segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Botafogo perde Luis Ricardo e corre contra o tempo para contratar lateral


Com fratura do camisa 4, clube estuda nomes de reposição para a sequência do Brasileiro. Diego será titular contra o Fluminense. Prazo de inscrição acaba dia 16




A vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio veio acompanhada de uma péssima notícia. Luis Ricardo fraturou o tornozelo esquerdo e não joga mais nesta temporada. Pego de surpresa, o Botafogo pensa em trazer uma peça de reposição para a sequência do Campeonato Brasileiro. Na noite deste domingo o Alvinegro começou a avaliar nomes.


Ainda não há um alvo definido, mas o Botafogo tem pressa. O motivo é simples: o prazo para a inscrição de jogadores no Campeonato Brasileiro se encerra no dia 16 de setembro. Por sua vez, o Alvinegro tem menos de duas semanas para contratar e regularizar um atleta para a posição.Como a janela de transferências internacionais já fechou, jogadores sem contrato, atletas da Série B ou laterais que ainda não completaram sete jogos na Série A são as opções. 

Botafogo vai tentar repor até 16 de setembro a perda de Luis Ricardo (Foto: Andre Durão)

Sem Luis Ricardo, o Botafogo terá Diego na lateral contra o Fluminense. O lateral, 20 anos, começou a temporada como titular, mas perdeu espaço no início do Campeonato Carioca. No elenco profissional desde o ano passado, ele já disputou 23 jogos pelo clube e ainda não marcou gol. No Brasileiro, foram apenas duas partidas.

- Se vocês olharem os treinamento, procuro sempre motivar os atletas. Outro dia o Diego estava de cabeça baixa, desmotivado, e o chamei: “E aí, Diego?”. Tentamos, ao máximo, simular nos treinos a intensidade de uma partida, para que todos no elenco estejam preparados – disse o técnico Jair Ventura, neste domingo.


A busca por um novo lateral passa também pela pouca experiência dos demais jogadores da posição no elenco. Além de Diego, o Botafogo conta com Marcinho, também de 20 anos. Ele inclusive jogando com a equipe sub-20 na reta final do Brasileiro da categoria.


Fonte: GE/Por Marcelo Baltar e Thiago Lima/Rio de Janeiro