segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Joinville busca acerto com Tomas, mas Botafogo trava negociação


Sem oportunidade desde a demissão de René Simões, meia interessa ao clube catarinense. Cariocas, por ora, não se animam, mas conversas seguem abertas



Sem chances desde a demissão de René Simões, Tomas Bastos pode estar de saída do Botafogo. O meia foi procurado recentemente pelo Joinville, mas depende da liberação do clube carioca. Por ora, no entanto, o Alvinegro não se interessou no negócio. Tomas tem contrato com o Botafogo até o fim da Série B.

O Joinville segue atrás de um meia para a disputa do segundo turno do Brasileirão e viu em Tomas, pouco aproveitado no Botafogo, uma oportunidade no mercado. A indicação partiu do técnico PC Gusmão. Com a proposta em mãos, Tomas conversou com o técnico Ricardo Gomes e com o gerente Antônio Lopes e ouviu da dupla que ele está nos planos do Botafogo, que não tem interesse em liberá-lo no momento. A negociação, no entanto, segue aberta, e novas conversas devem acontecer nessa semana. Por outro lado, por conta da negativa, o Joinville trata o acerto como improvável. Tomas também foi procurado por outro clube da Série A.

Tomas foi procurado pelo Joinville, mas o Botafogo não quer perder o meio-campo (Foto: Satiro Sodré/ SS Press)

Tomas esteve na mira do Joinville no início do ano, mas acabou acertando com o Botafogo na ocasião. Destaque do Boa Esporte na Série B do ano passado, com 15 gols, ele foi contratado em janeiro com status de titular. O meia, no entanto, não conseguiu se firmar na equipe e viveu seu grande momento no clássico contra o Flamengo, pela Taça Guanabara, quando marcou um belo gol na vitória por 1 a 0.

Alvo de críticas por parte da torcida, Tomas fez seu último jogo no dia 14 de julho, na eliminação para o Figueirense na Copa do Brasil, que resultou na demissão de René Simões. Desde então, o meia foi relacionado, mas ainda não recebeu oportunidades com Ricardo Gomes.


Desde janeiro no Botafogo, Tomas disputou 25 jogos e marcou dois gols.


Por Marcelo Baltar e João Lucas CardosoRio de Janeiro/GE