segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sem Arena, Botafogo solicita que jogo contra o Vitória seja em Juiz de Fora


Site da prefeitura da cidade mineira informa que partida será no Mário Heleno, mas CBF ainda não confirma mudança. Estreia na Ilha do Governador é adiada





Sem o laudo do Corpo de Bombeiros para jogar na Ilha do Governador, o Botafogo solicitou, nesta segunda-feira, à CBF, que a partida contra o Vitória, no próximo domingo, às 11h, seja realizada em Juiz de Fora.


Embora o site da prefeitura da cidade confirme a realização do jogo no Estádio Mario Heleno, a CBF ainda não se posicionou. No site da entidade, a partida do próximo domingo segue marcada para o Estádio Raulino Oliveira, em Volta Redonda.


A ideia inicial era levar a partida para a o Estádio Luso Brasileiro, na Ilha do Governador. Seria o primeiro jogo no local, agora chamado de Arena Botafogo. O Alvinegro arcou com as despesas da reforma para usufruir do local até o fim do ano. Quando estiver pronto, o estádio terá capacidade para 18 mil torcedores. No entanto, o Corpo de Bombeiros, até o momento, liberou apenas para 12 mil. A CBF exige a capacidade mínima de 15 mil pessoas para jogos do Campeonato Brasileiro.


Torcida, Botafogo, Juiz de Fora (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)


A decisão da CBF em marcar o jogo para Volta Redonda gerou insatisfação na diretoria do Botafogo. O Raulino de Oliveira, que vem recebendo públicos pequenos nos jogos de times do Rio, tornou-se a última opção.

Nas redes sociais, o Botafogo vem divulgado frequentemente fotos da reforma avançada da arena, mas o palco ainda não está totalmente pronto. Entulhos ainda são vistos no entorno, a ampliação da arquibancada móvel não foi concluída e falta iluminação para jogos noturnos - por esse motivo o clube antecipou o horário do jogo contra o Vitória para 11h.


O clube agora corre para viabilizar a "Arena Botafogo" para o dia 15, contra o América-MG. Para isso, o Botafogo conta com a instalação dos refletores nessa semana, além de obter o laudo do Corpo de Bombeiros.


Fonte: GE/Por Marcelo Baltar e Thiago Lima/Rio de Janeiro