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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Jeffinho se torna a maior venda da história do Botafogo; veja o top 5



Transferência do atacante de 23 anos para o Lyon poderá chegar ao total de 12,5 milhões de euros, caso ele alcance o bônus. Glorioso tem direito a 60%



O Botafogo anunciou nesta terça-feira a venda de Jeffinho para o Lyon, da França, por €10 milhões (R$ 55,2 milhões), com possibilidade de mais €2,5 milhões (R$ 13,8 milhões) em bônus no caso de metas individuais cumpridas. Esta é a maior venda da história do clube.


+ Botafogo e Lyon mudam termos, e Jeffinho é vendido para clube francês


Confira o ranking das maiores transações:

1 - Jeffinho

O atacante de 23 anos vai para o Lyon em uma transação de 10 milhões de euros, que poderá chegar a 12,5 milhões de euros (R$ 69,2 milhões). O Botafogo, detentor de 60% dos direitos federativos do jogador, teria direito a 7,5 milhões de euros (R$ 41,5 milhões). O resto fica com o Resende, clube que revelou Jeffinho.





Jeffinho, Lyon — Foto: Divulgação/OL


2 - Luis Henrique

Em 2020, o atacante, então com 18 anos, foi vendido para o Olympique de Marselha por 8 milhões de euros, valor referente a 70% dos seus direitos econômicos. O Botafogo, que detinha 40% do passe, recebeu mais de 3,9 milhões de euros (cerca de R$ 25 milhões na época).


Luis Henrique retornou ao Botafogo em 2022 por empréstimo até a metade de 2023.





Botafogo apresenta Luis Henrique — Foto: Vitor Silva/Botafogo


3 - Dória

Negociado por 6 milhões de euros em 2014 junto ao Olympique de Marselha, o zagueiro rendeu ao Botafogo cerca de R$ 21 milhões, que foram quitados em quatro parcelas durante três anos.





Doria no treino do Botafogo — Foto: Vitor Silva / SS Press


Depois de atuar na equipe francesa, Dória ainda defendeu o São Paulo, Granada-ESP, Malatyaspor-TUR e o Santos Laguna-MEX, seu time atual.


4 - Vitinho

Em 2013, o Botafogo negociou o atacante com o CSKA Moscou por 10 milhões de euros, valor da multa contratual. O Glorioso recebeu 6 milhões de euros pelo (cerca de R$ 18,6 milhões na época), pois detinha 60% dos direitos econômicos. Os outros 40% pertenciam ao Audax.





Vitinho Botafogo — Foto: Arquivo pessoal


5 - Elkeson

O atacante foi vendido em 2012 ao Guangzhou Evergrande, da China, por 5,7 milhões de euros, valor convertido para R$ 15,6 milhões na época.





Elkeson defendeu o Botafogo em 2011 e 2012 — Foto: Wagner Meier / AGIF)


Quem deixa o top 5 com a entrada de Jeffinho é Matheus Fernandes. O volante foi vendido ao Palmeiras em 2018 por 3,5 milhões de euros.

Escalação do Botafogo: Luís Castro volta a rodar o time, que terá maioria de reservas



Glorioso enfrenta o Madureira nesta quarta-feira, às 19h, no estádio Luso-Brasileiro



Depois da vitória no clássico com o Fluminense por 1 a 0, no domingo, o Botafogo volta a campo nesta quarta-feira, às 19h, para enfrentar o Nova Iguaçu, pela sexta rodada do Carioca. O time terá novamente muitas mudanças na escalação.


+ Botafogo e Lyon mudam termos, e Jeffinho é vendido para clube francês





Treino do Botafogo no CT Lonier — Foto: Vítor Silva/Botafogo


O técnico Luís Castro mantém o planejamento de dar chances a todos os jogadores, como parte do processo de pré-temporada. Contra o Nova Iguaçu, o time que inicia a partida será basicamente formado por reservas.


A provável escalação é parecida com a da vitória sobre o Madureira: Douglas Borges; Daniel Borges, Philipe Sampaio, Segovia e Hugo; Danilo Barbosa, Patrick de Paula (Gabriel Pires), Marlon Freitas, Carlos Alberto, Gustavo Sauer e Matheus Nascimento.




Botafogo finaliza preparação para duelo com o Nova Iguaçu pelo Campeonato Carioca


O Botafogo é o time com melhor aproveitamento até agora no Carioca: 75%. Em quarto lugar com nove pontos e um jogo menos do que adversários como Flamengo, Fluminense e Volta Redonda, o time tem a chance até de terminar a rodada em primeiro lugar caso vença a partida.





Treino do Botafogo no CT Lonier — Foto: Vítor Silva/Botafogo



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Fonte: GE/Por Fred Huber e Sergio Santana — Rio de Janeiro

Canhota afiada: Tchê Tchê vibra com assistência e vitória do Botafogo no clássico



Volante, que deu linda assistência para Victor Sá, conta ao ge que seu desejo na infância era ser canhoto. Com o tempo, se tornou ambidestro


No equilibrado clássico com o Fluminense, um lançamento primoroso de Tchê Tchê para Victor Sá foi determinante para o Botafogo sair do Maracanã com a vitória por 1 a 0. A facilidade para chutar com ambas as pernas foi uma arma para o volante, que deu a assistência com a esquerda.


Quando criança, Tchê Tchê queria ser canhoto, e sua dedicação o tornou ambidestro.




Tchê Tchê durante o clássico Botafogo x Fluminense — Foto: Vítor Silva/Botafogo


A vitória sobre o Fluminense deixou a torcida animada, mas Tchê Tchê acredita que o momento pede serenidade para seguir o trabalho neste início de ano sem baixar a guarda.


- Vencer um clássico é sempre bom, o primeiro da temporada. Mas não deve ser motivo para euforia, deve ser encarado como todos os outros, com muita seriedade. Procuramos fazer o que o mister pediu e deu certo - disse ao ge.




Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca


Com a chance de se tornar líder do Carioca, o Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira, às 19h, para enfrentar o Nova Iguaçu, no estádio Luso-Brasileiro.


Confira o bate-papo com Tchê Tchê:

Ge: A assistência para o gol do Victor Sá evidenciou sua facilidade e precisão para jogar tanto com a perna direita quanto esquerda. Como foi seu processo de aperfeiçoamento até chegar nesse nível?


Tchê Tchê: Fiquei muito feliz pela assistência. Acredito sim que tenho essa facilidade de utilizar as duas pernas, me considero ambidestro. Sempre depois dos treinos praticamos finalizações e pênaltis, e eu sempre faço com a perna esquerda também. Às vezes só com a perna esquerda para ajudar a aperfeiçoar. Sempre me espelhei no meu pai, que era destro e se tornou ambidestro. Meu sonho quando criança era ser canhoto, e isso me incentivou também.




Victor Sá comemora com Tchê Tchê, que lhe deu assistência na vitória do Botafogo — Foto: Vítor Silva/Botafogo


Acredita que essa facilidade aumenta também a sua versatilidade de atuar em mais posições? Durante sua carreira já houve momentos em que foi escalado pelos lados do campo, por exemplo.


Durante minha carreira, já fui mais versátil. Ainda me considero versátil, mas a minha preferência é atuar na faixa central do campo, sendo de primeiro ou segundo volante, às vezes até como meia, como já aconteceu no Atlético-MG.


O que representa a vitória sobre o Fluminense para este início de trabalho em 2023?

Vencer um clássico é sempre bom, o primeiro da temporada. Ainda mais com tão pouco tempo de preparação. Mas não deve ser motivo para euforia, deve ser encarado como todos os outros, com muita seriedade. Procuramos fazer o que o mister pediu e deu certo. Agora é seguir o trabalho, sem euforia.


Com a manutenção da base do time, que deixou uma impressão positiva na reta final do Brasileiro, a torcida do Botafogo inicia a temporada com uma expectativa de ter um 2023 melhor. Até onde acredita que a equipe pode chegar?


Sempre bom ter uma base. Ano passado foram diversas contratações, eu mesmo cheguei no meio do ano. Claro que requer um tempo para ganhar entrosamento. Nosso elenco é muito bom, sem vaidade dentro do vestiário, e isso ajuda demais. O que queremos é ganhar títulos, porque é dessa maneira que os jogadores marcam seus nomes na história do clube. Vamos fazer de tudo para buscar algum esse ano. Vamos caminhar em busca desse propósito.




Fred Huber e Giba Perez debatem ida de Jeffinho para o Lyon (https://ge.globo.com/video/fred-huber-e-giba-perez-debatem-ida-de-jeffinho-para-o-lyon-11324401.ghtml)



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Fonte: GE/Por Fred Huber — Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Nos passos de Gatito, Perri se consolida no Botafogo e postula vaga de titular



Goleiro coloca histórico de pegador de pênaltis em campo no primeiro clássico da temporada 2023 e conquista torcida do Botafogo



O treinador do Botafogo, Luís Castro, tem o famoso "problema bom" para resolver no gol alvinegro na temporada 2023: quem deverá ser o titular Gatito Fernandez ou Lucas Perri? Enquanto o paraguaio ainda se recupera de uma lesão no ombro, o jovem vem recebendo oportunidades e aproveitando, como fez na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, defendendo um pênalti de Calegari.


- Quando acontece um pênalti, a gente tem um minuto para concentrar e fazer o melhor possível, para não facilitar para o cobrador. Esperei até o último momento e consegui defender. Ano passado, eu pude defender alguns pênaltis, legal ficar marcado por esse lado. É seguir trabalhando - afirmou o goleiro.





Lucas Perri defende pênalti para o Botafogo contra o Fluminense — Foto: André Durão



A defesa contra o jovem lateral tricolor foi a primeira pelo Botafogo em uma partida oficial, mas o histórico em 2022 mostra que Perri justifica seus 1,97m quando tem o batedor à frente na marca penal.


Foram sete pênaltis defendidos no total na última temporada. Seis ainda enquanto vestia a camisa do Náutico, dois pela Série B, dois pelo Pernambucano e dois pela Copa do Nordeste, e um no Glorioso no amistoso contra o Crystal Palace, em dezembro.


Muito além dos pênaltis, Lucas Perri conquistou a confiança dos torcedores alvinegros pela segurança mostrada debaixo das traves, mesmo ainda com poucas partidas pelo clube. Ao todo, são seis jogos oficiais, com cinco vitórias e uma derrota, e quatro gols sofridos, três contra o Athletico-PR e um contra o Volta Redonda.





Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca



A grande questão que fica é quem será o goleiro titular quando Gatito Fernandez estiver à disposição. Enquanto o paraguaio se recupera, o técnico Luís Castro prefere não entrar em comparação entre os dois jogadores.


- Seria uma deselegância da minha parte comparar ele com Gatito ou Douglas. Ele tem feito boas partidas, como todo o time. Isso não é surpresa alguma porque tem trabalhado muito bem no dia a dia. Quando coloco um time em campo é porque estou a espera do melhor deles - destacou.


Começo semelhante

Foi também com protagonismo nos pênaltis que Gatito Fernandez começou a construir a, hoje, enorme idolatria que tem com a torcida do Botafogo. Contratado depois de um bom brasileiro com o Figueirense em 2016, Fernandez começou o ano seguinte na reserva de Helton Leite, até a Libertadores.



Gatito Fernández brilha e Botafogo, heroico, se classifica nos pênaltis na Libertadores (https://ge.globo.com/video/gatito-fernandez-brilha-e-botafogo-heroico-se-classifica-nos-penaltis-na-libertadores-5676624.ghtml)



O brasileiro saiu machucado durante o jogo contra o Olimpia, na Pré-Libertadores, Gatito entrou em campo e defendeu três pênaltis na disputa, garantindo a classificação do Glorioso. Desde então, são 194 partidas totais, o estrangeiro que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, muitos pênaltis defendidos e uma linda história escrita.




"Esse é o Botafogo que vai jogar o Brasileiro", afirma Pedro Dep | A Voz da Torcida (https://ge.globo.com/futebol/voz-da-torcida/video/esse-e-o-botafogo-que-vai-jogar-o-brasileiro-afirma-pedro-dep-a-voz-da-torcida-11322086.ghtml)


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Pênalti à parte, Botafogo fez seu melhor trabalho defensivo contra o Fluminense de Diniz



O clássico do Maracanã não teve um time claramente dominante, não teve frequentes sensações de gol e teve faltas em excesso. E é fato que, antes de Victor Sá arrancar para dar a vitória ao Botafogo, o Fluminense tivera a bola na marca do pênalti para mudar a história, mas Lucas Perri foi decisivo. Ainda assim, a vitória alvinegra tem um aspecto interessante: a forma como Luís Castro lidou com o estilo de Fernando Diniz.


Uma das vantagens de ter trabalhos com um mínimo de continuidade é poder observar como cada encontro entre treinadores é uma espécie de continuação do anterior. Em 2022, Castro e Diniz se encontraram duas vezes. E o terceiro jogo foi aquele em que o português melhor controlou as ações ofensivas tricolores.





Victor Sá em vitória do Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Neste domingo, o Botafogo ficou com a bola por 41% do tempo. No primeiro turno de 2019, ficara só 20% até perder por 1 a 0, no jogo de maior domínio do Fluminense. No returno, ampliou a posse para 35%, abriu 2 a 0 até ceder o empate na segunda etapa. Não que o alvinegro tivesse enfrentado o tricolor de Diniz disposto a competir pela posse, mas Luís Castro afirmou após o jogo que gostaria de ter estendido mais os períodos do time com a bola.


O ponto mais importante foi que o Botafogo permitiu ao Fluminense apenas sete finalizações. No último Brasileiro, foram 11 num jogo e 18 no outro. Jogos contra este Fluminense impõem uma escolha difícil aos rivais. Ao concentrar jogadores em torno da bola, obriga o rival a evitar se ver em inferioridade numérica no setor em que a jogada ocorre, mas também não se fragilizar no lado oposto, para onde o Fluminense pode fazer inversões de jogo.


Neste domingo, o Botafogo controlou o lado em que o time de Diniz aglomerava seus jogadores para trocar passes curtos, evitou bolas em profundidade e sofreu pouco com inversões. Tampouco incomodou tanto no ataque. Foi um jogo de poucas chances. O alvinegro teve uma bola parada no primeiro tempo e contragolpes surgidos após o primeiro gol. O Fluminense, com poucas soluções para variar o corredor das jogadas, construiu o lance do pênalti na melhor jogada da partida, quando Keno ofereceu ao time algo que faltava: um ataque à profundidade, até sofrer o pênalti de Rafael. Mas Calegari, que estranhamente executou a cobrança numa decisão que escapou ao controle da comissão técnica, parou em Lucas Perri.


Já o gol de Victor Sá expôs uma questão que, vez por outra, reaparece no Fluminense: um lançamento feito por um jogador sem pressão diante de uma linha defensiva com dificuldade para controlar o passe às suas costas.


O clássico de início de temporada ficou a dever em termos técnicos e teve 38 faltas. Foi truncado em boa parte do tempo. Mas o Botafogo foi recompensado pelo trabalho defensivo, talvez o melhor de todos os confrontos com Diniz. Ainda que Lucas Perri tenha sido salvador no lance do pênalti.



Fonte: GE/Por Carlos Eduardo Mansur
Jornalista. No futebol, beleza é fundamental

Análise: defesa de pênalti dá ânimo ao Botafogo, que passa em primeiro teste de 2023



Após primeiro tempo de pouca inspiração, equipe de Luís Castro cresce após Lucas Perri defender cobrança de Calegari; defesa é ponto alto



O Botafogo passou pelo Fluminense no primeiro grande teste da temporada 2023. A vitória por 1 a 0 no Maracanã pode ser dividida em dois momentos-chave na ótica alvinegra: o antes e o depois do pênalti de Calegari defendido por Lucas Perri ainda nos minutos iniciais do segundo tempo.


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Antes, a equipe comandada por Luís Castro tinha muita dificuldade para criar. Preso na marcação no meio-campo, o Botafogo só chegava ao ataque quando um dos defensores era obrigado a dar um chutão e Tiquinho Soares travava duelos físicos com os zagueiros no pivô, sempre sozinho e isolado. Foi assim, inclusive, que o camisa 9 conseguiu uma boa falta perto da área, que Gabriel Pires cabeceou perto da trave - a melhor chance do time no primeiro tempo.


Os primeiros 45 minutos não foram bons - também não foram lá uma tragédia, é importante ressaltar. O cenário do jogo foi ruim, já que o Fluminense também tinha um jogo muito amarrado no meio-campo. O lado do Botafogo, porém, ficou marcado por essa dificuldade de sair jogando e sair da marcação adversária no meio-campo.





Lucas Perri, Botafogo — Foto: André Durão/ge


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Tudo mudou na questão anímica quando Lucas Perri defendeu o pênalti batido por Calegari aos seis minutos do segundo tempo. A partir disso, o Botafogo passou a ficar mais leve, passou a explorar os lados e achou espaços na defesa do Fluminense. A intervenção do camisa 1 deu ânimo para todos os outros jogadores.


Além da questão mental, também há o aspecto tático. Luís Castro substituiu as ineficazes bolas longas por passes direcionados. Ao trocar a bola na defesa, o time esperava o Fluminense subir para tentar pressionar e, neste momento, lançava para tentar encontrar um ponta saindo nas costas do lateral. Na maioria das vezes, o passe era muito forte ou a jogada era parada por impedimento. Mas ela só precisou dar certo uma vez: Tchê Tchê lançou para Victor Sá, que aproveitou a saída de Samuel Xavier para entrar livre e marcar.


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Com o controle do placar, o Botafogo reafirmou a estrategia de buscar o "contra-ataque perfeito". A bola era do Fluminense, enquanto o time de Luís Castro se defendia em busca das saídas em velocidade nas pontas. A equipe teve duas chances claras de marcar: Tiquinho errou um voleio após um cruzamento de Lucas Piazon e Carlos Alberto, depois de arrancar por todo o campo, chutou em cima de Fábio.


Nos minutos finais, porém, esse controle foi perdido. A equipe já não tinha a bola naturalmente, com o Fluminense tendo controlado boa parte da posse desde o começo, mas o Botafogo tentava atacar e arriscava descidas quando recuperava. Nos minutos finais, o time abdicou de subir e praticamente devolvia a bola para o rival de graça. Foi arriscado, mas o time de Fernando Diniz nada criou de forma efetiva.




Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca



Defesa em alta

Adryelson e Victor Cuesta foram dois protagonistas "silenciosos" pelo lado do Botafogo. Se o Fluminense pouco criou - com exceção do pênalti -, muito se passa pelo trabalho da dupla no Maracanã.


+ Luís Castro destaca entrega do Botafogo e comenta saída de Jeffinho: "Não controlo"


O principal trabalho foi em isolar Germán Cano, principal arma ofensiva do time de Fernando Diniz. O camisa 14 deu apenas uma finalização na partida, um chute desviado e que foi facilmente defendido por Lucas Perri. Em campo, o brasileiro e o argentino se alternaram para acompanhar as movimentações do atacante.


Para segurar Jhon Arias, Luís Castro contou com Lucas Piazon para auxiliar Rafael no lado direito. O atacante pode não ter aparecido tanto na parte ofensiva, mas foi importante taticamente e no auxílio na marcação do colombiano, que também praticamente passou batido em campo.





Adryelson, Botafogo — Foto: Vítor Silva/Botafogo



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Fote: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro

domingo, 29 de janeiro de 2023

Luís Castro destaca entrega do Botafogo e comenta saída de Jeffinho: "Não controlo"



Treinador ressaltou a dificuldade do clássico contra o Fluminense e exaltou a atuação de Gabriel Pires no triunfo



O Botafogo venceu o Fluminense por 1 a 0 na quinta rodada da Taça Guanabara, gol de Victor Sá, e subiu à terceira colocação da primeira fase do estadual. Para Luís Castro, a vitória tem que ser creditada à dedicação dos seus jogadores em limitar os espaços do adversário.


- Fomos uma equipe solidária. O árbitro teve que segurar muito o jogo porque ficou muito difícil pela forma como as equipes se entregaram. Nos entregamos muito, buscamos não dar qualquer espaço. Muito mérito ao Gabriel, que estava designado a subir a pressão e fez sempre no tempo correto.





Luís Castro em Fluminense x Botafogo — Foto: André Durão


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A saída do atacante Jeffinho, tema que movimentou os torcedores no último sábado, foi também assunto na coletiva de Luís Castro. O treinador destacou que gostaria de ter o camisa 47 do time, mas não tem controle sobre as decisões administrativas.


"Eu não fui consultado sobre a situação e nem tenho que ser. Minha função é treinar a equipe e o elenco que tenho. Não tenho que tomar parte nas decisões que a administração tomar. Todo treinador quer ter os melhores jogadores com ele".


- Se o Jeffinho é um bom jogador e quero ter ele comigo. Mas há coisas que eu não controlo, então tenho que aceitar. O dia que não aceitar, faço uma reunião com a administração e peço para sair. No meu contrato, não coloquei condições. Eu jamais iria virar as costas a um clube como o Botafogo em qualquer situação. Adoro estar aqui, adoro meu trabalho e isto não está em questão - concluiu.





Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca



Com nove pontos em quatro jogos, o Botafogo chega a três vitórias consecutivas e ocupa a terceira colocação do estadual, com um jogo a menos que Flamengo e Fluminense, primeiro e segundo colocados respectivamente. O Glorioso volta à campo na próxima quarta-feira, às 19h, contra o Nova Iguaçu no estádio Luso-Brasileiro. Confira outras respostas de Luís Castro:


CONFRONTO COM O FLUMINENSE


- Nós sabemos que clássico é sempre um jogo difícil para a três equipes em campo. Sabíamos que tinha um adversário forte pela frente, que cria dificuldades pela posse da bola e precisávamos fechar bem o corredor. Sabíamos que seria decisivo para nós manter o equilíbrio e conseguimos. Queríamos ter mais tempo de bola nos ataques, mas não conseguimos.


- Estivemos bem em saídas rápidas. Fomos uma equipe solidária. O árbitro teve que segurar muito o jogo porque ficou muito difícil pela forma como as equipe se entregaram. Nos entregamos muito, buscamos não dar qualquer espaço. Muito mérito ao Gabriel [Pires], que estava designado a subir a pressão e fez sempre no tempo correto.




FORÇA FÍSICA

- O ser humano só consegue estar fisicamente bem se tiver psicologicamente bem. O lado físico é fundamental para o funcionamento dos outros fundamentos. Temos 20 dias de trabalho e esses dias tem sido de muita dedicação. Sabemos que não podemos gerir a pré-temporada pensando só no próximo jogo e sim nos objetivos para o resto da temporada. O lado físico se destacou, mas vem também do lado mental. É uma equipe muito boa que tem valores muito importantes.



JEFFINHO E RETORNOS DE LESÃO


- Eu não fui consultado sobre a situação e nem tenho que ser. Minha função é treinar a equipe e o elenco que tenho. Não tenho que tomar parte nas decisões que a administração tomar. O que disse meses atrás não posso mudar, seria bom que o Jeffinho continuasse aqui porque estava em evolução. O que digo em um dia, não desdigo em outro dia. O que dizemos é ou não é. Volto a afirmar, estou no clube para desenvolver jogadores, equipes e me dedicar totalmente. Estou aqui para dar resultados e felicidade aos torcedores. É isso que vou procurar fazer.


- Quero todos os lesionados de volta, porque aprecio meus jogadores e eles formam um grupo fantástico. O grupo fica mais forte quando todos estão disponíveis.



TESTES E FORMAÇÃO DO ATAQUE

- Eu não faço testes em jogos. Quando vamos aos jogos, vamos com a confiança de que temos que dar o melhor. Há muitos preconceitos que temos no futebol que não estão na minha cabeça. O laboratório é nosso centro de treinamentos. Lá que experimentamos e testamos coisas que podemos usar no jogo ou não. Por isso, é decisivo a forma como o jogador se manifesta nos treinos.


- Foi com muita convicção que colocamos a equipe em campo hoje. Sobre as mudanças, estamos em pré-temporada, todos os jogadores terão chances de jogar 90 minutos. Não há nada pior do que colocar em campo um jogador jovem que não esteja preparado para executar a função que designamos.



LUCAS PERRI E LACUNA DE JEFFINHO

- Todo treinador quer ter os melhores jogadores com ele. Se o Jeffinho é um bom jogador e quero ter ele comigo. Mas há coisas que eu não controlo, então tenho que aceitar. O dia que não aceitar, faço uma reunião com a administração e peço para sair. No meu contrato, não coloquei condições. Eu jamais iria virar as costas a um clube como o Botafogo em qualquer situação. Adoro estar aqui, adoro meu trabalho e isto não está em questão.


- Perri fez o que todos os jogadores fizeram, se dedicou ao jogo, defendeu a baliza. Seria uma deselegância da minha parte comparar ele com Gatito ou Douglas. Ele tem feito boas partidas, como todo o time. Isso não é surpresa alguma porque tem trabalhado muito bem no dia a dia. Quando coloco um time em campo é porque estou a espera do melhor deles.



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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Botafogo provoca o Fluminense após vitória no Clássico Vovô



Em postagem nas redes sociais, clube usa letra "C" em maiúsculo como referência a passagem do Fluminense pela terceira divisão




O Botafogo venceu o Fluminense em jogo válido pela quinta rodada da Taça Guanabara por 1 a 0, com gol de Victor Sá, e aproveitou o triunfo para provocar o rival. Em postagens nas redes sociais, o clube alvinegro usou letras "C" em referência à passagem do rival pela terceira divisão e lembrou a falta de títulos internacionais.


A ação deste domingo foi uma espécie de troco. Em 2022, o Tricolor fez provocações em inglês após vencer o clássico no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. John Textor, sócio majoritário da SAF do Botafogo, é natural dos Estados Unidos.




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+ Atuações do Botafogo: Lucas Perri, Victor Sá e Tchê Tchê lideram time contra o Fluminense

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A partida deste domingo foi disputada no Maracanã. Foi o primeiro clássico do Carioca.





Usando uma animação de Super Mario Bros, o Botafogo fez uma terceira postagem debochando do rival, usando referências aos rebaixamentos do tricolor e à "virada de mesa" em que o clube subiu da terceira para a primeira divisão.





Com nove pontos em quatro jogos, o Botafogo chega a três vitórias consecutivas e ocupa a terceira colocação do estadual, com um jogo a menos que Flamengo e Fluminense, primeiro e segundo colocados respectivamente. O Glorioso volta à campo na próxima quarta-feira, às 19h, contra o Nova Iguaçu no estádio Luso-Brasileiro.





Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Atuações do Botafogo: Lucas Perri, Victor Sá e Tchê Tchê lideram time contra o Fluminense



Goleiro é decisivo em cobrança em pênalti, enquanto volante e atacante são protagonistas em lance do gol da vitória




Lucas Perri [GOL]: Defendeu o pênalti batido por Calegari que deu ânimo para o Botafogo continuar no jogo e fez outras boas defesas. Nota: 8,0.


Rafael [LAD]: fora de ritmo em relação ao resto da defesa. Sofreu com a rápida movimentação do ataque do Fluminense e falhou no lance do pênalti justamente por isso. No ataque, também não apareceu muito para ajudar Piazon. Nota: 4,5.











+ Botafogo vence o Fluminense no primeiro clássico carioca do ano





Melhores momentos de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela 5ª rodada do Campeonato Carioca


Adryelson [ZAG]: isolou Germán Cano e não deixou o camisa 14 se criar dentro da área. Foi soberano no alto e levou a melhor diante das rápidas trocas de posição do Fluminense. Nota: 7,0.


Cuesta [ZAG]: assim como Adryelson, fez grande trabalho para evitar que Germán Cano tivesse o mínimo de espaço para finalizar. Por outro lado, forçou alguns passes perigosos na saída de bola. Em âmbito geral, uma boa atuação. Nota: 6,5.


Fernando Marçal [LAE]: se impôs defensivamente, ganhando boa parte dos duelos que levou no setor, mas fez muitas faltas bobas. Nota: 6,0.


+ Contratações: veja quem chega, quem fica e quem vai embora


Tchê Tchê [VOL]: foi importante para afastar Ganso de Cano durante o primeiro tempo e deu o passe primoroso que virou o gol de Victor Sá. Nota: 7,0.





Lucas Perri defende pênalti para o Botafogo contra o Fluminense — Foto: André Durão



Patrick de Paula [VOL]: quando colocou a bola no chão e chamou a responsabilidade da criação, representou muito perigo e melhorou a qualidade das jogadas do Botafogo. Saiu aplaudido pela torcida e por Luís Castro por estar cansado. Nota: 6,5.


Gabriel Pires [VOL]: não teve a mesma intensidade que os dois companheiros de meio-campo que iniciaram a partida. Forçou passes complicados no meio-campo e levou um cartão evitável no fim do primeiro tempo. Nota: 6,0.


Lucas Piazon [ATA]: mais uma vez importante pelo trabalho tático, o atacante não teve lá um jogo de muito destaque no sentido ofensivo. Correu muito e ajudou na marcação a Arias. Nota: 6,5.


Tiquinho Soares [ATA]: lutou mais do que apareceu no ataque. Sofreu com a falta de criação do time no primeiro tempo, mas levou a melhor em grande parte das disputas de pivôs contra a defesa. No segundo tempo, desperdiçou uma chance clara para marcar. Nota: 6,0.


Victor Sá [ATA]: teve um primeiro tempo apagado, mas aproveitou a chance que teve com um bonito gol. Após a bola na rede, melhorou e representou uma figura de perigo no sistema ofensivo do Botafogo. Nota: 7,5.


Entraram

Marlon Freitas [VOL]: colocou mais marcação no meio-campo depois do Botafogo estar vencendo por 1 a 0. Cumpriu a função e deixou o setor da equipe de Luís Castro mais física, batendo de frente com o ímpeto ofensivo do Flu. Tímido no ataque. Nota: 6,0.


Matheus Nascimento [ATA]: no cenário do Botafogo à frente do placar, entrou em campo mais para pressionar a saída do Fluminense e dar um gás no marcação do que propriamente reforçar o ataque. Cumpriu a função e correu muito. Nota: 6,0.


Danilo Barbosa [VOL]: com Tchê Tchê, manteve a intensidade no meio-campo para marcar. Nota: 6,0.


Carlos Alberto [ATA]: perdeu um gol feito depois de arrumar um bom contra-ataque e tentar finalizar em cima de Fábio tendo dois jogadores livres do lado dele. Até mostrou disposição, mas errou praticamente todas as decisões importantes no ataque. Nota: 4,5.


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Botafogo vai receber cerca de R$ 27 milhões pelo empréstimo de Jeffinho ao Lyon; veja a operação



Clube francês pagará quantia imediata pelo ida do atacante, que ficará cinco meses cedido na Europa; se agradar, há valor de compra fixado



Apesar de se tratar de uma operação envolvendo clubes da mesma rede, o Botafogo vai receber uma quantia em dinheiro pela saída de Jeffinho ao Lyon. O clube francês pagará cerca de 5 milhões de euros (R$ 27,5 milhões, na cotação atual) pela cessão do atacante de 23 anos, anunciado como reforço da nova equipe de John Textor no último sábado.


+ Saída de Jeffinho do Botafogo põe em xeque posição de Textor sobre clube satélite


O empréstimo tem duração até junho, no fim da temporada europeia. Esse período servirá como uma "avaliação" para Jeffinho. Se agradar internamente, a opção de compra fixada que o Lyon terá que depositar para ficar com o garoto é de 10 milhões de euros (R$ 55 milhões), totalizando uma operação de aproximadamente 15 milhões de euros.





Jeffinho e Marçal em Botafogo x Athletico-PR — Foto: Vitor Silva/Botafogo



+ Contratações: veja quem chega, quem fica e quem vai embora


Se os franceses não quiserem ficar com Jeffinho, o camisa 47 retornará ao Botafogo para o segundo semestre da temporada 2023. John Textor indicou o jogador do clube carioca à diretoria europeia após a saída de Tetê, a caminho do Leicester City, para ocupar a lacuna deixada nas pontas.


Como informado anteriormente pelo ge, Jeffinho atraia interesse de outros clubes da Europa para uma saída já nesta janela de transferências. O time que havia sinalizado com uma oferta de forma mais concreta foi o Bayer Leverkusen, da Alemanha.


+ Leia mais notícias do Botafogo




Confira as informações do Botafogo antes do clássico com o Fluminense (https://ge.globo.com/video/confira-as-informacoes-do-botafogo-antes-do-classico-com-o-fluminense-11320367.ghtml)



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Fonte: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro

Fluminense x Botafogo: veja onde assistir, escalações, desfalques e arbitragem



Times se enfrentam no Maracanã, neste domingo, às 18h (de Brasília), pela quinta rodada do Campeonato Carioca



Fluminense e Botafogo fazem o primeiro clássico do Campeonato Carioca neste domingo, às 18h (de Brasília), pela quinta rodada da Taça Guanabara. A partida será no Maracanã. O confronto vale a liderança para o Flu, enquanto o Alvinegro tenta entrar no G-4. Por ser um clássico, a partida terá o recurso do árbitro de vídeo.


O Fluminense vem de um empate amargo com o Boavista. Com uma equipe reserva em campo, o Flu sofreu o empate nos minutos finais do jogo mesmo tendo um jogador a mais em campo. Apesar do resultado, o time acumula 11 jogos de invencibilidade - com nove vitórias no período - e terá força máxima na partida. Com 10 pontos e na segunda colocação, o time de Fernando Diniz precisa da vitória para ultrapassar o rival Flamengo, que tem um ponto e um jogo a mais.





Fluminense x Botafogo — Foto: ge



Transmissão: a TV Bandeirantes, a BandSports e o Daleapp transmitem a partida.


Tempo Real: o ge acompanha em Tempo Real (clique aqui).


+ Confira a tabela do Carioca




Escalações prováveis

Fluminense - técnico: Fernando Diniz

Fernando Diniz vai com os titulares para o clássico. Da equipe reserva que empatou contra o Boavista na última quinta-feira em 1 a 1, somente Keno e Giovanni são cotados para começar. Quem volta ao time é o volante André, ausente no último jogo dos titulares por causa do nascimento do filho.


Ambos disputam a vaga com Yago, que vem sendo utilizado como titular neste início de temporada, na posição que antes era ocupada por Matheus Martins.





Provável escalação do Fluminense para o clássico com o Botafogo — Foto: ge



Provável time: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Manoel e Calegari; André, Martinelli, Yago (Keno ou Giovanni) e Ganso; Arias e Cano.


Quem está fora: Matheus Ferraz (joelho direito), Alexsander (seleção brasileira sub--20) e Gustavo Apis (joelho).


Pendurados: ninguém.




Dúvida no meio: Fluminense enfrenta o Botafogo neste domingo pelo Carioca (https://ge.globo.com/video/duvida-no-meio-fluminense-enfrenta-o-botafogo-neste-domingo-pelo-carioca-11320255.ghtml)



Botafogo - técnico: Luís Castro

O Botafogo chega para o primeiro clássico do ano com a força máxima disponível. Com exceção dos cinco jogadores lesionados, Luís Castro terá todos os atletas à disposição para o duelo no Maracanã.


Como colocou um time alternativo na vitória contra o Madureira, na última quinta-feira, Luís Castro colocará os titulares para jogo. As principais dúvidas são na lateral direita, entre Rafael e Daniel Borges, na terceira vaga no meio-campo e em uma vaga do ataque.




Provável escalação do Botafogo para o clássico com o Fluminense — Foto: ge



Provável escalação: Lucas Perri; Rafael, Adryelson, Cuesta e Marçal; Tchê Tchê, Marlon Freitas e Gabriel Pires (Patrick de Paula); Gustavo Sauer (Lucas Piazon), Tiquinho Soares e Victor Sá.


Quem está fora: Gatito Fernández (lesão no ombro), Joel Carli (dores musculares), Eduardo (lesão na coxa) e Lucas Fernandes (lesão muscular).


Pendurados: ninguém.



Confira as informações do Botafogo antes do clássico com o Fluminense (https://ge.globo.com/video/confira-as-informacoes-do-botafogo-antes-do-classico-com-o-fluminense-11320367.ghtml)



Arbitragem

Árbitro: Bruno Mota Correia
Árbitro Assistente N°1: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa
Árbitro Assistente N°2: Raphael Carlos de Almeida
Árbitro de vídeo: Rodrigo Nunes de Sá



Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Saída de Jeffinho do Botafogo põe em xeque posição de Textor sobre clube satélite



Quando iniciou aquisição do Lyon, da França, empresário americano destacou que o Botafogo seria prioridade dentro da Eagle Holding, mas ida de atacante gera atrito com torcida




A transferência do atacante Jeffinho do Botafogo para o Lyon, em um empréstimo com opção de compra para o clube francês que também pertence a John Textor, gerou incômodo entre os torcedores do clube alvinegro. Procurado pela reportagem neste sábado, o americano destacou ao ge que possibilitou ao jovem "realizar um sonho na Europa".


- Podemos usar o dinheiro para comprar 10 jogadores que vão acreditar que serão tão bem tratados quanto ele. Lamento que essa decisão, a curto prazo, machuque os torcedores, mas é assim que se monta times campeões.


Para alguns torcedores nas redes sociais, a negociação, porém, vai de encontro a uma declaração de John, dono da SAF do Botafogo e também sócio majoritário do clube francês, em entrevista a Paulo Vinicius Coelho em junho de 2022.


Quando Textor iniciou a aquisição do Lyon, no dia 20, foi procurado pelo jornalista brasileiro e questionado sobre como seria a relação ao ter posse de mais de um time e afirmou que o Glorioso seria a prioridade.


- A prioridade é o Brasil, sério! O clube, na França, tem sido conduzido pelo mesmo presidente nos últimos 20 anos, Jean Michel Aulas, e ele continuará sendo o presidente e CEO. Meu tempo integral da operação é, e continuará sendo, no Botafogo. Temos uma tremenda oportunidade de reestabelecer o clube e criar uma Premier League para o Brasil. Tudo no Brasil é uma histórica oportunidade. É cativante e eu não vou gastar meu tempo fazendo muito mais coisa fora - disse Textor.





Jeffinho em Botafogo x Athetico-PR — Foto: André Durão


A negociação de um dos principais jogadores do Alvinegro para outro time do grupo, especialmente em um empréstimo com opção de compra, coloca em questão essa organização e levanta questionamentos dos torcedores se o Glorioso seria uma espécie de "satélite" para outros clubes do americano.


Quando assinou a oferta vinculante para aquisição da SAF do Botafogo, em janeiro de 2022, Textor destacou que não usaria nenhum clube como satélite de outro e falou em "colaboração" entre as equipes que é proprietário.


- Nenhum clube deve ser apenas um satélite para outro. Todo clube é importante para a sua torcida, para o seu país. Por que eu faria isso? Não tem lógica. Quando falamos de colaboração, isso dá mais oportunidades. Usar essa identidade global para mapear e atrair talentos - afirmou.




Confira as informações do Botafogo antes do clássico com o Fluminense (https://ge.globo.com/video/confira-as-informacoes-do-botafogo-antes-do-classico-com-o-fluminense-11320367.ghtml)


Além da saída do camisa 47, o fato de ter apenas três reforços no começo da temporada é outro motivo de insatisfação dos torcedores. John Textor é dono de 90% da SAF do Botafogo e, além do Glorioso, é acionista minoritário do Crystal Palace, da Inglaterra, e majoritário no Lyon, da França, e no Molenbeek, da Bélgica.


Procurado pela reportagem, o Botafogo destacou que o posicionamento oficial do clube segue sendo o da nota oficial divulgada ao anunciar a transferência do atacante. Confira a nota:





Aos 6 min do 2º tempo - gol de dentro da área de Jeffinho do Botafogo contra o Fluminense



"Botafogo e Olympique Lyonnais anunciam que conduziram negociações com o objetivo de chegar a um empréstimo com opção de compra do atleta Jeffinho. O jogador de 23 anos viaja para Lyon na segunda-feira (30), onde será submetido a exames médicos.


A negociação abre um novo mercado internacional para o Glorioso e marca o início de uma ação em parceria entre Botafogo, Lyon e Resende (que integra a rede do OL) com um caminho sólido para os jovens atletas à Europa.


O Botafogo segue atento ao mercado para reforçar o elenco para a temporada 2023 e buscará fortalecer seu sistema ofensivo.


No projeto do Botafogo para os próximos anos, esse reposicionamento no mercado europeu é um primeiro passo para gerar muito mais negócios no futuro. A cultura colaborativa que surge após o crescimento da Eagle Football Holdings valoriza os atletas (ativos) e eleva o Clube a uma nova realidade em suas relações no exterior.


Ao mostrar um caminho claro para os principais jovens brasileiros se desenvolverem e terem sucesso na Europa, o Botafogo espera se tornar um dos principais formadores de talentos do Brasil para garantir seus objetivos esportivos.


Há apenas nove meses, Jeffinho foi apontado como uma perspectiva de desenvolvimento para o recém-criado Botafogo B e, no mesmo ano, lutará por uma vaga na Europa. Uma grande inspiração para os jovens atletas escolherem o Botafogo para realizar seus sonhos no futebol."


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Fonte: GE/Por Giba Perez e Sergio Santana — Rio de Janeiro

sábado, 28 de janeiro de 2023

Botafogo acerta empréstimo de Jeffinho para o Lyon



Atacante de 22 anos será emprestado ao time francês, que pertence à rede multiclubes de John Textor, com passe fixado; atleta vai para a França nesta segunda-feira



O Botafogo finalizou o empréstimo de Jeffinho para o Lyon na tarde deste sábado. A negociação foi concluída e o jogador, inclusive, é esperado na França já nesta segunda-feira para a realização de exames médicos. A equipe pertence à Eagle Holding, rede multiclubes de John Textor, que conseguiu convencer o atleta a continuar na sua rede.


+ ENQUETE: Você aprova o empréstimo de Jeffinho para o Lyon? Vote!

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O atleta tinha o interesse de pelo menos dois clubes europeus, um da Inglaterra e um da Alemanha. O ge havia informado que uma dessas equipes havia sinalizado uma oferta informal ao Botafogo com cifras que agradaram.





Jeffinho, em Athletico-PR x Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo



John Textor, porém, não queria perder o jogador. Ao saber do interesse europeu, colocou o Lyon, clube que adquiriu recentemente, na jogada para que o atacante de 23 anos permanecesse dentro da Eagle Holding.


Jeffinho se despede do Botafogo com dois gols marcados (veja nos vídeos abaixo) e quatro assistências em 26 jogos disputados. Ele chegou ao clube no meio do ano passado após se destacar pelo Resende em um Campeonato Carioca. Inicialmente para reforçar o time B, o atacante ganhou espaço diante de lesões no time principal e não saiu mais da equipe de Luís Castro.



Aos 6 min do 2º tempo - gol de dentro da área de Jeffinho do Botafogo contra o Fluminense


O Botafogo confirmou a informação com uma nota oficial divulgada nas redes sociais.


"Botafogo e Olympique Lyonnais anunciam que conduziram negociações com o objetivo de chegar a um empréstimo com opção de compra do atleta Jeffinho. O jogador de 23 anos viaja para Lyon na segunda-feira (30), onde será submetido a exames médicos.


A negociação abre um novo mercado internacional para o Glorioso e marca o início de uma ação em parceria entre Botafogo, Lyon e Resende (que integra a rede do OL) com um caminho sólido para os jovens atletas à Europa.


O Botafogo segue atento ao mercado para reforçar o elenco para a temporada 2023 e buscará fortalecer seu sistema ofensivo.


No projeto do Botafogo para os próximos anos, esse reposicionamento no mercado europeu é um primeiro passo para gerar muito mais negócios no futuro. A cultura colaborativa que surge após o crescimento da Eagle Football Holdings valoriza os atletas (ativos) e eleva o Clube a uma nova realidade em suas relações no exterior.


Ao mostrar um caminho claro para os principais jovens brasileiros se desenvolverem e terem sucesso na Europa, o Botafogo espera se tornar um dos principais formadores de talentos do Brasil para garantir seus objetivos esportivos.


Há apenas nove meses, Jeffinho foi apontado como uma perspectiva de desenvolvimento para o recém-criado Botafogo B e, no mesmo ano, lutará por uma vaga na Europa. Uma grande inspiração para os jovens atletas escolherem o Botafogo para realizar seus sonhos no futebol."





Aos 8 min do 2º tempo - gol de dentro da área de Jeffinho do Botafogo contra o Athletico-PR


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Fonte: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro

"Clube satélite?": torcedores do Botafogo criticam empréstimo de Jeffinho ao Lyon



Destaque do time alvinegro em 2022, Jeffinho foi emprestado ao Lyon, clube recém-adquirido por John Textor, com opção de compra




O Botafogo perdeu Jeffinho, emprestado para o Lyon, da França, com opção de compra. O clube francês também é uma propriedade do americano John Textor, assim como a SAF do Glorioso, o que revoltou boa parte dos torcedores.


O Alvinegro confirmou a informação com uma nota oficial divulgada nas redes sociais. E foi justamente o texto que gerou reação nas redes sociais falando em "caminho sólido para os jovens atletas à Europa".





Fluminense x Botafogo: Jeffinho — Foto: André Durão




Confira algumas das reações:


















O atleta tinha o interesse de pelo menos dois clubes europeus, um da Inglaterra e um da Alemanha. O ge havia informado que uma dessas equipes havia sinalizado uma oferta informal ao Botafogo com cifras que agradaram.


John Textor, porém, não queria perder o jogador. Ao saber do interesse europeu, colocou o Lyon, clube que adquiriu recentemente, na jogada para que o atacante de 23 anos permanecesse dentro da Eagle Holding.

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Jeffinho se despede do Botafogo com dois gols marcados e quatro assistências em 26 jogos disputados. Ele chegou ao clube no meio do ano passado após se destacar pelo Resende em um Campeonato Carioca. Inicialmente para reforçar o time B, o atacante ganhou espaço diante de lesões no time principal e não saiu mais da equipe de Luís Castro.


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Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Novela continua! São Paulo desiste de 'acordo' com Botafogo por Erison, topa pagar pedida e se aproxima de acerto

 

Testes mostram disputas em aberto no time do Botafogo



Equipe titular para enfrentar o Fluminense tem disputas abertas em pelo menos quatro setores



O Botafogo tem o primeiro grande teste da temporada 2023 pela frente: a equipe comandada por Luís Castro enfrenta o Fluminense às 18h deste domingo, no Maracanã, pela 5ª rodada do Campeonato Carioca. Em campo, o treinador conta com dúvidas por conta de disputas abertas no time titular depois das vitórias sobre Volta Redonda e Madureira.


+ Segovia deixa boa impressão na estreia pelo Botafogo: "Fez o que tinha que ter feito"


Ainda em ritmo de pré-temporada, o clube mudou praticamente todos os titulares de um jogo para o outro - a única exceção foi Marlon Freitas, titular nos dois duelos. Em algumas posições, o Botafogo teve atuações equilibradas e ainda não há uma figura que desponte como absoluto por uma possível titularidade.


Time do Botafogo contra o Volta Redonda: Lucas Perri; Daniel Borges, Philipe Sampaio, Cuesta, Fernando Marçal; Marlon Freitas, Tchê Tchê, Patrick de Paula; Gustavo Sauer, Tiquinho Soares, Victor Sá.


Time do Botafogo contra o Madureira: Douglas Borges; Rafael, Adryelson, Segovia, Hugo; Marlon Freitas, Danilo Barbosa, Gabriel Pires; Lucas Piazon, Matheus Nascimento, Luís Henrique.


+ Contratações: veja quem chega, quem fica e quem vai embora


Contra o Fluminense, Luís Castro confirmou que vai com força máxima. O planejamento inicial era do time sub-23, comandado por Lúcio Flávio, jogar as partidas nos fins de semana, mas isso foi mudado diante do adiamento do duelo contra o Vasco, que teria sido na última segunda-feira.


Quem ainda briga por vaga? Qual posição ainda não tem um "titular absoluto"? Abaixo, o ge mostra cenários.





Botafogo x Madureira, Carioca — Foto: Vítor Silva/Botafogo


Daniel Borges x Rafael: a lateral direita é uma das principais dores de cabeça neste começo de 2023. Ainda sem ter um dono, o primeiro recebeu chance na estreia do time principal, enquanto o segundo iniciou o jogo seguinte. Vale lembrar que o setor é um dos buscados pelo clube, que não conseguiu Giovanni González, no mercado.


Philipe Sampaio x Adryelson: na teoria, Adryelson é o titular absoluto - fez uma boa reta final de temporada 2022, mas vem de recuperação de uma lesão muscular. A ordem da comissão técnica é de não forçar nenhuma situação que pode atrapalhar a questão de jogo do atleta, o que pode liberar um espaço para Philipe Sampaio.


+ Análise: segundo tempo é animador para um Botafogo ainda longe do ritmo ideal


Tchê Tchê x Danilo Barbosa: o primeiro foi titular absoluto em boa parte do ano passado e iniciou a temporada 2023 com o mesmo status, mas a atuação de Danilo Barbosa contra o Madureira foi elogiada.


Briga no meio-campo: além do primeiro volante, Patrick de Paula, Gabriel Pires e Marlon Freitas lutam por duas vagas no time titular. Os três têm sido elogiados internamente, mas apenas o terceiro foi quem atuou como titular nos dois jogos do time principal até agora.


Gustavo Sauer x Lucas Piazon: na ponta direita há outro duelo interessante. Sauer tem um gol e uma assistência em dois jogos, enquanto Piazon foi elogiado pelo trabalho tático contra o Madureira. São dois jogadores que oferecem características diferentes.


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Fonte: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Segovia deixa boa impressão na estreia pelo Botafogo: "Fez o que tinha que ter feito"



Luís Castro vê altos em baixos do zagueiro dentro da partida, mas elogia a dedicação e capacidade de concentração


Luis Segovia fez na quinta-feira, na vitória do Botafogo por 2 a 0 sobre o Madureira, sua estreia com a camisa alvinegra. E o saldo foi positivo. o equatoriano atuou com muita seriedade e deixou boa impressão no primeiro teste para disputar uma vaga de titular.


+ Luís Castro muda planejamento, e Botafogo terá titulares contra o Fluminense





Segovia em sua estreia pelo Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo


De acordo com o "Footstats", Segovia foi quem mais passes deu pelo lado alvinegro: 42, e não teve erros.


Luis Castro foi exigente com Segovia, mas também elogiou o zagueiro, principalmente por sua dedicação e capacidade de concentração na partida.


- Teve períodos bons e outros não tão bons. Andou com a equipe. Fez parte de uma linha alta, controlou a profundidade. Acertou muitos passes, errou outros. Fez o que tinha que ter feito e com muita dedicação. Esse é um dos fatores que eu gosto muito de ver nos jogadores: foco - disse o técnico.





Melhores momentos: Botafogo 2 x 0 Madureira, pela 4ª rodada do Campeonato Carioca


A disputa por uma vaga na defesa titular promete ser grande, já que o canhoto Segovia atua normalmente pelo lado esquerdo da zaga, assim como Cuesta, um dos melhores em campo na partida anterior, contra o Volta Redonda.


O Botafogo volta campo no domingo para o clássico com o Fluminense, às 18h, no Maracanã.


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Fonte: GE/Por Fred Huber e Sergio Santana — Rio de Janeiro

Análise: segundo tempo é animador para um Botafogo ainda longe do ritmo ideal



Equipe de Luís Castro tem dificuldade de se criar no início contra o Madureira, mas tem melhora que empolga e sai de campo sob aplausos da torcida



O Botafogo conquistou a segunda vitória em dois jogos atuando com o time principal na temporada 2023. O triunfo por 2 a 0 sobre o Madureira, nesta quinta-feira, pela 4ª rodada do Campeonato Carioca, mostrou duas faces: no primeiro tempo, uma equipe desconexa, ainda longe de um desempenho na média; na etapa complementar, um time mais agressivo, com uma atuação superior e que construiu o resultado de forma natural.


+ Luís Castro muda planejamento, e Botafogo terá titulares contra o Fluminense

+ Piazon diz que cobrança da torcida do Botafogo é "chata" e deixa futuro em aberto: "Sou feliz aqui"


Se os primeiros 45 minutos foram de marasmo, a segunda metade do duelo animou. Não à toa, a equipe comandada por Luís Castro deixou o gramado do Estádio Luso-Brasileiro sob aplausos da torcida nas arquibancadas.


Mas o processo não está completo. Longe disso - e o próprio português sabe disso. Ainda é um Botafogo longe do ritmo ideal, o que é até natural pela altura da temporada, e com defeitos a serem corrigidos. No primeiro tempo, a equipe foi pouco incisiva: com passes burocráticos, foi fácil de ser marcada pelo Madureira.


+ Contratações: veja quem chega, quem fica e quem vai embora





Sauer, com assistência de Gabriel Pires, marca para o Botafogo contra o Madureira — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF


- Não foi a consequência, porque no segundo tempo entraram os mesmos jogadores. Propositalmente. Queríamos ver a produção deles e obter uma resposta. Tivemos problemas posicionais, fundamentalmente no meio-campo, na primeira etapa. Os meias estavam com pouca ideia de espaço, retificamos isso. Nosso seis (primeiro volante, Danilo Barbosa) estava sem muita posição, queimava espaços do nosso oito (segundo volante, Marlon Freitas e depois Patrick de Paula). Isso estava criando muitos problemas. Não tínhamos ponto de apoio para rotação. Foi retificado, começamos a jogar em diferentes linhas. Apareceu uma profundidade de campo. A linha defensiva também foi um pouco modificada. Essas mudanças foram decisivas para mudar o jogo - analisou Luís Castro em coletiva.


É bem verdade que um gol no começo da etapa complementar mudou completamente o cenário do jogo, mas o time se soltou. Os meio-campistas, com destaque para Gabriel Pires, passaram a encontrar os pontas com mais rapidez e o jogo fluiu. Zagueiro-volante-atacante/lateral: assim funcionava a construção do Botafogo.


O próximo jogo será o primeiro grande desafio para o Botafogo de Luís Castro versão 2023: o Fluminense de Fernando Diniz, às 18h do próximo domingo, no Maracanã. A invencibilidade do português na temporada será colocada à prova diante de um treinador que ele ainda não venceu no comando do clube.




Melhores momentos: Botafogo 2 x 0 Madureira, pela 4ª rodada do Campeonato Carioca


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Fonte: GE/Por Sergio Santana — Rio de Janeiro