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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Bota retoma conversas com a Caixa e tenta patrocínio master ainda esse ano



Diretoria está perto de assinar parceria com banco até fim de 2017 por R$ 12 milhões e corre para obter a certidão. Papelex também negocia para ocupar costas da camisa




Nova camisa do Botafogo deve ganhar
marca da "Caixa Econômica" no peito
(Foto: Reprodução)
Depois de um ano e meio, o Botafogo está perto de voltar a ter um patrocínio master: a diretoria retomou recentemente as conversas com a "Caixa Econômica Federal" e desta vez está perto de assinar um acordo até o fim de 2017, mas que começará ainda esse ano. O clube negocia um montante na casa de R$ 12 milhões que será para o ano que vem, mas o valor pode aumentar com a exposição imediata até dezembro. As partes estão em fase final do acordo, já na parte burocrática, e resta apenas um documento para oficializarem a parceria. A informação é do canal "Fox Sports" e confirmada pelo GloboEsporte.com com dirigentes alvinegros. Além disso, a "Papelex" também está próxima de voltar e ocupar a parte superior das costas do uniforme.


O documento que falta é uma certidão negativa de débito (CND) municipal, e o Botafogo está em contato com a Prefeitura do Rio de Janeiro para obtê-la – o clube já possui as certidões estadual e federal, também necessárias para ser patrocinado por uma empresa estatal, como a "Caixa". A previsão é de que no máximo em 15 dias a diretoria consiga emitir a documentação e fique livre para assinar a parceria. O presidente Carlos Eduardo Pereira é quem está à frente da negociação. Internamente, o clima é de otimismo em General Severiano, e a ascensão do time no returno do Campeonato Brasileiro é visto como primordial para aumentar a exposição do clube na mídia e atrair investidores.


O Botafogo tenta um patrocínio da "Caixa" desde o início do ano. A estatal anunciou em janeiro um montante de R$ 83 milhões em patrocínios para a temporada e fechou as portas para clubes que não estavam em sua relação. Mas em General Severiano nunca viram o cenário como desistência, e Carlos Eduardo Pereira manteve diálogos constantes com o banco, que no Rio patrocina também Flamengo e Vasco. O espaço de maior valor da camisa alvinegra está vago desde abril de 2015, quando a "Viton 44" estampava a marca "Guaraviton" desde 2011. Desde então, o uniforme chegou a exibir em sua área nobre propaganda do programa de sócio-torcedor e da "Papelex", que fez acordos pontuais e ganhou maior exibição no peito.


Fonte: GE/Por Marcelo Baltar e Thiago Lima/Rio de Janeiro

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