domingo, 21 de julho de 2019

Atuações do Botafogo: ataque tem manhã apagada em terceiro jogo sem vitória no Brasileirão


Carli, Cícero e Alex Santana são os melhores na derrota para o Santos; veja todas as notas




Melhores momentos de Botafogo 0 x 1 Santos pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro

Cícero: de volta ao time, teve atuação segura na frente da zaga e foi o jogador que mais roubou bolas na partida (quatro no total). Nos minutos finais, chegou a quebrar um galho de zagueiro enquanto Carli tentava ajudar o ataque. Nota: 6,5.


Erik: motorzinho do time em boa parte da temporada, não vive bom momento. Parecendo desanimado em campo, participou pouco do jogo e aumentou seu jejum de gols: já são seis partidas sem balançar as redes adversárias. Nota: 5,0


Alex Santana: um dos poucos que tentou algo diferente no jogo deste domingo. Pelo menos duas vezes arrancou do meio-campo e venceu a marcação para levar o Botafogo ao ataque. Arriscou chutes de fora da área, mas sem direção. Nota: 6,5.


Diego Souza: assim como Erik, outro que teve atuação apagada na derrota para o Santos. Não conseguiu segurar a bola no ataque e saiu de campo sem finalizar. Nota: 5,0.



Gabriel teve uma manhã sem muito destaque neste domingo — Foto: André Durão / GloboEsporte.com


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Todas as notas


Gatito Fernandez [GOL] - 6,0

Marcinho [LAD] - 6,0

Carli [ZAG] - 6,5

Gabriel [ZAG] - 6,0

Gilson [LAE] - 5,5

Cícero [VOL] - 6,5

Alex Santana [VOL] - 6,5

(Victor Rangel [ATA] - 5,5)

João Paulo [VOL] - 6,0

Luiz Fernando [ATA] - 5,0

(Rodrigo Pimpão [ATA] - 5,5)
Erik [ATA] - 5,0

Diego Souza [ATA] - 5,0

(Jonathan [LAE] - 5,5)



Fonte: Por GloboEsporte.com — Rio de Janeiro

Barroca admite surpresa do Botafogo com resultado: "Derrota que a gente não esperava"


Treinador admite novamente dificuldade na criação de jogadas, diz que busca solução o mais rapidamente possível e afirma que o Alvinegro precisa "tirar lição" neste domingo



Melhores momentos de Botafogo 0 x 1 Santos pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro

O Botafogo não vence há três rodadas no Campeonato Brasileiro. O último tropeço foi neste domingo, contra o Santos. Após a derrota por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos, o técnico Eduardo Barroca disse que não esperava pelo resultado negativo em casa e ressaltou que o placar ao menos pode servir para que tanto ele quanto o elenco entendam o que devem tirar de lição da partida em casa. Na próxima quarta-feira, o Alvinegro já volta a campo para mais um compromisso importante: recebe o Atlético-MG pelas oitavas de final da Sul-Americana.


- Foi um jogo difícil, a sequência é difícil. O Santos começou melhor, mas igualamos e melhoramos. Tivemos chances, chutes de fora da área, escanteio. No segundo tempo o Santos teve um expulso. Até perdermos o Gilson, não conseguimos transformar esse homem a mais em domínio. Após a nossa expulsão, o jogo ficou aberto. Marinho foi feliz na individualidade, bola difícil de acertar. Derrota que a gente não esperava. Trabalhamos firme para dentro de casa vencer, mas precisamos virar a chave. Temos que tirar uma lição para colocar em prática os ajustes necessários.



Eduardo Barroca puxa para si a responsabilidade e admite: "Derrota que a gente não esperava" — Foto: André Durão/GloboEsporte.com



Ciente de que tem a responsabilidade pelos resultados do Alvinegro, Barroca consegue enxergar onde estão as dificuldades do Bota para tentar corrigir. De acordo com ele, não basta ter o controle do jogo, mas sim transformá-las em oportunidades.


- Temos tido dificuldade na transição do meio para a frente com o controle do jogo. Tivemos nove escanteios, muita finalização bloqueada. Estamos com dificuldade de encontrar clareza para transformar o controle em oportunidades. Responsabilidade minha encontrar as soluções. Preciso encontrar a forma de fazer com que a gente crie mais chances. Não sou homem de fugir de responsabilidades.


Veja abaixo outras respostas de Barroca na entrevista coletiva


Erro na pressão

- De forma geral, acho que a pressão não andou bem hoje. Precisávamos pressionar para criar incômodo maior ao Santos. No primeiro tempo já não foi adequada. Cobrei forte isso. No segundo tempo, mesmo com um homem a menos, o Santos jogou com conforto. O benefício de ter um homem a mais é usar a bola para explorar isso. E nesse período tivemos pouco a bola, acabamos não conseguindo tirar proveito.


Filosofia de Sampaoli


- Filosofia tem a ver com o treinador, mas também clube que está e jogadores que tem. Sampaoli faz muito saída com três, eu não faço muito. Mas você olha o Santos jogar e vê um bom futebol. Tem predominância técnica. E a gente também, gosto de futebol assim. Respeito muito a história dele, o trabalho que vem fazendo.


Foco na Sul-Americana

- Sul-Americana é muito importante para nós, em meio a jogos complicados pelo Brasileiro. Temos que aprender com algumas coisas para fazer um grande jogo.


Vaias da torcida

- Torcedor vaiou porque esperava uma vitória. Preciso ter clareza no que estabeleci de metas para não errar a mão na hora de cobrar. Antes da Copa América, começamos perdendo para o São Paulo e vencendo o Fortaleza. Agora empatamos e perdemos. Não quero cobrar equivocadamente. Temos dez jogos nesse segundo ciclo para conseguir uma pontuação adequada e tenho duas fases de Sul-Americana no meio. Temos muito a crescer, a responsabilidade é minha e temos trabalhado duro. Tenho muita confiança de que vamos passar por cima dessas dificuldades e vamos prosperar.


Análise com mais calma do jogo

- Tenho que entender primeiro porque não vencemos o jogo. Vou rever sem emoção, sentar com os jogadores para cobrar o que eu entender que não andou bem. O torcedor não precisa ter dúvida de que se a gente precisar tomar atitudes, vamos tomá-las. Seja de forma de jogar, de cobrança, de escolhas. Eu sou o principal responsável.


- Os jogadores estão trabalhando, se dedicando. Precisamos encontrar uma fórmula para transformar esse esforço em vitórias. No intervalo, lembrei o jogo do Fortaleza, que foi muito difícil e falei para eles que ganharíamos ou perderíamos nos detalhes. Naquele jogo o Alex entrou e fez o gol. Hoje um reserva do Santos entrou e decidiu. Preciso ter clareza para não fazer cobranças equivocadas.


Apoio da torcida

- O torcedor do Botafogo apoiou o jogo todo, é muito importante falar. Vai no embalo do time. Precisamos ser a locomotiva desse trem, trabalhar duro, ter atitude e vencer. A responsabilidade de manter o torcedor do nosso lado é nossa.


Fonte: GE

sábado, 20 de julho de 2019

Mesmo com problemas extracampo, Botafogo vai confiante em busca da vitória contra o Santos


Neste domingo tem clássico nacional, às 11h, no Nilton Santos. Uns dos mais tradicionais do futebol brasileiro que, na era de ouro dos anos 1960, colocavam frente a frente craques da estirpe de um Garrincha, Zito, Nilton Santos, Pelé, Zagalo, Pepe e Didi - base da Seleção Brasileira.


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Pra cima, FOGO! 🔥 ‬Amanhã temos um encontro marcado no Nilton Santos! É o FOGÃO em ação pelo Brasileirão! #VamosFOGO ⭐️


Hoje, com elencos bem mais modestos, dessa vez se colocam frente a frente as convicções táticas de Barroca e Sampaoli pela 11a. rodada do Brasileiro.


O Botafogo finalizou neste sábado uma semana tumultuada de preparação depois do empate sem gols em Belo Horizonte. Na retomada dos treinos terça-feira, o atacante Biro Biro sofreu um desmaio no início dos trabalhos e as atividades foram suspensas com o jogador sendo conduzido a um hospital. Lá fez exames específicos para determinar as causas da ocorrência, já que não é a primeira vez que desmaia em campo e passou por procedimentos para corrigir arritmias do coração. O jogador teve alta na quinta-feira com indicação de novos exames para fechar o diagnóstico nos próximos 15 dias.


Paralelo ao ocorrido, o clima continuou tenso em razão dos dois meses de atraso nos salários e direitos de imagens, amenizado parcialmente com parte do pagamento depositado na conta dos jogadores na sexta-feira.


Voltando ao campo de jogo, na retomada dos jogos após a Copa América, o time de Barroca mostrou, contra a Raposa, as mesmas dificuldades de antes da parada: baixo número de finalizações e falta de objetividade.

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