0

GABRIEL - VOLANTE
No primeiro tempo, encurtou os espaços e levou a melhor em quase todas as divididas. Na segunda etapa, cansou um pouco, deixou alguns espaços, mas não comprometeu.
Nota: 6,0

FELLYPE GABRIEL - MEIA
Correu o campo todo, conseguiu bons lançamentos e teve participação efetiva. No segundo tempo, caiu um pouco de produção, mas nada que comprometesse.
Nota: 6,5

SEEDORF - MEIA
Um bom repertório de passes, abrindo espaços no campo. Cobrou bem a falta que resultou no gol de Dória e definiu a vitória ao aproveitar rebote do goleiro. No fim, foi expulso ao se recusar a deixar o campo pelo lado determinado pelo árbitro.
Nota: 7,0

VITINHO - ATACANTE
A velocidade de sempre, mas prendeu demais a bola em alguns lances, desperdiçando boas jogadas. Atuação apenas razoável.
Nota: 5,5

CIDINHO - MEIA
Entrou arisco, conseguiu uma finalização, mas cometeu alguns erros.
Nota: 6,0

RAFAEL MARQUES - ATACANTE
Movimentou-se bem para buscar jogo fora da área, conseguiu uma boa finalização e participou do lance do pênalti que foi marcado pelo árbitro e, depois, anulado.
Nota: 6,5

BRUNO MENDES - ATACANTE
Entrou aos 41 minutos do segundo tempo e não teve tempo para mostrar futebol.
Sem nota

OSWALDO DE OLIVEIRA
Sem surpresas na escalação do time, o treinador levou a campo a equipe que vem ganhando corpo desde a reta final da Taça Guanabara. No lance do pênalti marcado e depois anulado pelo árbitro, o técnico demonstrou serenidade e passou tranquilidade para os jogadores.
Nota: 7,0



O time comandado por Alexandre Gama esbanjou disposição e marcação firme. A equipe conseguiu chegar ao ataque em algumas ocasiões e Jean teve calma para marcar o gol do Tricolor Suburbano.

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Lance confuso rende a Seedorf a primeira expulsão pelo Botafogo


Holandês se nega a sair de campo no lado indicado pelo árbitro e leva dois amarelos. Jefferson diz que sequer era ele quem deveria sair


O jogo caminhava para o final, o Botafogo tinha a vitória quase garantida, Seedorf já saboreava mais uma grande atuação, com um gol e passe para o outro. Mas o jogo contra o Botafogo, encerrado com triunfo alvinegro por 2 a 1, teve uma conturbada expulsão do holandês como componente final.



André Bahia já estava dentro de campo, depois de entrar no lugar de Cidinho - era a terceira substituição do Botafogo. Mesmo depois da alteração, Seedorf resolveu para a beira do campo, como se fosse ele o substituído. Mas o árbitro Philip Georg Bennett pediu que o holandês saísse no lado oposto, mais próximo de onde eles estavam. O camisa 10 não quis. Levou o cartão amarelo. Depois de advertido, insistiu em sair pelo lado contrário ao indicado pelo juiz. Aí recebeu outro amarelo - e o vermelho, consequentemente.

Foi a primeira expulsão de Seedorf no Botafogo e um fato raro na carreira dele. O jogador não recebia um cartão vermelho desde a vitória do Milan sobre o Messina por 3 a 1, no dia 22 de abril de 2006, em jogo válido pelo Campeonato Italiano. Na ocasião, ele também foi expulso nos acréscimos do segundo tempo, aos 46 minutos, depois de discussão com o zagueiro Aronica, do Messina, que havia feito falta dura em Cafu. O holandês e o italiano chegaram a colocar a mão no rosto um do outro, sem violência, e o árbitro Pieri di Lucca decidiu expulsar ambos.

Antes de expulso, Seedorf fez o gol da vitória do Botafogo (Foto: Alexandre Brum/Agência Estado)
Depois da confusão neste domingo, o jogador ficou na beira do campo de Moça Bonita, mas decidiu não interpelar o árbitro.

- Não vou falar nada, não entendi nada - disse ele.

Segundo o goleiro Jefferson, a confusão foi ainda maior. Ele disse que André Bahia entraria no lugar de Cidinho, que estava deitado, com dores. Porém, quando o holandês saiu de campo, o zagueiro já havia entrado na partida.

- Foi completamente confuso. Não era nem o Seedorf que era pra sair, era o Cidinho. Eu nunca vi isso - afirmou o goleiro.

Seedorf, com a expulsão, está fora do jogo contra o Friburguense, quinta-feira, no Engenhão.

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
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Botafogo aguarda súmula para se posicionar sobre expulsão de Seedorf




Clube critica atuação do árbitro do jogo contra o Madureira, neste domingo, em Moça Bonita



As imagens de Madureira 1 x 2 Botafogo (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)
Philip Georg Bennett
 teve atuação polêmica
(Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)
Após a vitória do Botafogo sobre o Madureira por 2 a 1, na tarde deste domingo, em Moça Bonita o gerente executivo do Alvinegro, Aníbal Rouxinol, comentou a polêmica expulsão de Seedorf, que deixou o campo depois de receber dois cartões amarelos do árbitro Philip Georg Bennett nos últimos minutos da partida.

- O Botafogo não considera a arbitragem no nível do campeonato. Vamos aguardar a súmula para dar andamento legal. Uns acham que ele voltou atrás, mas vamos aguardar. Não sabemos o que ele entendeu naquele lance - disse Aníbal, que continuou criticando o árbitro:

- Os jogadores estão no vestiário e não pude falar com o Seedorf. Não tivemos acesso ao árbitro. Essa atitude dele mostra o que foi a arbitragem. 

No pênalti do primeiro tempo ele demorou a voltar atrás.

O pênalti a que Aníbal se referiu, aconteceu aos 31 do primeiro tempo, quando Rafael Marques foi derrubado por Fernando. O juiz assinalou a infração, mas quando Seedorf foi bater a penalidade, o árbitro voltou atrás, marcando impedimento do holandês no início da jogada. A reclamação quanto ao lance é que o Philip demorou dois minutos até tomar a decisão de anular a sua marcação.


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