sábado, 12 de setembro de 2015

Família pé quente: pai de Luís Henrique prevê gol em vitória do Bota


Pela primeira vez, Evilmar Tauffner assiste o filho como profissional e vê o atacante fechar o placar da goleada do Alvinegro por 3 a 0 sobre o Mogi Mirim, pela Série B





A cavadinha de Luís Henrique, na cobrança de pênalti, não só pôs fim ao placar de 3 a 0 contra o Mogi Mirim, como também garantiu a profecia de um personagem especial para o jovem atleta do Botafogo. Capixaba assim como o filho, Evilmar Tauffner, de 40 anos, pela primeira vez pôde acompanhar o atacante atuando como profissional e o viu sair do banco de reservas para compartilhar a emoção de um gol do pupilo com toda a torcida alvinegra (assista acima), que lotou o estádio Kleber Andrade.

- Ele está realizando um sonho meu e dele. Jogar no estado é muito importante até para o pessoal capixaba conhecer mais ele. Eu já tinha visto ele jogar, mas apenas na base. Final da Copa do Brasil 2015. Mas no profissional eu nunca vi, e é muito melhor, muito mais emocionante. Espero que ele entre e faça um gol para toda essa torcida que veio aqui prestigiar - previu o pai, ainda no intervalo.

Pai do atacante Luís Henrique, Evilmar Tauffner (Foto: João Brito/GloboEsporte.com)

De um jeito ou de outro, Evilmar acompanha o filho em todas as partidas. Se até esta sexta-feira não havia ido ao estádio, não perde um lance pela televisão. Foi assim que viu a estreia de Luís Henrique entre os profissionais, quando o filho brilhou e fez dois gols na goleada contra o Sampaio Corrêa (assista aos lances). O pai também revelou uma história curiosa do atacante do Botafogo ainda quando era uma criança, sobre seu amor quando o assunto é futebol.


- Estava assistindo de casa, família toda reunida. A emoção foi muito grande e tudo foi muito rápido. Com seis minutos fez o gol, tirou a pressão de estreia. Pra mim, pessoalmente, foi muito bom, muito legal. Desde pequeno ele foi vidrado por futebol. Lembro de uma história dele, com nove anos. Quebrou o braço porque foi jogar bola escondido. Ele até fugia de casa para jogar bola, o futebol sempre esteve com ele.


Por João Brito*Cariacica, ES/GE
*Estagiário sob a supervisão de Sidney Novo